O Egito: História
O Egito Antigo foi uma das maiores civilizações da Antiguidade, que surgiu a partir de aldeamentos agrícolas no vale do rio Nilo, na África, em cerca de 4000 a.C. Os antigos chamavam seu país de Kemet, que significa negro (por causa da terra).
Muitos dos ideais e crenças modernos, assim como grande parte do conhecimento sobre o homem, tiveram origem no Egito. Lá se desenvolveu o primeiro tipo de governo nacional do mundo. A religião foi uma das primeiras a enfatizar a existência da vida após a morte. Os egípcios produziram uma arte e uma literatura expressivas, introduziram a arquitetura de pedra e fabricaram o primeiro material adequado para a escrita, o papiro.
A TERRA E SUAS RIQUEZAS
Localização e Tamanho. As fronteiras do Egito antigo mudaram no decorrer da história. Quando formado, por volta de 3100 a.C., o reino do Egito ocupava apenas o fértil vale do rio Nilo no nordeste da África, numa faixa estreita que ia do Mediterrâneo à primeira catarata do rio, cobrindo uma área de cerca de 21 mil km2 - um pouco menor que o estado de Sergipe. No auge de seu poder, por volta de 1450 a.C., o Egito dominava um império que se estendia para o sul até a quarta catarata, situada na Núbia (atual Sudão), e para o nordeste até o rio Eufrates, na Ásia Ocidental.
Riquezas Naturais. O solo negro que as enchentes do Nilo deixavam a cada ano dava aos egípcios uma terra fértil. Por isso, o historiador grego Heródoto chamou o Egito de dádiva do Nilo. Os egípcios dispunham de sal, granito, arenito, cobre, manganês, turquesa, berilo, ouro, gipsita e fosfato. Não tinham florestas.
Clima. Em toda a longa história do Egito, seu clima seco pouco se modificou. Quase não havia chuvas. A irrigação da terra árida dependia das enchentes anuais de verão do rio Nilo.
Riquezas Naturais. O solo negro que as enchentes do Nilo deixavam a cada ano dava aos egípcios uma terra fértil. Por isso, o historiador grego Heródoto chamou o Egito de dádiva do Nilo. Os egípcios dispunham de sal, granito, arenito, cobre, manganês, turquesa, berilo, ouro, gipsita e fosfato. Não tinham florestas.
Clima. Em toda a longa história do Egito, seu clima seco pouco se modificou. Quase não havia chuvas. A irrigação da terra árida dependia das enchentes anuais de verão do rio Nilo.
POPULAÇÃO
Os historiadores acreditam que a população do Egito variou entre 1 e 8 milhões de habitantes. Na época romana, seriam cerca de 6 milhões.
Dividiam-se em quatro classes sociais: realeza e nobres; artesãos, artífices e mercadores; trabalhadores; e escravos. O exército profissional tornou-se aos poucos uma classe separada. A estrutura social não era de castas: uma pessoa pertencente à classe mais pobre podia ascender aos mais altos cargos do país.
Língua. Os antigos egípcios falavam uma língua que continha palavras do grupo de idiomas semíticos do sudoeste da Ásia e também dos idiomas cuxita e berbere do norte da África.
A escrita egípcia era composta de hieróglifos. Ela começou a ser decifrada por Jean-François Champollion, que estudou um fragmento de basalto chamado Pedra de Roseta, com inscrições em grego, demótico e hieróglifos.
Vida Familiar. Os egípcios eram um povo ligado à família. Nos primeiros tempos, o marido governava a família, mas depois a mulher conquistou posição igual.
Moradia. Os mais pobres viviam provavelmente em cabanas de barro ou de tijolos secos ao sol, cobertas com folhas de palmeira ou palha. Os ricos construíram espaçosas casas de tijolo e madeira, decoradas com mobílias luxuosas, como tapetes, arcas de ébano e vasos de cobre e de ouro.
Alimentação. A dieta comum da maioria dos egípcios consistia de pão de cevada, peixe, verduras e cerveja. Em dias de festa, saboreavam-se frutas, carne (boi, vitela, antílope e gazela) e vinho.
Vestuário. De início, os homens vestiam apenas um daiu - tanga branca de algodão ou linho. Mais tarde, passaram a usar tangas maiores, saias ou aventais. Os egípcios mais ricos acrescentavam a esse traje uma camisa transparente ou um casaco.
As mulheres egípcias usavam vestidos de alça retos e justos, que iam do peito aos tornozelos. Mais tarde, acrescentaram mantos coloridos com bainhas bordadas. Enegreciam as sobrancelhas e contornavam os olhos com um pigmento verde. Pintavam os lábios de vermelho e usavam uma tintura extraída da planta hena para colorir as unhas de amarelo ou laranja.
Vida na Cidade. Os antigos egípcios edificaram a maioria das aldeias e cidades às margens do Nilo. Mênfis, que ficava a 19 km ao sul do Cairo, foi o primeiro centro de governo egípcio. Por volta de 2100 a.C., a capital foi mudada para Tebas, a 640 km ao sul do Cairo, aí permanecendo até 1300 a.C.
Os soberanos do Egito antigo construíram imensos templos e sofisticados palácios no centro das cidades.
Vida Familiar. Os egípcios eram um povo ligado à família. Nos primeiros tempos, o marido governava a família, mas depois a mulher conquistou posição igual.
Moradia. Os mais pobres viviam provavelmente em cabanas de barro ou de tijolos secos ao sol, cobertas com folhas de palmeira ou palha. Os ricos construíram espaçosas casas de tijolo e madeira, decoradas com mobílias luxuosas, como tapetes, arcas de ébano e vasos de cobre e de ouro.
Alimentação. A dieta comum da maioria dos egípcios consistia de pão de cevada, peixe, verduras e cerveja. Em dias de festa, saboreavam-se frutas, carne (boi, vitela, antílope e gazela) e vinho.
Vestuário. De início, os homens vestiam apenas um daiu - tanga branca de algodão ou linho. Mais tarde, passaram a usar tangas maiores, saias ou aventais. Os egípcios mais ricos acrescentavam a esse traje uma camisa transparente ou um casaco.
As mulheres egípcias usavam vestidos de alça retos e justos, que iam do peito aos tornozelos. Mais tarde, acrescentaram mantos coloridos com bainhas bordadas. Enegreciam as sobrancelhas e contornavam os olhos com um pigmento verde. Pintavam os lábios de vermelho e usavam uma tintura extraída da planta hena para colorir as unhas de amarelo ou laranja.
Vida na Cidade. Os antigos egípcios edificaram a maioria das aldeias e cidades às margens do Nilo. Mênfis, que ficava a 19 km ao sul do Cairo, foi o primeiro centro de governo egípcio. Por volta de 2100 a.C., a capital foi mudada para Tebas, a 640 km ao sul do Cairo, aí permanecendo até 1300 a.C.
Os soberanos do Egito antigo construíram imensos templos e sofisticados palácios no centro das cidades.
TRABALHO
A maioria dos antigos egípcios vivia da agricultura. Alguns trabalhavam nas minas e nas pedreiras, outros eram artífices, comerciantes ou soldados. Os agricultores egípcios aravam e semeavam os campos férteis assim que passavam as cheias do Nilo. Conseguiam duas ou três colheitas por ano. Plantavam cevada, linho e trigo. Cultivavam hortaliças, como feijão, repolho, pepino, alface e rabanete; colhiam também melões e outras frutas.
Comércio e Transporte. Os navios egípcios cruzavam todo o Mediterrâneo para fazer comércio e conquistar terras. Viajavam aos portos do Mar Egeu, à Palestina, à Fenícia, à Síria e à terra dos hititas, na Ásia. Ao sul, negociavam com os povos da costa oriental da África. Por terra, as caravanas egípcias faziam expedições ao Sudão.
Os negócios eram feitos à base de troca de mercadorias: cobre, cereais, linho, papiro e pedras de grão fino por madeiras, como o cedro, o cipreste, o abeto e o pinho do Líbano.
CULTURA E RELIGIÃO
Educação. A maioria dos meninos egípcios aprendia seu ofício com os pais ou como aprendiz nas várias profissões. Os meninos de família rica ou real eram instruídos para que se tornassem sacerdotes ou funcionários do governo.
A Religião estava sempre presente na vida do Egito antigo. Os egípcios acreditavam que deuses e deusas participavam de todas as atividades humanas, do nascimento à morte.
À medida que evoluiu, cada cidade adotou uma divindade especial. Numa parte do delta, a população adorava Hórus, o deus do céu. Em outro local, as pessoas cultuavam Osíris, o deus da vegetação, que mais tarde se tornou deus dos mortos.
Heliópolis (cidade do sol, em grego), perto do Cairo, era o centro do culto de Rá, ou Rê, o deus do sol. Entre outros membros da família divina de Rá estavam Osíris e sua mulher, Ísis; Set, o irmão maligno de Osíris, e sua mulher, Néftis; Shu, deus do ar; Tefnut, deusa da umidade; Geb, deus da terra; e Nut, deusa do céu.
A população de Tebas adorava Amon, o deus do ar e da fertilidade. Depois que Tebas foi transformada no centro político do império, Amon tornou-se a divindade principal. O povo passou a identificar Amon com o deus do sol, Rá, e assim Amon ficou conhecido como Amon-Rá.
O povo do Egito antigo dava grande importância à preparação para a vida depois da morte. Por isso, construía túmulos de pedra e os enchia de roupas, alimentos, mobília e jóias, para que fossem usados no outro mundo. Embalsamava os mortos e envolvia seus corpos com pano. Esses corpos preservados são chamados de múmias.
As Artes alcançaram pleno desenvolvimento bem cedo na história do Egito, sempre influenciadas pela religião. A literatura egípcia abrangia uma grande variedade de assuntos, de hinos a contos de fadas.
A maior realização egípcia no campo da arquitetura foram as pirâmides (monumentos). A Grande Pirâmide de Gizé possui cerca de 2,3 milhões de blocos de pedra, que pesam aproximadamente 2.300 kg cada um.
Inicialmente, as pinturas e os relevos tinham uma aparência achatada, e as estátuas pareciam quadradas. O desenvolvimento artístico, político e religioso do final do séc. XIV a.C. deu origem a um novo tipo de arte egípcia, com obras mais vivas e naturais.
Ciências. Os egípcios empregavam um sistema decimal que não tinha o zero. Multiplicavam e dividiam números inteiros, reduziam frações simples, faziam a medição de terras e eram capazes de determinar áreas e calcular o volume dos objetos.
Eles também foram também pioneiros no campo da astronomia. Sabiam distinguir os planetas das estrelas e criaram o calendário de 365 dias.
GOVERNO
Os antigos egípcios acreditavam que seu rei, o faraó, era uma divindade, e, como tal, ele era um governante absoluto. O Egito antigo sempre foi uma teocracia (forma de governo na qual pessoas que se intitulam representantes de divindades exercem o poder). O governo arrecadava um imposto pago em mercadorias e outro sob a forma de trabalho, a corvéia, que lhe fornecia soldados e mão-de-obra.
HISTÓRIA
Período Tinita (cerca de 3150 a.C. a 2700 a.C.) - I e II dinastias
A história do Egito faraônico começa com o rei Menés, responsável pela unificação entre o Alto e o Baixo Egito e pela fundação de Mênfis, a capital do Império. Interlocutor dos homens com os deuses, Menés ostenta a coroa branca do Alto Egito (hedjet) e a coroa vermelha do Baixo Egito (deshret).
Antigo Império (por volta de 2700 a.C. a 2140 a.C. ) - III e IV dinastias
Nesta época, o Estado egípcio se desenvolve consideravelmente e a sua administração centraliza-se na figura do faraó, que passa a ser venerado como verdadeiro deus. Djoser inaugura a III dinastia (cerca de 2700 a.C.). Seu conselheiro, o arquiteto Imotep, constrói a pirâmide em degraus de Saqqara, a primeira tumba real com essa forma arquitetônica.
A IV Dinastia é marcada por reinados nos quais foram construídas as três grandes pirâmides de Gizé - Queóps, Quéfren e Miquerinos. Esses complexos funerários são o símbolo de um Estado forte e de uma civilização avançada.
É na V Dinastia (aproximadamente 2480 a.C. a 2330 a.C.), originária de Heliópolis, que se verifica o culto ao Sol, o que não significa a rejeição aos outros deuses. O faraó é agora o "filho de Rá", o deus-sol.
Pepi I, representante da VI dinastia, reina por mais de 50 anos. Ele é também um grande construtor de pirâmides (Bubastis, Abydos, Dendérah). Pepi II sobe ao trono aos seis anos de idade e nele permanece por 94 anos.
Primeiro Período Intermediário (por volta de 2140 a.C. a 2040 a.C) - VII-X dinastias
Uma revolução, seguida pela invasão de povos asiáticos, põe fim à VI dinastia. Porém, nenhum nome dos reis da VII dinastia é conhecido. A VIII dinastia, a menfita, cuja capital era Mênfis, demonstra os sinais da decadência política do Egito. O país é dividido em três: o Delta, o Egito Médio - cujo centro político era Heracléopolis - e o Alto Egito, agrupado em Tebas. Inicia-se um período de anarquia e de recessão econômica (escassez de alimentos, desordem civil e violência). Uma série de conflitos ininterruptos entre as facções do sul (de Tebas) e do norte (Heracléopolis) ocorrem e cessam apenas na XI dinastia.
Médio Império (por volta de 2040 a.C. a 1750 a.C.) - XI e XII dinastias
Mentuotep II, rei de Tebas, reunifica o Egito (aproximadamente em 2020 a.C.). Mas são os soberanos Amenemés e Sésostris (XII dinastia, por volta de 1900 a.C. a 1790 a.C.) que conduzem o Império ao seu apogeu. A expansão comercial abre-se para o mar Vermelho, mar Egeu, Fenícia, Núbia e Delta, e o país conhece a prosperidade econômica. Dessa época, há vários manuscritos literários, textos de instruções, profecias e contos.
Segundo Período Intermediário (1750 a.C. a 1560 a . C. ) - XIII-XVII dinastias
Nas XIII e XIV dinastias, o Império passa por um processo de declínio. Vulnerável e enfraquecido, sucumbe à tomada do poder por invasores estrangeiros. As XV e XVI dinastias são marcadas pelo domínio dos hicsos, chamados de reis pastores ou príncipes do deserto. O domínio estrangeiro trouxe muitas inovações técnicas para o Egito. Os hicsos introduzem a utilização do bronze, da cerâmica e dos teares, diferentes instrumentos de guerra, que incorporam o uso do cavalo e das carruagens, e estilos musicais, assim como novas raças de animais e técnicas de colheita. De certa forma, os hicsos modernizaram o Egito. Na XVII dinastia, a partir de Tebas (sul do Egito), os monarcas empreendem a reconquista do país, definitivamente concluída por Ahmose, que inaugura o Novo Império.
Novo Império (por volta de 1560 a. C. a 1070 a . C ) - XVIII-XX dinastias
Predomina na XVIII dinastia a intenção de expandir o império rumo à Ásia. O faraó Ahmose (em torno de 1560 a.C. a 1526 a.C.) organiza uma administração hierarquizada, dirigida pelo vizir, segundo homem do Estado. Sob os governos de Thutmose III (cerca de 1490 a.C. a 1436 a.C.) e Hatshepsut (1490 a.C. a 1468 a.C.), o Egito se torna uma temível potência militar. O enriquecimento do país é perceptível em todas as classes da sociedade, que aprende a gostar das artes e a ostentar o luxo. Dentre as construções da época, constam os templos funerários de Deir el-Bahari, de Luxor e de Karnak e o de Amenófis III (aproximadamente 1402 a.C. a 1364 a.C.).
O faraó Amenófis IV, ou Akhenaton, (por volta de 1364 a.C. a 1347 a.C.) transfere a capital de Tebas para Amarna. Ele impõe uma nova religião, dedicada ao culto do deus único Aton. O governante que o sucede é Tutankhamon (em torno de 1347 a.C. a 1338 a.C.), que retorna a sede do governo para Tebas, onde reincorpora o culto a Amon-Rá.
Terceiro Período Intermediário (aproximadamente de 1070 a.C. a 715 a.C.) - XXI-XXIV dinastias
Nesta época, o Egito é dividido em dinastias locais cada vez mais independentes. O único fato notável em política exterior é a conquista da Palestina por Chechanq I (945).
Período Inferior (715-332) - XXV-XXXI dinastias
A conquista do Egito, em torno de 740 a.C., por um rei núbio, cujos sucessores instauram uma dinastia "etíope", chamada de koushita (XXV dinastia, de 715 a.C. a 664 a.C.), revela a decadência do império. Após o recuo dos etíopes para o sul, a XXVI dinastia (ou período saita, de aproximadamente 664 a.C. a 525 a.C.) é marcada pelo reinado de Psammetik I (664-610). Ele expulsa os assírios e, assim, consegue estabilizar o país. Seu sucessor, Necau, exerce a mesma política.
A XXVII Dinastia (cerca de 525 a.C. a 404 a.C.) marca o início da dinastia persa. Ela começa com a conquista do Egito por Cambises. Com a morte de Dario II, em 405 a.C., os egípcios reconquistam a sua independência. Amirteu, faraó da XXVIII dinastia, expulsa os persas. Mas a XXIX e a XXX dinastias são marcadas por brigas políticas por sucessão.
Nectânabe é o último rei nativo. Os persas realizam nova investida ao território egípcio. Tomam a capital Mênfis, após a batalha de Pelusa. É a queda do último faraó egípcio.
A segunda dominação persa (por volta de 343 a.C. a 332 a.C.), de Artaxerxes III até Dario III, parece ter sido um período difícil para os egípcios. Assim, Alexandre da Macedônia, ao derrotar Dario, é considerado um libertador do Egito. Alexandre, considerado filho de deus (e faraó), funda Alexandria no delta do Nilo (332 a.C.).
Dinastia Ptolomaica (305 a.C. a 30 a.C.)
Após a morte de Alexandre, o Grande, seus generais dividiram entre si o Império, estabelecendo o sistema de satáprias. Ao Egito coube a influência de um dos melhores generais de Alexandre, Ptolomeu, que governa entre 305 a.C. e 282 a.C. Ele constrói o farol e a biblioteca de Alexandria. A partir de Ptolomeu IV, as intrigas familiares enfraquecem a dinastia.
Em 51 a.C., o governo egípcio passa para a filha de Ptolomeu XII, Cleópatra, que é a última rainha do Egito (de 51 a.C. a 30 a. C.) Por interesses políticos, ela se casa com o imperador romano Júlio César, que coloca o Egito sob proteção de Roma. Após o assassinato de César, a rainha se casa com o general romano Marco Antonio, um dos membros do triunvirato que sucede César no poder do Império Romano, o que desperta a ira e a inveja de outras forças de Roma. Em conseqüência, Octávio se autoproclama imperador de Roma e decide invadir o Egito.
Em 30 a.C., na batalha do Ácio, os exércitos comandados por Cleópatra e Marco Antonio são derrotados pelas forças romanas. Quando Otávio, vencedor, entra em Alexandria, Cleópatra e Antonio se suicidam. O Egito torna-se província romana.
Os Textos das Pirâmides da necrópole de Mênfis não estavam
reservados unicamente aos reis. Arqueólogos descobriram recentemente a tumba da primeira rainha que se beneficiou desse privilégio, garantia de imortalidade.
Desde 1963, sob a orientação do professor Jean Leclant, a missão arqueológica francesa de Saqqara (aldeia do Egito ao sul do Cairo, na margem oeste do Nilo), realiza pesquisas nas pirâmides sobre os textos da necrópole real de Mênfis. No fim do século passado, foram descobertos nelas, os famosos Textos das Pirâmides (Gaston Maspero), destinados a assegurar a imortalidade do rei.
Durante mais de 20 anos, de 1966 a 1988, no sul de Saqqara, a pirâmide e o templo funerário do rei Pepi I, célebre soberano da VIa dinastia (por volta de 2300 a.C.), foram escavados, estudados e restaurados.
Entrada do Grande Templo de Abu Simbel;
Os trabalhos desenrolaram-se com o seu quinhão habitual de surpresas - foram descobertos os vestígios de seis pirâmides até então totalmente desconhecidas, possibilitando a ampliação dos conhecimentos sobre a família real dos soberanos da última dinastia do Antigo Império.
Ao contrário do faraó, impedido por sua natureza divina, a rainha revelava em sua tumba os laços familiares terrestres. Por ordem de importância, ela afirma em primeiro lugar seus elos de descendência ("a mãe do rei"), em seguida seu elo matrimonial ("a esposa do rei") e, por fim, afirma eventualmente sua ascendência ("a filha do rei, de seu corpo"). Esses marcadores sociais são indispensáveis para entender a continuidade monárquica. O menor fragmento de texto relativo a uma rainha é essencial para tentar discernir melhor um encadeamento histórico.
Até a descoberta de suas pirâmides, nada se sabia sobre as tumbas das esposas de Pepi I. Os únicos elementos atribuíveis a uma rainha provinham de elementos reempregados no templo funerário do rei e referiam-se à rainha Sechséchet, mãe de Teti. Em dez campanhas de escavações, quatro esposas de Pepi I foram reveladas com as pirâmides de Inenek e Noubounet e com menções à rainha Méhaa, mãe do príncipe Horneterikhet, e a uma "filha primogênita do rei". Há também as pirâmides de duas outras rainhas de gerações posteriores, Ankhesenpepi III, uma esposa de Pepi II, e Meretités II, esposa de um rei Néferkarê. Por fim, há a menção a uma rainha Nedjefet em blocos esparsos. Resta ainda descobrir seis tumbas de rainhas.
A última campanha de escavações da missão francesa, realizada no início do ano 2000, coroou de maneira extraordinária os resultados já obtidos, com a descoberta crucial de Textos das Pirâmides na tumba da rainha-mãe Ankhesenpepi II. Esse privilégio de imortalidade, aparentemente reservado até aqui ao rei, surge pela primeira vez vinculado a uma esposa real. A personalidade da rainha Ankhesenpepi II, esposa de dois reis, mãe de um terceiro e regente do reino, uma mulher de inegável destaque nessa época, pode ter contribuído largamente para o fato.
Descobertos em 1880 pelo egiptólogo francês Gaston Maspero, eles constituem a mais antiga compilação de preceitos religiosos da humanidade. Os textos são uma série de fórmulas mágicas destinadas a assegurar a ressurreição do soberano: o rei pode transformar-se em pássaro, estrela etc. Muitas inscrições permanecem inéditas.
A busca de um monumento mal localizado pode acarretar pesados fardos. Todo canteiro de escavações envolve consideráveis remoções de terra: na ausência de investigações prévias, muito tempo e recursos correm o risco de ser desperdiçados. Foi preciso recorrer a novos métodos geofísicos, que foram aplicados pela primeira vez na egiptologia: em 1987 a equipe do Mecenato Tecnológico de Eletricidade da França ofereceu ajuda à pesquisa, assim como o grupo da Companhia de Prospecção Geofísica Francesa. Essas equipes puderam fornecer à missão uma ajuda tecnológica a partir de importantes resultados obtidos com as várias sondagens do subsolo realizadas na época da construção de barragens. Para isso, engenheiros e arqueólogos trabalharam em conjunto, utilizando os resultados de várias tecnologias simultaneamente - eletromagnetismo, sondagens elétricas em ondas curtas, baixa freqüência e análise pelo magnetômetro de prótons das variações do campo magnético terrestre. Após uma semana de medições efetuadas no deserto, cinco locais que podiam conter estruturas de pedra, correspondendo a esquemas prováveis, foram indicados aos egiptólogos. Pouco depois, uma sondagem revelou o ângulo de uma pequena pirâmide conservada em uma altura de três andares.
Após a morte de Alexandre, o Grande, seus generais dividiram entre si o Império, estabelecendo o sistema de satáprias. Ao Egito coube a influência de um dos melhores generais de Alexandre, Ptolomeu, que governa entre 305 a.C. e 282 a.C. Ele constrói o farol e a biblioteca de Alexandria. A partir de Ptolomeu IV, as intrigas familiares enfraquecem a dinastia.
Em 51 a.C., o governo egípcio passa para a filha de Ptolomeu XII, Cleópatra, que é a última rainha do Egito (de 51 a.C. a 30 a. C.) Por interesses políticos, ela se casa com o imperador romano Júlio César, que coloca o Egito sob proteção de Roma. Após o assassinato de César, a rainha se casa com o general romano Marco Antonio, um dos membros do triunvirato que sucede César no poder do Império Romano, o que desperta a ira e a inveja de outras forças de Roma. Em conseqüência, Octávio se autoproclama imperador de Roma e decide invadir o Egito.
Em 30 a.C., na batalha do Ácio, os exércitos comandados por Cleópatra e Marco Antonio são derrotados pelas forças romanas. Quando Otávio, vencedor, entra em Alexandria, Cleópatra e Antonio se suicidam. O Egito torna-se província romana.
NKHESENPEPI II, A PRIMEIRA RAINHA IMORTAL DE MÊNFIS
Os Textos das Pirâmides da necrópole de Mênfis não estavam
reservados unicamente aos reis. Arqueólogos descobriram recentemente a tumba da primeira rainha que se beneficiou desse privilégio, garantia de imortalidade.
Desde 1963, sob a orientação do professor Jean Leclant, a missão arqueológica francesa de Saqqara (aldeia do Egito ao sul do Cairo, na margem oeste do Nilo), realiza pesquisas nas pirâmides sobre os textos da necrópole real de Mênfis. No fim do século passado, foram descobertos nelas, os famosos Textos das Pirâmides (Gaston Maspero), destinados a assegurar a imortalidade do rei.
Durante mais de 20 anos, de 1966 a 1988, no sul de Saqqara, a pirâmide e o templo funerário do rei Pepi I, célebre soberano da VIa dinastia (por volta de 2300 a.C.), foram escavados, estudados e restaurados.
Entrada do Grande Templo de Abu Simbel;
Os trabalhos desenrolaram-se com o seu quinhão habitual de surpresas - foram descobertos os vestígios de seis pirâmides até então totalmente desconhecidas, possibilitando a ampliação dos conhecimentos sobre a família real dos soberanos da última dinastia do Antigo Império.
Ao contrário do faraó, impedido por sua natureza divina, a rainha revelava em sua tumba os laços familiares terrestres. Por ordem de importância, ela afirma em primeiro lugar seus elos de descendência ("a mãe do rei"), em seguida seu elo matrimonial ("a esposa do rei") e, por fim, afirma eventualmente sua ascendência ("a filha do rei, de seu corpo"). Esses marcadores sociais são indispensáveis para entender a continuidade monárquica. O menor fragmento de texto relativo a uma rainha é essencial para tentar discernir melhor um encadeamento histórico.
Até a descoberta de suas pirâmides, nada se sabia sobre as tumbas das esposas de Pepi I. Os únicos elementos atribuíveis a uma rainha provinham de elementos reempregados no templo funerário do rei e referiam-se à rainha Sechséchet, mãe de Teti. Em dez campanhas de escavações, quatro esposas de Pepi I foram reveladas com as pirâmides de Inenek e Noubounet e com menções à rainha Méhaa, mãe do príncipe Horneterikhet, e a uma "filha primogênita do rei". Há também as pirâmides de duas outras rainhas de gerações posteriores, Ankhesenpepi III, uma esposa de Pepi II, e Meretités II, esposa de um rei Néferkarê. Por fim, há a menção a uma rainha Nedjefet em blocos esparsos. Resta ainda descobrir seis tumbas de rainhas.
A última campanha de escavações da missão francesa, realizada no início do ano 2000, coroou de maneira extraordinária os resultados já obtidos, com a descoberta crucial de Textos das Pirâmides na tumba da rainha-mãe Ankhesenpepi II. Esse privilégio de imortalidade, aparentemente reservado até aqui ao rei, surge pela primeira vez vinculado a uma esposa real. A personalidade da rainha Ankhesenpepi II, esposa de dois reis, mãe de um terceiro e regente do reino, uma mulher de inegável destaque nessa época, pode ter contribuído largamente para o fato.
Os Textos das Pirâmides
Uma nova tecnologia nas escavações
Tipologia das Entidades Extraterrestres

Ao abordarmos uma tentativa de classificação dos supostos tripulantes dos UFOs, estamos entrando num campo minado. Sem dúvida, essa temática é uma das mais controversas na ufologia. Basicamente não há quaisquer provas concretas dos dados. Estamos lidando exclusivamente com os depoimentos de testemunhas que são, por definição, subjetivos e vulneráveis a uma série de variáveis e distorções. Isto nos leva incondicionalmente para premissas que podem ou não estar corretas com a realidade do fenômeno de fato.
Poucos pesquisadores de renome no circuito internacional ousaram tentar classificar os supostos tripulantes dos UFOs. Podemos citar um estudo sobre os extraterrestres realizados pelo doutor Jacques Vallée, em 1964. Segundo o estudo de Vallée, basicamente podem estabelecer-se três grupos de seres diferenciados. De 100 seres descritos em 80 incidentes compilados por Vallée, 04 eram "gigantes", 52 foram qualificados como iguais aos "homens" e 44 eram "anões". Outros trabalhos destacáveis pelos seus métodos científicos são os de Geneviece Vanquelef, dedicados à relação de aparência e comportamento; o de Edwards, relativo à fonética e linguagem dos supostos humanóides e do espanhol Vicente Olmos, que oferece o panorama dos encontros com "ocupantes de UFOs" que foram recopilados pelos investigadores ibéricos.
Mas, até hoje, o estudo científico mais completo é os 230 casos catalogados pelo brasileiro Jader Pereira. Embora apresente defeitos de método, Jader Pereira estabeleceu pautas para uma classificação básica dos diferentes humanóides obedecendo especialmente a características de forma. Segundo seu estudo, há 12 categorias básicas com 23 variações.
Conforme os critérios de Jader Pereira, cinco pontos distintos serviram como indicadores da credibilidade dos casos: número de testemunhas, conceito das testemunhas, outras testemunhas de avistamento somente do ufo (que se supõe que esteja relacionado com o avistamento do humanóide), evidências posteriores (marcas no solo, radiotividade, etc) e, finalmente, nível de investigação realizada. Com a classificação realizada seguindo esses critérios, Jader centrou sua atenção em pontos que ele considerou como "críticos" para determinar categorias: utilização de equipamentos protetores como escafandro, as características métricas dos seres, suas aparentes formas anatômicas e seus comportamentos.Num primeiro momento, essa excessiva variedade de formas dos supostos tripulantes dos UFOs parece ser um indicador de que estamos diante de muitas civilizações diferentes entre si. Aimé Michel comentou, em certa oportunidade, que a diversificação de formas observadas na anatomia dos humanóides requeria uma multiplicidade de origens.
Os casos documentados de contato com extraterrestres são classificados em três categorias, a saber:
Contatos imediatos de primeiro grau – Observação simples do fenômeno, sem que este interfira no ambiente. São queridas pelos ufólogos, como mostradas em algumas fotos típicas.
Contatos imediatos de segundo grau – Semelhantes ao anterior, porém nestes são observados efeitos físicos em animais e matéria orgânica. A vegetação pode ser chamuscada ou podada( o caso dos círculos nas plantações , que poderei citar mais a frente) galhos de árvores quebram-se e animais ficam assustados, faróis de carros, motores e rádios desligam-se por algum tempo.
Contatos imediatos de terceiro grau – Os tripulantes do OVNI são vistos dentro ou nas proximidades da nave.
Os contatos imediatos de terceiro grau trazem os casos mais alucinantes que se pode ter. A variedade de descrições dos seres extraterrestres é imensa, mas após a análise cuidadosa é possível reconhecer alguns padrões nas descrições que se destacam dos demais casos pela intensidade com que se repetem ao redor do mundo. Desta forma a ufologia registrou os tipos de extraterrestres mais comuns, esses tipos são chamados de CEBES (Categorias de Entidades Biologicamente Extraterrestres) e são distribuída em cinco variedades principais:
ALFA: Os mais comuns, representando cerca de 67% dos casos de contatos imediatos de terceiro grau relatados, são chamados de greys "cinzentos", pelo menos do que se conhece em vários países, sobretudo nos EUA; têm geralmente de 0,80m a 1,30m de altura, são esguios, com cabeça desproporcional, olhos grandes, ouvido, nariz e boca pequenos, pele rígida e elástica de cor cinza e, geralmente, quatro dedos. Podem enquadrar-se os ETs chamados por alguns autores de "reticulanos", rigerianos, "povo da serpente", "povo de ibis" etc.
Esta é a raça mais comum identificada pela Ufologia. São muitos os avistamentos, histórias e teorias referentes a eles, feitas de visionários da Nova Era a diferentes cientistas. Os Greys como são apresentados pela comunidade científica: São muito comumente descritos por suas vítimas de abduções. São considerados uma raça com motivos e propósitos desconhecidos em relação à Terra. Eles parecem estar abduzindo, estudando, testando vários indivíduos por motivos não muito claros. Os Greys como são apresentados pelo Movimento da Nova Era: são freqüentemente identificados como demônios ou raça de energia negativa. Eles são freqüentemente relacionados com muitas outras raças, como os Reptilianos e seus objetivos são desconhecidos. Os Greys são relacionados com diferentes teorias de conspiração - uma mistura de visões científicas e da Nova Era. Uma das teorias afirma que uma ou mais de suas espaçonaves se chocaram e foram capturadas pelo governo dos EUA. O governo americano então fez um acordo secreto com os Greys, permitindo que eles façam abduções de humanos em troca de tecnologia. A teoria da conspiração finaliza, afirmando que os Greys não mantiveram a sua parte no acordo. Estas são as descrições dos diversos tipos de Greys: (são todos Humanóides em aparência, com cabeça, tronco, dois braços, duas pernas e dois pés).
Subtipos:
Alfa 1: Os Greys mais freqüentemente vistos têm em torno de 0,60 cm a 1,20m de altura, muito magros, olhar delicado, de baixo peso, olhos negros extremamente penetrantes e inclinados sem pupilas, vestígios de boca e nariz, cabeça muito grande, com queixo pontiagudo. A cor da pele varia do cinza escuro ao cinza claro; do pálido ao branco e pode também ser bronzeado. Não há pelos em seu corpo.
Alfa 2: Outros também comumente vistos são semelhantes aos descritos anteriormente, exceto nos seus 15,24 cm de altura, e parecem dar as ordens. Uma variação deste mesmo tipo descrito são os olhos negros arredondados como grandes botões negros.
Alfa 3: Mais um tipo de Greys: são como pequenos robôs, atarracados e pequenos, com um liso e redondo capacete, com negros e profundos olhos, com o contorno da boca arredondado, tronco quadrado mostrando círculos concêntricos, cheiram como cabeça de fósforo queimada, e a pele tem a coloração cinza cogumelo. Este Greys agem como guardas de segurança.
BETA: Os tipo beta são o segundo tipo de extraterrestre mais comumente encontrados nos relatos de contato imediatos de terceiro grau computado cerca de 19% dos casos. São amistosos e muito parecidos com os humanos, têm pele clara, cabelos louros, tecnologicamente evoluídos, espiritualizados, benevolentes e confiáveis. Atuam com mais intensidade no hemisfério sul do planeta e Variam de 1,40m a 2,00m de estatura; Os beta alegam representar essencialmente força espirituais interessadas na evolução moral do Planeta Terra, e englobam os relatos envolvendo os Centaurianos e os casos relacionados ao Comando Ashtar. Não somente isto, mas os relatos os descrevem com frequencia como a força líder também junto a outras diferentes raça do ramo da evolução.
GAMA: São altos, entre 2,10m a 2,50m, fortes, corpulentos e, às vezes, um pouco agressivos apresentando-se, em geral, envoltos em roupas especiais. Sua frequencia é elevada entre os casos registrados, computando 8% dos casos, mas sua atuação parece ter diminuido drasticamente desde o fim da guerra fria.
DELTA: Os tipo delta fornecem um modelo menos abrangente do que os tipo alfa, beta e gama. Representam uma infinidade de casos isolados que tem em comum o fato de apresentarem um comportamento animal, quase instintivo. Não apresentam um contato cultural inteligente, mas assemelham-se a animais (como por exemplo, o ET de Varginha) ou robôs analíticos. Possuem, de modo geral, uma baixa estatura; representam cerca de 3% dos casos relatados.
ÔMEGA: Conhecidos pelo nome de Espectrais, e representam aproximadamente 2% de todos os casos analisados de contato imediato de terceiro grau. Esses seres são energéticos ou luminosos e aparecem sobretudo à noite. São raros e não têm forma definida. Possuem uma aura luminosa que se confunde com a luz do ambiente e um corpo mais sutil que o nosso. Apesar de raramente interagirem culturalmente com suas testemunhas, todas elas são unânimes em afirmar que os tipos ômega emanam sentimentos de paz e amor. Muito espiritualizados, geralmente se apresentam mostrando muita leveza flutuando ou voando, de tal foram que normalmente são confundidos com anjos, arcanjos ou com figuras bíblicas.

É sempre importante mencionar que estamos trabalhando com elementos especulativos e dedutivos. Nada impede que existam alguns casos onde o ser humanóide não se enquadre em nenhuma das categorias da classificação acima – as exceções à regra. Mas, de um modo geral e assumindo a possibilidade de uma enorme diversidade anatômica de uma mesma forma de vida, a classificação descrita acima é, até agora, o instrumento mais compatível e aplicável.
Um exemplo de exceção à regra é um caso clássico da casuística ufológica brasileira e que envolve um ser descrito como ciclope.
Seres diferentes também aparecem em relatos históricos, diferenciando-se do padrão humano, tais como “os seres em caudas de serpentes” que são vistos em relatos chineses e maias (ler O Mistério das Serpentes Voadoras) ou os “seres azuis e de múltiplos braços” que encontramos nos antigos textos hindus (ler Mahabharata, Vimanas e os Extraterrestres).
Existem inclusive outras classificações, seguidas por adeptos do movimento cultural da “Nova Era”, onde eles afirmam que realizam contatos extraterrestres periodicamente e os seres intervêm em nosso planeta, de acordo com os interesses de suas raças e planetas. Afirmam inclusive que alguns têm intenções benévolas para conosco, segundo os supostos contactantes.
REAFIRMANDO, ESSA CLASSIFICAÇÃO SEGUE PRECEITOS EXCLUSIVOS DE UM MOVIMENTO CULTURAL, E DIFICILMENTE PODEMOS COMPROVA-LOS ATRAVÉS DE EVIDÊNCIAS FÍSICAS! ACREDITAR OU NÃO, É ALGO QUE DEIXO PARA CADA UM!
Segue abaixo tal classificação, para seu próprio julgamento:
* Andrômedas
Formam uma raça não física de seres "angélicos" da Galáxia Andrômeda. Eles formam essencialmente a força espiritual dentro do Comando Ashtar e são os guias entre os Plêiades e de todo nosso ramo de evolução humana. São também a força líder junto a menor e mais diferente raça do ramo da evolução: Cygnusiana – tranqüila, viçosa, anfíbia como as criaturas vindas de planetas da Constelação Cygnus. Mais uma vez, os seres da Galáxia Andrômeda estão ajudando os seres da nossa própria Via Láctea a crescer; é um exemplo macrocósmico de como a civilização plêiade está ajudando o crescimento da Terra.
* Arturianos
Membros da Confederação dos Humanos. Os Arturianos são uma raça muito espiritualizada que vive em um universo ou realidade fraterna. Parece haver no planeta deles, um portal de alguma espécie, o qual transmite alta energia ao nosso universo dimensional.
* Arianos (Louros)

Humanóides, louros, nórdicos, que trabalham com os greys. Dizem ter sido capturados pelos Reptilianos e também terem implantes. Eles dizem ter uma tendência a mudar a sua lealdade entre os Reptilianos e a Confederação dos Humanos.
* Azuis (“Guerreiros Estelares”)
Azuis dizem ter pele translúcida, olhos de formas amendoadas e pequena estatura. A grande questão do aprendizado deles é "perseguir sua paixão", não sendo pressionado por nada, mas sendo o que e quem são. A informação sobre os Azuis vem de Robert Morningsky, um dançarino da tribo apache Hopi. De acordo com Morningsky, os primeiros contatos alienígenas começaram entre 1947 e 1948, com os Greys contatando o governo dos Estados Unidos para firmar um tratado entre eles. Os outros alienígenas contatados eram os Azuis. Eles aconselharam o governo norte-americano a não negociar com os Greys, informando que isso poderia levá-los a um desastre. Aconselharam também aos Estados Unidos perseguir sua própria trilha. Disseram que ensinariam em paz e harmonia se os homens se desarmassem e os ouvissem. Os militares disseram não ao acordo com os Azuis. Eles então se afastaram, mas aos poucos decidiram permanecer no nordeste do México e do Arizona e fizeram um acordo com os indígenas. Estes alienígenas são conhecidos pelos índios como Guerreiros Estrelares.
Por conseguinte, os Greys começaram a monitorar os Azuis, que tiveram que fugir da reserva indígena. Uns poucos índios idosos foram com eles. A lenda Hopi conta que havia duas raças: "as crianças de pena que vieram dos céus"; e "as crianças dos répteis, que vieram do fundo da Terra". As crianças dos répteis perseguiram os índios Hopi fora da Terra. Estes demônios subterrâneos eram também chamados de "dois corações".
* Centaurianos
Estes são do tipo louros nórdicos que vêm de Alpha Centauro. Como os Plêiades, procuram nos ajudar no crescimento espiritual, mas não tomam um papel ativo como as outras raças. Os Centaurianos têm mantido contato com algumas pessoas selecionadas na Terra.
* Confederação dos Humanos (Confederação Intergálatica)
Esta é a mais freqüente referência à "Confederação Intergalática", liderada pelo Comando Ashtar. Consiste em uma organização de seres espaciais nascidos da energia positiva, que estão ajudando a raça humana a longo tempo e desejam protegê-la. Incluem-se os Vegas, Arturianos, Sirius, Plêiades, Lirianos, DALs e Centaurianos.
* DALs
Esta raça de tipo nórdico vem do chamado Universo DAL. Eles são um ramo dos Lirianos. Espiritualmente e tecnologicamente estão de 300 a 1000 anos à frente dos Plêiades. Eles estão ajudando os Plêiades de maneira muito similar a ajuda que dão aos terráqueos.
* Greys

Esta é a raça mais comum identificada pela Ufologia. São muitos os avistamentos, histórias e teorias referentes a eles, feitas de visionários da Nova Era a diferentes cientistas. Os Greys, como são apresentados pela comunidade científica, são muito comumente descritos por suas vítimas de abduções. São considerados demônios ou raça de energia negativa, com motivos e propósitos desconhecidos em relação à Terra. Eles parecem estar abduzindo, estudando e testando vários indivíduos. São freqüentemente relacionados com muitas outras raças, como os Reptilianos e com diferentes teorias de conspiração – uma mistura de visões científicas e Nova Era. Uma das teorias afirma que uma ou mais de suas espaçonaves se chocaram e foram capturadas pelo governo dos EUA. O governo americano então fez um acordo secreto permitindo que eles façam abduções de humanos em troca de tecnologia. A teoria da conspiração finaliza, afirmando que os Greys não mantiveram a sua parte no acordo. Estas são as descrições dos diversos tipos de Greys: (são todos humanóides, com cabeça, tronco, dois braços, duas pernas e dois pés)
* Lirianos
Esta é a mais antiga das raças, da qual emergiram nosso ramo da raça humana, incluindo os tipos Nórdicos, os Orions, e mesmo os Greys. Totalmente guerreira no início de sua civilização, a raça liriana aprimorou seus modos e é agora espiritualmente e tecnologicamente evoluída, chegando ao nível dos Plêiades.
* Império de Orion (Forças de Orion)
Os Orions são formados por duas raças opostas. O "Conselho de Luz", do sistema estrelas de Betelgeuse, e os igualmente poderosos demônios Orions, do sistema estrelar de Rigel. Os Orions tomaram muitos dos planetas de nossa galáxia de raças de menor espiritualidade, mas sempre foram confrontados pela Confederação Intergalática. A parte conquistada do Império Orion foi derrotada há 200 mil anos, pela Confederação Intergalática, mas os Orions não haviam ameaçado a Terra até então. Eles estão no momento se preparando para alçar "a quarta dimensão", assim como nós na Terra.
* Plêiades
Os Plêiades são uma coletividade de extraterrestres do sistema estrelar Plêiade. Sua cultura é antiga e parece vir de outro universo de amor, muito antes da Terra haver sido criada. Eles formam uma sociedade a qual vivem com idéias e ideais que ainda não nos são familiares. Os Plêiades começaram um projeto de contatar e inspirar os humanos terrestres a tomar de volta a sua força interior e criar uma realidade melhor para eles mesmos. Eles estão aqui como embaixadores de outro universo para ajudar a Terra na sua transição da terceira dimensão para quarta dimensão energética e assistir a cada um de nós no esforço de conscientização e conhecimento interior. Como seu projeto tem se tornado muito bem sucedido, muitos ET’s têm se juntado ao grupo, alguns de outros sistemas estrelares. Supostamente nos ensinam a forma de energização metafísica pessoal e social, com amor e de forma clara. Os Plêiades falam como uma coletividade e não indivíduos. Eles não aparecem sob forma física e acham seguro enviar suas mensagens através da canalização, e não atrair muita a atenção.
* Sirius
Membros da Confederação dos Humanos. Eles são uma raça aquática, algo como uma versão de golfinhos e baleias. Eles estão no sistema solar muitos ligados a nossas maneiras físicas. Também exercem um papel na ajuda à Terra, mas fazem isto de forma sutil, em nossos oceanos.
* Reptilianos
A raça Reptiliana, de Draco, um planeta conquistado, é controlada pelos Greys por meio de um implante. Eles também dizem ser a mente mestre dos planos de abduções. Possuem uma recém-criada "meia-criatura" com implantes para derrotar a Confederação dos Humanos. Os Reptilianos também usam os humanos como alimento.
* Vega
Membros da Confederação dos Humanos. Estas raças são as mais citadas em livros, publicações e grupos de discussões.
Serão os humanóides como as testemunhas oculares afirmam que são, ou estamos diante de uma interpretação limitada pelo nosso escasso conhecimento de um fenômeno que parece transcender tudo o que sabemos? Todas as tentativas de classificação buscam, antes de qualquer coisa, um padrão que possa servir de generalização. No entanto, a manifestação do aspecto físico parece sofrer uma série de variáveis. Talvez devêssemos transcender a classificação pelo aparente aspecto físico e buscar outras associações que possam nos apresentar novos indicadores.
Acreditar ou não depende de cada um de nós. Porém as evidências estão presentes. E não são poucas.
Os mistérios de Stonehenge
Nenhum lugardo mundo já gerou tanta especulação eteorias extravagantes como as enormes e solitárias pedras que permanecem eretas desafiando-nos com o seu mistério. Nem mesmo o triângulo das bermudas…

A simples visão da estrutura não usual do antigo monumento de Stonehenge intriga a todos aqueles que o conhecem. Afinal de contas, quem o fez e para que?
Stonehenge foi construída entre 3100 e 2000 antes de Cristo na planície de Salisbury, em Wiltshire na Inglaterra. Este monumento megalítico já foi escavado, medido, pesquisado, já o fotografaram com raios X e, a despeito de tudo isto, o seu propósito ainda permanece um dos grandes mistérios do mundo. Quase tudo já se disse sobre Stonehenge. Teorias e “teorias” em profusão tentam explicar algo que nos intriga. As três perguntas de sempre: quem, por que e para que, continuam desafiadoras embora muito já tenha sido aprendido sobre a sua idade e construção. As teorias sobre quem construiu este monumento são uma homenagem à imaginação do ser humano: elas vão do discurso sério de pesquisadores em arqueoastronomia até os mais inacreditáveis absurdos, ditos também com a maior seriedade (ou cara-de-pau). Druidas, gregos, fenícios, antigos moradores docontinente desaparecido da Atlântida, extraterrestres, a escolha é sua.

Para que serve este monumento? Sacrifício humano, altar mágico, observatório astronômico, observatório meteorológico, passagem para outras dimensões, entrada para o centro da Terra, etc. Como se pode ver a imaginação humana é imbatível. Muito se escreveu, mas o que se sabe sobreStonehenge está resumido a seguir. Aliás, não se aborreça por não encontrar muitas conclusões. As dúvidas sobre Stonehenge ainda são muitas.
Olhando Stonehenge

Nesta incrível visão aérea de Stonehenge, verifica-se que este monumento é formado por círculos concêntricos. Na verdade a área total de Stonehenge vai muito mais além da marcante construção de pedras no centro da figura. A marca no chão mostra que aqueles que o construíram, utilizavam uma enorme área desta planície para a realização de seus intentos. O enorme bloco de pedra situado bem acima da figura, à margem da estrada pavimentada, também faz parte de Stonehenge. Ele é chamado de “heel stone”.

Esta outra foto, bem mais antiga, mostra Stonehenge visto por outro ângulo. Aliás, esta foto mostra uma estrada que levava até o monumento, quando era permitido ir até à sua parte interna, o que hoje, felizmente, não é mais possível. Os “druidas” modernos estavam danificando o monumento ao realizarem seus pseudo-rituais de “fogo e magia” antes de irem para casa ver televisão. É possível ver a formidável “heel stone” bem na parte inferior da imagem.

O mapa seguinte mostra toda a estrutura de Stonehenge. Além do conjunto de pedras central que o caracteriza, existem várias outras estruturas, destacando-se um notável anel de 56 buracos que circunda a sua estrutura interna. Estes buracos foram descobertos por John Aubrey no século XVII e são chamados de “Aubrey holes” (os buracos de Aubrey). Estes “buracos” estão bem visíveis na fotografia preto-e-branco mostrada acima.

A pedra distante, mostrada na parte de baixo da fotografia aérea em preto-e-branco, é chamada de “Heelstone. Solitária, ela desafia os arqueólogos. Sua imponência é revelada na fotografia seguinte. No mapa de Stonehenge ela está situada na parte superior. Note o alinhamento dela com a abertura no círculo mais externo de Stonehenge.
Astronomia e Stonehenge

Esta é outra questão bastante polêmica. Enquanto alguns negam qualquer vínculo com a astronomia, e preferem falar de algo místico e secreto, outros transformam o sítio de Stonehenge em um incrível observatório astronômico. Parece que Stonehenge não é nem uma coisa nem outra.
No século XVIII, em 1740, o Dr. William Stuckly, um dos proponentes da teoria de que os Druidas eram os responsáveis por Stonehenge, investigou e mediu este sítio. Ele foi o primeiro pesquisador a sugerir que havia alinhamentos astronômicos nos megalitos de Stonehenge.
No entanto, a ligação histórica entre a astronomia e Stonehenge começa verdadeiramente nas décadas dos anos de 1950 e 1960, quando o engenheiro Alexander Thom e o astrônomo Gerald Hawkins, da Oxford University, criaram, de modo pioneiro, uma nova área de pesquisa, a arqueoastronomia, que nada mais era do que o estudo da astronomia conhecida pelas antigas civilizações do nosso planeta.
Realizando levantamentos precisos em vários anéis de pedra e outras estruturas megalíticas, Thom e Hawkins descobriram vários alinhamentos, que eles consideraram significativos, entre estas pedras. Esta evidência sugeriu a eles que os anéis de pedra eram usados como observatórios astronômicos.
Além disso, estes dois arqueoastrônomos concluíram que os nativos britânicos que construíram estes círculos de pedras revelavam grandes habilidades de engenharia e uma extraordinária sofisticação matemática. Estes conhecimentos teriam sido desenvolvidos pelos nativos antes mesmo das culturas egípcia e mesopotâmia. Segundo estes pesquisadores, cerca de 2000 anos antes que Euclides elucidasse os teoremas do triângulo de Pitágoras e pelo menos 3000 anos antes que o sábio Arya Bhata do século 6 D.C. tivesse “descoberto” o conceito e o valor do número pi, os construtores megalíticos britânicos já haviam incorporado estes conhecimentos matemáticos em seus anéis de pedra. Tudo isto Gerald Hawkins e Alexander Thom escreveram no seu livro “Stonehenge Decoded”, onde eles mostram o grande número de alinhamentos astronômicos que existe em Stonehenge. Isto foi o sinal verde para a imaginação das pessoas.

Embora as descobertas e interpretações de Thom e Hawkins fossem fascinantes, mesmo revolucionárias, eles estavam errados, pois estudos posteriores mostraram que vários alinhamentos que eles observaram em Stonehenge são apenas casuais. Os pesquisadores Aubrey Burl e Benjamin Ray, mais recentemente, realizaram estudos bastante detalhados desta região e moderaram a intensidade (ou delírio) de algumas afirmações mais antigas. Em 1987 Ray disse que: “Hawkins (em 1964) afirmou a existência de 24 alinhamentos solares e lunares em Stonehenge, e propôs a teoria de que o monumento poderia ter sido usado como uma calculadora para prever eclipses. Entretanto, reconhece-se agora que Hawkins estava inteiramente errado sobre o uso possível de Stonehenge como uma máquina calculadora para prever eclipses. E também se concorda que ele superestimou o número de alinhamentos solares e lunares envolvidos…”.
A “descoberta” de alinhamentos astronômicos conhecidos em vários sítios megalíticos tem dado a falsa impressão de um notável conhecimento astronômico por parte dos seus construtores que viviam no final da era neolítica. No entanto, na maioria dos casos “descobertos” a precisão envolvida (que confirma o alinhamento) provém fundamentalmente do investigador, que antecipadamente conhece os alinhamentos relevantes e então os “encontra” no sítio pesquisado.

Afinal, Stonehenge era um templo ou um observatório astronômico? Na verdade parece que o meio termo é mais razoável. Pelo menos parte de Stonehenge pode ter sido um sitio astronômico na idade da pedra. Chamar Stonehenge de “observatório” é forte demais. Tudo indica que, de fato, observações astronômicas podem ter sido realizadas em Stonehenge. Certamente o alinhamento da “heelstone” com o Sol nascente no dia 21 de junho, o solstício de verão, (mostrado abaixo) representa um verdadeiro alinhamento astronômico.
No entanto, estas observações, possivelmente, tinham a intenção de indicar dias apropriados para ciclos rituais que eram realizados durante o ano. Ao que parece a astronomia em Stonehenge era secundária, sendo mais usada a serviço dos rituais do povo que o construiu. A capacidade de Stonehenge em determinar as datas dos solstícios e equinócios é uma prova de sua importância. Os povos antigos sempre tiveram o Sol e a Lua como entidades sagradas, cujos ciclos (aparentes) eram incorporados às vidas destes povos. A conclusão dos estudiosos destas estruturas megalíticas é que Stonehenge, assim como um enorme número de anéis de pedra espalhados por todas as Ilhas Britânicas, era parte sitio de observação lunar/solar e parte estrutura para rituais religiosos.

Porém mais recentemente pesquisadores britânicos propuseram uma nova teoria sobre as origens de Stonehenge : o monumento, ao Sul da Inglaterra, pode ter começado como um cemitério para famílias de elite por volta do ano 3000 antes de Cristo.
Novos estudos de restos humanos cremados escavados do lugar indicam que, antes que o Stonehenge que conhecemos hoje fosse construído, foi erguido um grande círculo de pedra no mesmo lugar, como cemitério.
– Os restos eram de homens, mulheres e crianças, muito provavelmente grupos familiares – disse o professor Mike Parker Pearson, da Universidade College London, que coordenou a equipe desse estudo. – Havíamos pensado originalmente que Stonehenge era um lugar de enterro de uma dinastia de reis, mas parece ter sido como uma comunidade, uma estrutura de poder diferente.
O pesquisador disse que os arqueólogos estudaram os restos cremados de 63 pessoas e acreditam que elas foram enterradas ali por volta do ano 3000 a.C. A localização de muitos dos corpos cremados foi marcada originalmente por dolerites (um tipo de rocha), esse círculo anterior a Stonehenge tinha 91 metros de diâmetro e pode ter servido como lugar para enterrar outras 200 pessoas, segundo Parker Pearson.
Parker Pearson disse que estudos mais recentes indicam que Stonehenge devería ser visto menos como um templo religioso que como uma construção que servia para unir as pessoas de toda a ilha.

A análise dos restos de um assentamento neolítico perto do monumento indicaram que milhares de pessoas viajaram de lugares distantes como a Escócia para Stonehenge, levando com elas suas famílias e seu gado para celebrar os solstícios de inverno e verão.
Os pesquisadores estudaram os dentes de porcos e gado encontrados no “acampamento de construtores” e deduziram que os animais foram sacrificados entre nove e 15 meses depois de nascidos, na primavera. Isso significa que muito provavelmente eles foram comidos nas comemorações.
– Não pensamos que os construtores do monumento viviam ali todo o tempo. Determinamos que quando eles sacrificaram os porcos, estavam celebrando os solstícios – disse Parker Pearson, que considera que os construtores ficaram temporadas para erguer o monumento, mas não por muito tempo, provavelmente durante uma década.

O Continente Perdido de Atlantida
Atlântida ou Atlantis é uma lendária ilha cuja primeira menção conhecida remonta a Platão (428-347 a.C.) em suas obras "Timeu ou a Natureza" e "Crítias ou a Atlântida".
A mitologia ocidental reduz o continente ou Reino Atlante a uma ilha que teria submergido, engolida pelo oceano, nove mil anos antes da época de Sólon. Porém, Platão deixa claro que a ilha, além de ser tão grande quando "Líbia e Ásia juntas", era apenas uma parte do território Atlante, que se estendia em outras partes do mundo. A Atlântida de Platão seria o que restou de um continente muito mais antigo e os Atlantes, foram a quarta Raça humana, que povoou o mundo durante milhões de anos, até que se extinguiu no episódio relatado por Platão.
Platão preservou a história de Atlântida naquele que é, hoje, um dos mais valiosos registros que nos chega da antiguidade. Platão viveu 400 anos antes do nascimento de Cristo, Seu ancestral, Sólon, foi um grande legislador em Atenas 600 anos antes da Era Cristã. Sólon visitou o Egito. Diz Plutarco: "Sólon deixou uma longa descrição em verso ou, melhor dizendo, um fabuloso relato sobre a Atlantic Island (Ilha Atlântica), que ele ouviu dos homens de ciência, em Saís, relato particularmente relacionado com os atenienses."
Platão tencionava produzir uma grandiosa narrativa sobre a "Ilha Atlântica", uma fábula maravilhosa digna do relato de Sólon, uma história como nenhuma outra antes escrita; um deleite para escritor e um prazer ainda maior para o leitor. Mas a vida de Platão terminou antes que ele completasse o trabalho.
Não há dúvida que Sólon esteve no Egito. Sua ausência em Atenas por mais de dez anos é claramente atestada em Plutarco. Há muitas razões para crer que, de fato, Sólon aprendeu muito com os sacerdotes egípcios. Era um homem com uma extraordinária força e pensamento penetrante, como atestam suas leis e seus "ditos". É bem possível que tenha começado em verso a história e a descrição de Atlantis, trabalho que deixou incompleto.
O manuscrito de Sólon, muito possivelmente caiu nas mãos de Platão, seu sucessor e descendente, ele mesmo, Platão, sendo um estudioso, um pensador e um historiador, uma das mentes mais poderosas do mundo antigo. Um sacerdote egípcio teria dito a Sólon: "Vocês [gregos] não tem antiguidade de história [em termos de história] e nem têm a história da antiguidade; e Sólon compreendeu a vasta importância do registro daquele passado histórico, não apenas milhares de anos antes do tempo da civilização grega mas muitos milhares de anos antes do surgimento do Reino do Egito; e ficou [Sólon] muito ansioso para preservar para o seu mundo meio-civilizado ainda, aquela inestimável sabedoria do passado.
Crítias: Então, ouça Sócrates, esta estranha narrativa que, no entanto, certamente é verdadeira, bem como Sólon, que contou a história, e que foi o mais sábio entre os sete sábios. Ele era parente e grande amigo de meu avô, Drópidas, como ele mesmo disse em muitos de seus poemas; e Drópidas disse a Crítias, meu pai, que lembrava e nos contava sobre uma antiga e maravilhosa atuação dos atenienses que caiu no esquecimento, ao longo do tempo e da destruição da Raça Humana, e uma, em particular, que era a maior de todas as Raças, e o relato do que se passou será um testemunho adequado da nossa gratidão a vocês...
Sócrates: Muito bom! E o quê é essa antiga e famosa proeza da qual Crítias falou e que não é mera lenda mas uma ação histórica do Estado Ateniense recontada por Sólon!
Crítias: Eu vou contar uma velha história do mundo que ouvi de homem já bastante idoso; Crítias, na época, tinha quase noventa anos e eu dez anos de idade. Era o "dia de Apaturia", também chamado "dia de registro na juventude" [entrada na adolescência] no qual, de acordo com o costume, nossos pais conferiam-nos prêmios pela declamação de poemas e muitos de nós cantavam poemas de Sólon, que eram novidades naquele tempo. Um de nossa tribo, talvez porque fosse sua real opinião, ou talvez porque quisesse agradar Crítias, disse que na sua opinião [dele] Sólon não era apenas o mais sábio dos homens, porém era também o mais nobre dos poetas. O velho homem, eu me lembro bem, iluminou-se diante disso e falou, sorrindo: "Sim, Amynander, se Sólon tivesse, apenas, como outros poetas, feito da poesia o negócio de sua vida e tivesse completado o relato que trouxe com ele do Egito e não se sentisse compelido, em razão de fatos e perturbações que ele encontrou [instabilidade política] quando voltou a este país, empenhando-se, então, em atender a outras tarefas, [se tivesse escrito o poema sobre a coisas fabulosas que aprendeu no Egito] na minha opinião ele teria sido um poeta tão famoso quanto Homero ou Hesíodo.
E sobre o quê era este poema, Crítias? perguntou alguém."Conte-nos", disse outra pessoa, "conte-nos a história toda e de quem Sólon ouviu essa tradição".
Crítias: Sobre a mais grandiosa ação já empreendida pelos atenienses e que deveria ser muito famosa mas o tempo e a destruição completa dos atores desse drama impediram que história chegasse até nós.
"No Delta Egípcio, o rio Nilo se divide, existe um certo distrito que é chamado Saís, e uma grande cidade do distrito, também chamada Saís, e essa é a cidade na qual nasceu o rei Amasis. Ali os cidadãos têm uma divindade fundadora: os egípcios a chamam de Neith mas eles dizem que é a mesma chamada pelos atenienses de "Atena". Os cidadãos desta cidade gostam muito dos atenienses e dizem que, de alguma forma, se relacionam com o povo de Atenas.
"Sólon, levado por Thrither [um sacerdote egípcio], foi recebido com grandes honras e perguntou aos sacerdotes qual dos mestres era o mais sábios em antiguidades [história antiga]; Sólon descobriu que nem ele nem qualquer outro heleno sabiam qualquer coisa de real valor sobre os tempos antigos.
Em uma ocasião, quando estavam falando de antiguidades, ele [Sólon] começou a discorrer sobre coisas de outros tempos quando nossa parte do mundo, o Phoroneus, que é chamado "o primeiro", e sobre Níobe e depois sobre o Dilúvio; falou sobre a vida de Deucalião e Pirra e traçou a genealogia de seus descendentes, a linha do tempo, as datas dos eventos aos quais se referia.
Thereupon, um dos sacerdotes, que era muito velho, disse: "Oh, Sólon, Sólon, vocês helenos são como crianças e não há homens velhos entre os helenos." – Diante disso, disse Sólon: "O que você quer dizer com isso?"
Quero dizer o que disse; que em termos de mentalidade vocês são muito jovens. Não há entre vocês idéias ancoradas em ciências antigas ou antigas tradições; e eu lhes dizer a razão disso: aconteceram e novamente acontecerão muitas destruições da raça humana deflagradas por muitas causas. Existe uma estória que vocês devem ter preservado, sobre Faetonte, o filho de Hélios, que sem saber conduzir os cavalos, tomou a carruagem de seu pai para percorrer o caminho que Hélios fazia todos os dias e provocou um grande desastre, queimando tudo na face da Terra.
Hoje, isso é uma expressão em forma de mito, mas, de fato, significa o declínio dos corpos que se movem em torno da Terra e nos céus; uma conflagração recorrente, que acontece em longos intervalos de tempo; quando isso acontece, aqueles que vivem nas montanhas e em outros lugares secos, estão mais sujeitos à destruição do que aqueles que vivem à margem dos rios, dos lagos ou do mar. Mas, por outro lado, quando os deuses purgam a terra pela água [e não pelo fogo, como Faetonte],então os pastores, os montanheses, são os sobreviventes e perecem os que vivem nas cidades, próximos aos rios e fontes, a beira-mar; são levados pelas enchentes, submergem no oceano. Mas nesse país, nem nesse tempo nem em qualquer outro a água veio do alto sobre os campos, tendo sempre a tendência de vir de baixo, razão pela qual as coisas preservadas aqui são as mais antigas.
O fato é que a Raça Humana, a população, cresce em certas épocas e decresce em outras e o que sempre aconteceu em seu país e no nosso ou em qualquer outra região da qual tenhamos conhecimento, todos os feitos grandes e nobres ou qualquer outro evento memorável, tudo o que tem sido escrito sobre os acontecimentos do passado, está preservado em nossos templos. Enquanto vocês [gregos] e outras nações mantêm escrituras e somente estes registros que interessam ao estado, no momento presente, ignoram que a pestilência [a catástrofe] pode estar vindo dos céus para dizimar todos e deixar apenas aqueles dentre vocês que são destituídos das letras e da educação e assim, deste modo, vocês têm de começar tudo novamente, como crianças, sem nada saber do aconteceu nos tempos mais antigos, entre nós [o Egito] e entre vocês mesmos [gregos].
As genealogias de vocês, gregos, que você Sólon nos tem contado, são relatos de crianças porque, em primeiro lugar, vocês se lembram de um dilúvio apenas, quando existiram muitos deles; em segundo lugar, vocês ignoram que habitaram em sua terra os homens da mais nobre e bela raça que jamais existiu, raça da qual você e seu povo são os descendentes. Isso é desconhecido por vocês porque muitas gerações de sobreviventes da destruição morreram sem deixar qualquer vestígio. Houve um tempo, Sólon, antes do maior dilúvio de todos, quando a cidade que hoje é Atenas era a primeira nas guerras e proeminente pela excelência de suas leis, pelos feitos notáveis, pela constituição magnífica de seus cidadãos.
Maravilhado, Sólon queria saber mais sobre aquela raça e aquele tempo. "Todos vocês são bem-vindos para ouvir sobre eles, Sólon" – disse o sacerdote – "por você mesmo, pela cidade e, sobretudo, pela glória da deusa que é protetora e civilizadora [educadora] de ambas as cidades [Atenas e Saís]. Ela fundou sua cidade mil anos antes da nossa, recebendo da Terra e Efaistos a semente de sua raça; e depois, fundou a nossa, um fato que está preservado em nossos registros sagrados como acontecido há oito mil anos atrás, como ensinaram os cidadãos de nove mil anos atrás. Eu informarei brevemente a você sobre suas leis e a nobreza de seus feitos conforme as escrituras sagradas deles mesmos. Se você comparar estas leis com as suas próprias verá muitas das nossas leis são contrapartida das suas.
Existe uma casta de sacerdotes, que é separada de todas as outras; depois vêm os artesãos, que exercem suas muitas artes e não se misturam com as outras castas; e também existe a classe dos pastores e dos caçadores bem como a dos agricultores. Você observará que os guerreiros no Egito são separados de outras classes e são comandados pela lei da guerra e são equipados com escudos e lanças e a deusa fala primeiro entre vocês, e então, aos países asiáticos e nós, entre os asiáticos, fomos os primeiros a adotar essas leis.
Sabiamente, você notará o cuidado da lei com o mais puro, buscando e compreendendo toda ordem de coisas, da profecia, a medicina e todos os elementos necessários à vida humana e todo tipo de conhecimento relacionado. Essa ordem de coisas foi estabelecida pela deusa e dada a vocês quando estabeleceram sua cidade; e ela escolheu este lugar da Terra, onde você nasceu, porque ali viu o arranjo harmonioso das estações e viu que aquela terra produziria os mais sábios dos homens.
A deusa, que amava a guerra e a sabedoria escolheu aqueles que seriam semelhantes a ela mesma; e ali vocês se estabeleceram com suas leis, que ainda são as melhores, e excedem toda a raça humana nesta virtude e eram os filhos e os discípulos dos deuses. Grandes e maravilhosos feitos de seu Estado foram registrados em nossa história mas um deles supera a todos em grandeza e valor. Foi quando uma força muito poderosa e agressiva levantou-se contra a Europa e Ásia mas sua cidade pôs um fim ao terror.
Esta força veio do oceano Atlântico, naqueles dias em que o Atlântico era navegável; e existia uma ilha situada em frente ao estreito [estreito de Gibraltar] que vocês denominam Colunas de Hércules. A ilha era maior que a Líbia e a Ásia juntas e era o caminho para outras ilhas através das quais era possível atravessar e chegar ao outro lado do continente que era cercado pelo verdadeiro oceano [passando do Mediterrâneo ao Atlântico]. O mar interior do estreito de Hércules (Gibraltar) era apenas um porto com uma entrada estreita; do outro lado, era o verdadeiro mar e a terra, ali, podia verdadeiramente ser chamada de "continente".
Então, na ilha de Atlantis existiu um grande e maravilhoso império, que tinha leis vigentes em toda a "ilha-continente" e em muitas outras além de partes da Líbia, "dentro" das colunas de Hércules tão distantes do Egito e da Europa quanto do Tirreno [parte ocidental do mar Mediterrâneo]. O vasto poder [de Atlantis] empenhou-se, então, em subjugar de um só golpe nosso país e os seus [as cidades-estado gregas] e toda a terra nos limites do estreito; e então, Sólon, seu país [Atenas] brilhou à frente de todos, na excelência de sua virtude e força, por sua bravura e perícia militar; [Atenas] liderou os helenos; e quando não havia esperança de trégua, quando compelida a estar sozinha, submetida a um grande perigo, Atenas derrotou e triunfou sobre os invasores e manteve à salvo da escravidão aqueles que ainda não tinham sido subjugados e libertou todos os outros que habitavam os limites de Hércules [área do mediterrâneo, estreito de Gibraltar]. Posteriormente aconteceram terremotos violentos e inundações e em apenas um dia e uma noite de tempestades (chuvas) Atlântida e todo o seu povo foram tragados pelo oceano. Esta é a razão pela qual naquela parte, o mar é inavegável, intransponível, porque está saturado de lama.
E eu gostaria de invocar Mnemosine (Memória) porque parte significativa do que tenho para contar depende do favor da deusa das recordações, para que possa recontar tudo o que disseram os sacerdotes e que Sólon trouxe consigo. Deixem-me começar observando que, os nove mil anos que mencionei são um resumo dos anos que tinham se passado desde o começo da guerra entre os que habitavam para além das coluna de Hércules e aqueles que habitavam "dentro" do estreito. De um lado os combatentes da cidade de Atenas e seus aliados; do outro, os reis da Ilhas de Atlantis, que outrora tinham sob seu poder um território maior que a Líbia e a Ásia; território que desapareceu entre tremores de terra e maremotos que tornaram o Atlântico praticamente inacessível. A história se desenrola e entram em cena numerosas tribos bárbaras e Helenos que existiam então. Mas devo ainda descrever os Atenienses tal como eram naqueles dias e seus inimigos e ainda o poder e a forma de governo de cada um. Comecemos pelos atenienses...
Muitos grandes dilúvios aconteceram durante aqueles nove mil anos... Os deuses repartiram entre si toda a Terra em diferentes porções. Ergueram templos, fizeram sacrifícios. Poseidon recebeu a ilha de Atlantis; o deus tinha filhos com uma mortal e instalou, mulher e filhos, em uma parte da ilha; na costa, voltada para o oceano, existia uma planície muito fértil. Próximo, no centro da ilha, havia uma montanha não muito alta. Nesta montanha habitavam os primeiros mortais deste país: um casal, ele chamado Evanor e ela Leucipa. Tinham uma única filha, Cleito.
Quando a donzela se tornou mulher, seus pais morreram e foi por ela que Poseidon se apaixonou e teve filhos com ela. Ela morava na montanha da planície, que foi cercada de canais circulares e concêntricos, alternando faixas de terra e água. Havia três faixas de água e duas de terra... [Os filhos]... eram cinco pares de gêmeos varões. Atlantis foi dividida em dez regiões: o mais velho do primeiro par, chamado Atlas, ficou com a ilha-colina onde morava sua mãe, que era um lugar magnífico e nomeado de Atlantic [Atlântica ou Atlântida]; e Atlas ficou sendo o rei de todo império. Os outros irmãos foram feitos príncipes por Poseidon. Eles governariam todos os homens. O gêmeo de Atlas, Gades ou Gaderius, ficou com terras interiores das colunas de Hércules.
O segundo par de gêmeos eram Ampheres e Evaernon; o terceiro, Mneseus e Autochthon [Autóctone]; o quarto par de gêmeos, Elasipo e Mestor; e o quinto, Azaes e Diaprepes. Todos estes e seus descendentes foram governantes de numerosas ilhas em mar aberto e também já foi dito que eles migraram para lugares distantes das colunas de Hércules, muito além do Tirreno e do Egito.
Atlas tinha, então, uma família numerosa e honrada e seus descendentes mantiveram o reino por muitas gerações e detinham muitas riquezas, tantas quantas jamais foram possuídas por outros reis e potentados. muitas especiarias eram trazidas de países estrangeiros mas a ilha era auto-suficiente e fornecia tudo que era necessário a uma vida confortável. O subsolo possuía minerais e um precioso metal do qual hoje só resta o nome: orichalcum.
Também havia florestas abundantes de onde se extraía a madeira e campos que alimentavam pessoas e animais domésticos e selvagens. Havia um grande número de elefantes na ilha Atlântica e outros variados tipos de animais, de lagos e montanhas, rios e planícies. [Os atlânticos possuíam também deliciosas] ... fragrâncias, perfumes, extraídos de raízes, ervas, flores e frutas. [Havia pomares ... e templos, palácios, portos, docas. Os palácios no interior da cidadela eram construídos com um templo, dedicado a Cleito e Poseidon no centro, extremamente inacessível e rodeado de ouro; foi o lugar onde nasceram os dez príncipes e onde eram realizados rituais anuais... Todo o exterior do templo era coberto de prata, e os pináculos [torres] de ouro. O interior do templo era de mármore decorado com ouro, prata e orichalcum... estátuas de ouro, como a do próprio deus [Poseidon] em sua carruagem de seis cavalos alados, cercado de Nereidas e golfinhos... Do lado de fora, rodeando o templo, havia vinte estátuas de ouro, representando os príncipes e suas mulheres... Havia fontes de água quente e fria... Havia muitos templos dedicados a muitos deuses... jardins e lugares para o laser. Alguns somente para os homens... [e havia haras, pistas para cavalos]... As docas estavam sempre repletas de naus trirremes e armazéns por onde circulavam mercadores de todo o mundo... ?
O TEXTO DE PLATÃO TERMINA ABRUPTAMENTE
Atlântida seria uma ilha de extrema riqueza vegetal e mineral. Não só era a ilha magnificamente prolífica em depósitos de ouro, prata, cobre, ferro, etc., como ainda de oricalco, um metal que brilhava como fogo.
Os reis de Atlântida construíram inúmeras pontes, canais e passagens fortificadas entre os seus cinturões de terra, cada um protegido com muros revestidos de bronze no exterior e estanho pelo interior. Entre estes brilhavam edifícios construídos de pedras brancas, pretas e vermelhas.
Tanto a riqueza e a prosperidade do comércio, como a inexpugnável defesa das suas muralhas, se tornariam imagens de marca da ilha.
Pouco mais se sabe de Atlântida. Segundo Platão, esta foi destruída por um desastre natural (possivelmente um terremoto ou maremoto) cerca de 9000 anos antes da sua era. Crê-se ainda que os atlantes teriam sido vítimas das suas ambições de conquistar o mundo, acabando por ser dizimados pelos atenienses.
Outra tradição completamente diferente chega-nos por Diodoro da Sicília, em que os atlantes seriam vizinhos dos líbios e que teriam sido atacados e destruídos pelas amazonas.
Segundo outra lenda, o povo que habitava a Atlântida era muito mais evoluído que os outros povos da época e, ao prever a destruição iminente, teria emigrado para a África, sendo os antigos egípcios descendentes dos atlantes.
Na cultura pop do séc. XX, muitas histórias em quadrinhos, filmes e desenhos animados retratam Atlântida como uma cidade submersa, povoada por sereias ou outros tipos de humanos subaquáticos.
Teorias e hipóteses sobre sua existência
O tema Atlântida tem dado origem a diferentes interpretações, das cépticas às mais fantasiosas. Segundo alguns autores mais céticos, tratar-se-ia de uma metáfora referente a uma catástrofe global (identificada, ou não, com o Dilúvio), que teria sido assimilada pelas tradições orais de diversos povos e configurada segundo suas particularidades culturais próprias. Consideram também que a narrativa se insere numa dada mitologia que pretendia explicar as transformações geográficas e geológicas devidas às transgressões marinhas.
Há ainda a versão, como a defendida pelo cientista brasileiro Arysio Nunes dos Santos, segundo a qual Atlântida seria nada mais do que o nome grego para uma civilização ancestral, que teria sido descrita com diferentes nomes nas mais diversas culturas. Para Arysio, a Atlântida supostamente real ficaria próxima à Indonésia e diversos povos do mundo, como os gregos, hindus e tupis, seriam descendentes dos atlantes. Ainda, segundo essa teoria, diversas descobertas científicas como a criação de determinadas culturas agrícolas e do cavalo, seriam tributárias dos atlantes; e a causa da submersão da cidade/continente e do dilúvio teriam sido devidas a uma bomba atômica.
Alguns pesquisadores acreditam que a Atlântida, nome derivado do deus Atlas, é uma releitura grega da antiga cidade, também perdida, de Tântalis, nome derivado do deus Tântalo. A lenda de Tântalo seria essencialmente a mesma de Tântlis, sendo tântalo uma releitura lídia de Atlas. A Atlântida então, segundo essa versão, nada mais seria que a versão grega da antiga capital da Lídia, Tântalis, conhecida também como Sipylus, que se localizava nas terras de Arzawa, situada na costa ocidental da Anatólia. Segundo escritos antigos e autores clássicos, a cidade antiga de Tântalis sucumbiu, devido a um grande terremoto que despedaçou o monte Sipylus, afundando, após isso, nas águas que brotaram de Yarikkaya, uma ravina profunda, transformando-se no lago Saloe. Durante o século XX, o lago Saloe, último vestígio de Tântalis, foi esvaziado sem cerimônia para abrir mais espaço para a agricultura.
Na década de 1960, o professor Charles Hapgood, tentando entender como ocorreram as eras glaciais, propôs a teoria de que o gelo que se acumula nas calotas polares provocaria um peso suficiente para que o polo terrestre se deslocasse sobre a superfície da Terra, carregando outro continente para o polo e causando uma era glacial nesse lugar. Segundo essa teoria, uma parte dos Estados Unidos já teria se tornado o pólo norte e a Antártida já teria se localizado mais acima no Oceano Atlântico, entre a Argentina e a África. Se valendo dessa teoria, o polêmico jornalista britânico Graham Hancock propôs que o continente perdido de Atlântida seria, nada mais, do que a Antártida antes do último período glacial, quando estaria mais alta no Oceâno Atlântico, e as cidades Atlântidas, por sua vez, estariam em baixo de grossa camada de gelo, tornando impossível sua investigação arqueológica.
Essa teoria seria ainda confirmada por uma mapa, o mapa dos antigos reis dos mares, feito por Piri Reis no século XVI, baseado em mapas antigos, que mostra um estranho formato para a América do Sul, que seria não a América do Sul, mas sim a Antártida na sua localização não polar. Essa teoria é aceita por alguns, porém não pelos estudiosos atuais que afirmam que o peso dos pólos não seria suficientemente grande para fazer mover os continentes na superfície da Terra, e, ainda, descobriram que o mapa de Piri Reis é realmente o mapa da América do Sul, porém, tendo como referência a cidade do Cairo, o que deu um formato diferente ao continente. Ainda, fotos de satélite tiradas a partir da cidade do Cairo, comprovaram que o formato da América do Sul, vista do Cairo, é como o mostrado no mapa. Outro problema encontrado com esse mapa é que sem o gelo a Antártida teria um formato diferente do que o mostrado, já que o nível da água subiria e deixaria aquele continente com várias ilhas.
Uma das mais polêmicas teorias sobre a Atlântida foi proposta recentemente pelo pesquisador Prof. Ezra Floid. Partindo do desenho de cidade circular descrito por Platão, Floid propõe que Atlântida se tratava de uma gigantesca nave espacial, um disco-voador movido à hidrogênio, hidromagnetismo, com uma usina central de Hidro-Forças, chamada de Templo de Poseidon: um imenso OVNI descrito por muitas culturas como "A Ilha Voadora" (citada em Viagens de Gulliver), relacionada com a Jerusalém Celestial descrita na Bíblia, à Purana Hindu que desce do Céu, o Disco Solar dos Astecas, Maias, Incas e Egípcios.
Sendo Atlântida uma missão colonizadora, ela teria estado em muitos pontos da Terra, pois se locomovia e se instalava em regiões; este teria sido o motivo pelo qual sua presença ora é imaginada no Mediterrâneo, ora na Indonésia, ora no Atlântico, nos Pólos e nos Andes: Atlântida seria a mesma nave descrita na epopéia dos Sumérios. Segundo esta teoria inovadora do professor Ezra Floid, Atlântida não teria submergido catastroficamente, mas intencionalmente, como parte do projeto colonizador que seu povo realizava no planeta. Após permanecer algum tempo no fundo do mar como cidade submarina, o disco-voador atlante teria usado também a hidroenergia de emersão para lançar-se diretamente no espaço sideral, provocando com sua massa e seu arranque poderoso uma enorme onda circular de tsunami no oceano onde estaria oculta. Os sobreviventes deste tsunami, após a tragédia, teriam julgado que Atlântida havia afundado. No entanto, os atlantes apenas teriam voltado para seu sistema natal.
Há diversas correntes de teóricos sobre onde se situaria Atlântida, e sobre quem teriam sido seus habitantes. A lenda que postula Atlântida, Lemúria e Mu como continentes perdidos, ocupados por diferentes raças humanas, ainda encontra bastante aceitação popular, sobretudo no meio esotérico (não confundir com os antigos continentes que, de acordo com a teoria da tectónica de placas existiram durante a história da Terra, como a Pangéia e o Sahul).
Alguns teóricos sugerem que Atlântida seria uma ilha sobre a Dorsal Oceânica que - no caso de não ser hoje parte dos Açores, Madeira, Canárias ou Cabo Verde - teria sido destruída por movimentos bruscos da crosta terrestre naquele local. Essa teoria baseia-se em supostas coincidências, como a construção de templos em forma de pirâmide na América, semelhantes às pirâmides do Egito, fato que poderia ser explicado com a existência de um povo no meio do oceano que separa estas civilizações, suficientemente avançado tecnologicamente para navegar à África e à América para dividir seus conhecimentos. Esta posição geográfica explicaria a ausência concreta de vestígios arqueológicos sobre este povo.
Alguns estudiosos dos escritos de Platão acreditam que o continente de Atlântida seria na realidade a própria América, e seu povo culturalmente avançado e coberto de riquezas seria o povo Chavín, da Cordilheira dos Andes, ou os olmecas da América Central, cujo uso de ouro e pedras preciosas é confirmado pelos registros arqueológicos. Terremotos comuns nestas regiões poderiam ter dado fim a estas culturas, ou pelo menos poderiam tê-las abalado de forma violenta por um período de tempo. Através de diversos estudos, alguns estudiosos chegaram a conclusão que Tiwanaku, localizada no altiplano boliviano, seria a antiga Atlântida. Essa civilização teria existido de 17.000 a.C. a 12.000 a.C., em uma época que a região era navegável. Foram encontrados portos de embarcações em Tiwanaku, faltando escavar 97,5% do local.
Para alguns arqueólogos e historiadores, Atlântida poderia ser uma mitificação da cultura minóica, que floresceu na ilha de Creta até o final do século XVI a.C. Os ancestrais dos gregos, os micênicos, tiveram contato com essa civilização culturalmente e tecnologicamente muito avançada no início de seu desenvolvimento na Península Balcânica. Com os minóicos, os micênicos aprenderam arquitetura, navegação e o cultivo de oliveiras, elementos vitais da cultura helênica posterior. No entanto, dois fortes terremotos e maremotos no Mar Egeu solaparam as cidades e os portos minóicos, e a civilização de Creta rapidamente desapareceu. É possível que as histórias sobre este povo tenham ganhado proporções míticas ao longo dos séculos, culminando com o conto de Platão.
Uma formulação moderna da história da Atlântida e dos atlantes foi feita por Helena Petrovna Blavatsky, fundadora da Teosofia. Em seu principal livro, A Doutrina Secreta, ela descreve em detalhes a raça atlante, seu continente e sua cultura, ciência e religião. Existem alguns cientistas que remetem a localização da Atlântida a um local sob a superfície da Antártica.
A localização mais recente foi sugerida pela imagem obtida com o Google Earth por um engenheiro aeronáutico e publicada no tablóide The Sun, mostrando contornos que poderão indicar a construção de edifícios numa vasta extensão com dimensões comparáveis ao País de Gales e situado no Oceano Atlântico, numa área conhecida como o abismo plano da Ilha da Madeira.
O Novo Testamento segundo a Ufologia
A mitologia ocidental reduz o continente ou Reino Atlante a uma ilha que teria submergido, engolida pelo oceano, nove mil anos antes da época de Sólon. Porém, Platão deixa claro que a ilha, além de ser tão grande quando "Líbia e Ásia juntas", era apenas uma parte do território Atlante, que se estendia em outras partes do mundo. A Atlântida de Platão seria o que restou de um continente muito mais antigo e os Atlantes, foram a quarta Raça humana, que povoou o mundo durante milhões de anos, até que se extinguiu no episódio relatado por Platão.
Platão preservou a história de Atlântida naquele que é, hoje, um dos mais valiosos registros que nos chega da antiguidade. Platão viveu 400 anos antes do nascimento de Cristo, Seu ancestral, Sólon, foi um grande legislador em Atenas 600 anos antes da Era Cristã. Sólon visitou o Egito. Diz Plutarco: "Sólon deixou uma longa descrição em verso ou, melhor dizendo, um fabuloso relato sobre a Atlantic Island (Ilha Atlântica), que ele ouviu dos homens de ciência, em Saís, relato particularmente relacionado com os atenienses."
Platão tencionava produzir uma grandiosa narrativa sobre a "Ilha Atlântica", uma fábula maravilhosa digna do relato de Sólon, uma história como nenhuma outra antes escrita; um deleite para escritor e um prazer ainda maior para o leitor. Mas a vida de Platão terminou antes que ele completasse o trabalho.
Não há dúvida que Sólon esteve no Egito. Sua ausência em Atenas por mais de dez anos é claramente atestada em Plutarco. Há muitas razões para crer que, de fato, Sólon aprendeu muito com os sacerdotes egípcios. Era um homem com uma extraordinária força e pensamento penetrante, como atestam suas leis e seus "ditos". É bem possível que tenha começado em verso a história e a descrição de Atlantis, trabalho que deixou incompleto.
O manuscrito de Sólon, muito possivelmente caiu nas mãos de Platão, seu sucessor e descendente, ele mesmo, Platão, sendo um estudioso, um pensador e um historiador, uma das mentes mais poderosas do mundo antigo. Um sacerdote egípcio teria dito a Sólon: "Vocês [gregos] não tem antiguidade de história [em termos de história] e nem têm a história da antiguidade; e Sólon compreendeu a vasta importância do registro daquele passado histórico, não apenas milhares de anos antes do tempo da civilização grega mas muitos milhares de anos antes do surgimento do Reino do Egito; e ficou [Sólon] muito ansioso para preservar para o seu mundo meio-civilizado ainda, aquela inestimável sabedoria do passado.
FRAGMENTO DE 'TIMEU E CRÍTIAS, ou A ATLÂNTIDA", de Platão:
Sócrates: Muito bom! E o quê é essa antiga e famosa proeza da qual Crítias falou e que não é mera lenda mas uma ação histórica do Estado Ateniense recontada por Sólon!
Crítias: Eu vou contar uma velha história do mundo que ouvi de homem já bastante idoso; Crítias, na época, tinha quase noventa anos e eu dez anos de idade. Era o "dia de Apaturia", também chamado "dia de registro na juventude" [entrada na adolescência] no qual, de acordo com o costume, nossos pais conferiam-nos prêmios pela declamação de poemas e muitos de nós cantavam poemas de Sólon, que eram novidades naquele tempo. Um de nossa tribo, talvez porque fosse sua real opinião, ou talvez porque quisesse agradar Crítias, disse que na sua opinião [dele] Sólon não era apenas o mais sábio dos homens, porém era também o mais nobre dos poetas. O velho homem, eu me lembro bem, iluminou-se diante disso e falou, sorrindo: "Sim, Amynander, se Sólon tivesse, apenas, como outros poetas, feito da poesia o negócio de sua vida e tivesse completado o relato que trouxe com ele do Egito e não se sentisse compelido, em razão de fatos e perturbações que ele encontrou [instabilidade política] quando voltou a este país, empenhando-se, então, em atender a outras tarefas, [se tivesse escrito o poema sobre a coisas fabulosas que aprendeu no Egito] na minha opinião ele teria sido um poeta tão famoso quanto Homero ou Hesíodo.
E sobre o quê era este poema, Crítias? perguntou alguém."Conte-nos", disse outra pessoa, "conte-nos a história toda e de quem Sólon ouviu essa tradição".
Crítias: Sobre a mais grandiosa ação já empreendida pelos atenienses e que deveria ser muito famosa mas o tempo e a destruição completa dos atores desse drama impediram que história chegasse até nós.
"No Delta Egípcio, o rio Nilo se divide, existe um certo distrito que é chamado Saís, e uma grande cidade do distrito, também chamada Saís, e essa é a cidade na qual nasceu o rei Amasis. Ali os cidadãos têm uma divindade fundadora: os egípcios a chamam de Neith mas eles dizem que é a mesma chamada pelos atenienses de "Atena". Os cidadãos desta cidade gostam muito dos atenienses e dizem que, de alguma forma, se relacionam com o povo de Atenas.
"Sólon, levado por Thrither [um sacerdote egípcio], foi recebido com grandes honras e perguntou aos sacerdotes qual dos mestres era o mais sábios em antiguidades [história antiga]; Sólon descobriu que nem ele nem qualquer outro heleno sabiam qualquer coisa de real valor sobre os tempos antigos.
Em uma ocasião, quando estavam falando de antiguidades, ele [Sólon] começou a discorrer sobre coisas de outros tempos quando nossa parte do mundo, o Phoroneus, que é chamado "o primeiro", e sobre Níobe e depois sobre o Dilúvio; falou sobre a vida de Deucalião e Pirra e traçou a genealogia de seus descendentes, a linha do tempo, as datas dos eventos aos quais se referia.
Thereupon, um dos sacerdotes, que era muito velho, disse: "Oh, Sólon, Sólon, vocês helenos são como crianças e não há homens velhos entre os helenos." – Diante disso, disse Sólon: "O que você quer dizer com isso?"
Quero dizer o que disse; que em termos de mentalidade vocês são muito jovens. Não há entre vocês idéias ancoradas em ciências antigas ou antigas tradições; e eu lhes dizer a razão disso: aconteceram e novamente acontecerão muitas destruições da raça humana deflagradas por muitas causas. Existe uma estória que vocês devem ter preservado, sobre Faetonte, o filho de Hélios, que sem saber conduzir os cavalos, tomou a carruagem de seu pai para percorrer o caminho que Hélios fazia todos os dias e provocou um grande desastre, queimando tudo na face da Terra.
Hoje, isso é uma expressão em forma de mito, mas, de fato, significa o declínio dos corpos que se movem em torno da Terra e nos céus; uma conflagração recorrente, que acontece em longos intervalos de tempo; quando isso acontece, aqueles que vivem nas montanhas e em outros lugares secos, estão mais sujeitos à destruição do que aqueles que vivem à margem dos rios, dos lagos ou do mar. Mas, por outro lado, quando os deuses purgam a terra pela água [e não pelo fogo, como Faetonte],então os pastores, os montanheses, são os sobreviventes e perecem os que vivem nas cidades, próximos aos rios e fontes, a beira-mar; são levados pelas enchentes, submergem no oceano. Mas nesse país, nem nesse tempo nem em qualquer outro a água veio do alto sobre os campos, tendo sempre a tendência de vir de baixo, razão pela qual as coisas preservadas aqui são as mais antigas.
O fato é que a Raça Humana, a população, cresce em certas épocas e decresce em outras e o que sempre aconteceu em seu país e no nosso ou em qualquer outra região da qual tenhamos conhecimento, todos os feitos grandes e nobres ou qualquer outro evento memorável, tudo o que tem sido escrito sobre os acontecimentos do passado, está preservado em nossos templos. Enquanto vocês [gregos] e outras nações mantêm escrituras e somente estes registros que interessam ao estado, no momento presente, ignoram que a pestilência [a catástrofe] pode estar vindo dos céus para dizimar todos e deixar apenas aqueles dentre vocês que são destituídos das letras e da educação e assim, deste modo, vocês têm de começar tudo novamente, como crianças, sem nada saber do aconteceu nos tempos mais antigos, entre nós [o Egito] e entre vocês mesmos [gregos].
As genealogias de vocês, gregos, que você Sólon nos tem contado, são relatos de crianças porque, em primeiro lugar, vocês se lembram de um dilúvio apenas, quando existiram muitos deles; em segundo lugar, vocês ignoram que habitaram em sua terra os homens da mais nobre e bela raça que jamais existiu, raça da qual você e seu povo são os descendentes. Isso é desconhecido por vocês porque muitas gerações de sobreviventes da destruição morreram sem deixar qualquer vestígio. Houve um tempo, Sólon, antes do maior dilúvio de todos, quando a cidade que hoje é Atenas era a primeira nas guerras e proeminente pela excelência de suas leis, pelos feitos notáveis, pela constituição magnífica de seus cidadãos.
Maravilhado, Sólon queria saber mais sobre aquela raça e aquele tempo. "Todos vocês são bem-vindos para ouvir sobre eles, Sólon" – disse o sacerdote – "por você mesmo, pela cidade e, sobretudo, pela glória da deusa que é protetora e civilizadora [educadora] de ambas as cidades [Atenas e Saís]. Ela fundou sua cidade mil anos antes da nossa, recebendo da Terra e Efaistos a semente de sua raça; e depois, fundou a nossa, um fato que está preservado em nossos registros sagrados como acontecido há oito mil anos atrás, como ensinaram os cidadãos de nove mil anos atrás. Eu informarei brevemente a você sobre suas leis e a nobreza de seus feitos conforme as escrituras sagradas deles mesmos. Se você comparar estas leis com as suas próprias verá muitas das nossas leis são contrapartida das suas.
Existe uma casta de sacerdotes, que é separada de todas as outras; depois vêm os artesãos, que exercem suas muitas artes e não se misturam com as outras castas; e também existe a classe dos pastores e dos caçadores bem como a dos agricultores. Você observará que os guerreiros no Egito são separados de outras classes e são comandados pela lei da guerra e são equipados com escudos e lanças e a deusa fala primeiro entre vocês, e então, aos países asiáticos e nós, entre os asiáticos, fomos os primeiros a adotar essas leis.
Sabiamente, você notará o cuidado da lei com o mais puro, buscando e compreendendo toda ordem de coisas, da profecia, a medicina e todos os elementos necessários à vida humana e todo tipo de conhecimento relacionado. Essa ordem de coisas foi estabelecida pela deusa e dada a vocês quando estabeleceram sua cidade; e ela escolheu este lugar da Terra, onde você nasceu, porque ali viu o arranjo harmonioso das estações e viu que aquela terra produziria os mais sábios dos homens.
A deusa, que amava a guerra e a sabedoria escolheu aqueles que seriam semelhantes a ela mesma; e ali vocês se estabeleceram com suas leis, que ainda são as melhores, e excedem toda a raça humana nesta virtude e eram os filhos e os discípulos dos deuses. Grandes e maravilhosos feitos de seu Estado foram registrados em nossa história mas um deles supera a todos em grandeza e valor. Foi quando uma força muito poderosa e agressiva levantou-se contra a Europa e Ásia mas sua cidade pôs um fim ao terror.
Esta força veio do oceano Atlântico, naqueles dias em que o Atlântico era navegável; e existia uma ilha situada em frente ao estreito [estreito de Gibraltar] que vocês denominam Colunas de Hércules. A ilha era maior que a Líbia e a Ásia juntas e era o caminho para outras ilhas através das quais era possível atravessar e chegar ao outro lado do continente que era cercado pelo verdadeiro oceano [passando do Mediterrâneo ao Atlântico]. O mar interior do estreito de Hércules (Gibraltar) era apenas um porto com uma entrada estreita; do outro lado, era o verdadeiro mar e a terra, ali, podia verdadeiramente ser chamada de "continente".
Então, na ilha de Atlantis existiu um grande e maravilhoso império, que tinha leis vigentes em toda a "ilha-continente" e em muitas outras além de partes da Líbia, "dentro" das colunas de Hércules tão distantes do Egito e da Europa quanto do Tirreno [parte ocidental do mar Mediterrâneo]. O vasto poder [de Atlantis] empenhou-se, então, em subjugar de um só golpe nosso país e os seus [as cidades-estado gregas] e toda a terra nos limites do estreito; e então, Sólon, seu país [Atenas] brilhou à frente de todos, na excelência de sua virtude e força, por sua bravura e perícia militar; [Atenas] liderou os helenos; e quando não havia esperança de trégua, quando compelida a estar sozinha, submetida a um grande perigo, Atenas derrotou e triunfou sobre os invasores e manteve à salvo da escravidão aqueles que ainda não tinham sido subjugados e libertou todos os outros que habitavam os limites de Hércules [área do mediterrâneo, estreito de Gibraltar]. Posteriormente aconteceram terremotos violentos e inundações e em apenas um dia e uma noite de tempestades (chuvas) Atlântida e todo o seu povo foram tragados pelo oceano. Esta é a razão pela qual naquela parte, o mar é inavegável, intransponível, porque está saturado de lama.
E eu gostaria de invocar Mnemosine (Memória) porque parte significativa do que tenho para contar depende do favor da deusa das recordações, para que possa recontar tudo o que disseram os sacerdotes e que Sólon trouxe consigo. Deixem-me começar observando que, os nove mil anos que mencionei são um resumo dos anos que tinham se passado desde o começo da guerra entre os que habitavam para além das coluna de Hércules e aqueles que habitavam "dentro" do estreito. De um lado os combatentes da cidade de Atenas e seus aliados; do outro, os reis da Ilhas de Atlantis, que outrora tinham sob seu poder um território maior que a Líbia e a Ásia; território que desapareceu entre tremores de terra e maremotos que tornaram o Atlântico praticamente inacessível. A história se desenrola e entram em cena numerosas tribos bárbaras e Helenos que existiam então. Mas devo ainda descrever os Atenienses tal como eram naqueles dias e seus inimigos e ainda o poder e a forma de governo de cada um. Comecemos pelos atenienses...
Muitos grandes dilúvios aconteceram durante aqueles nove mil anos... Os deuses repartiram entre si toda a Terra em diferentes porções. Ergueram templos, fizeram sacrifícios. Poseidon recebeu a ilha de Atlantis; o deus tinha filhos com uma mortal e instalou, mulher e filhos, em uma parte da ilha; na costa, voltada para o oceano, existia uma planície muito fértil. Próximo, no centro da ilha, havia uma montanha não muito alta. Nesta montanha habitavam os primeiros mortais deste país: um casal, ele chamado Evanor e ela Leucipa. Tinham uma única filha, Cleito.
Quando a donzela se tornou mulher, seus pais morreram e foi por ela que Poseidon se apaixonou e teve filhos com ela. Ela morava na montanha da planície, que foi cercada de canais circulares e concêntricos, alternando faixas de terra e água. Havia três faixas de água e duas de terra... [Os filhos]... eram cinco pares de gêmeos varões. Atlantis foi dividida em dez regiões: o mais velho do primeiro par, chamado Atlas, ficou com a ilha-colina onde morava sua mãe, que era um lugar magnífico e nomeado de Atlantic [Atlântica ou Atlântida]; e Atlas ficou sendo o rei de todo império. Os outros irmãos foram feitos príncipes por Poseidon. Eles governariam todos os homens. O gêmeo de Atlas, Gades ou Gaderius, ficou com terras interiores das colunas de Hércules.
O segundo par de gêmeos eram Ampheres e Evaernon; o terceiro, Mneseus e Autochthon [Autóctone]; o quarto par de gêmeos, Elasipo e Mestor; e o quinto, Azaes e Diaprepes. Todos estes e seus descendentes foram governantes de numerosas ilhas em mar aberto e também já foi dito que eles migraram para lugares distantes das colunas de Hércules, muito além do Tirreno e do Egito.
Atlas tinha, então, uma família numerosa e honrada e seus descendentes mantiveram o reino por muitas gerações e detinham muitas riquezas, tantas quantas jamais foram possuídas por outros reis e potentados. muitas especiarias eram trazidas de países estrangeiros mas a ilha era auto-suficiente e fornecia tudo que era necessário a uma vida confortável. O subsolo possuía minerais e um precioso metal do qual hoje só resta o nome: orichalcum.
Também havia florestas abundantes de onde se extraía a madeira e campos que alimentavam pessoas e animais domésticos e selvagens. Havia um grande número de elefantes na ilha Atlântica e outros variados tipos de animais, de lagos e montanhas, rios e planícies. [Os atlânticos possuíam também deliciosas] ... fragrâncias, perfumes, extraídos de raízes, ervas, flores e frutas. [Havia pomares ... e templos, palácios, portos, docas. Os palácios no interior da cidadela eram construídos com um templo, dedicado a Cleito e Poseidon no centro, extremamente inacessível e rodeado de ouro; foi o lugar onde nasceram os dez príncipes e onde eram realizados rituais anuais... Todo o exterior do templo era coberto de prata, e os pináculos [torres] de ouro. O interior do templo era de mármore decorado com ouro, prata e orichalcum... estátuas de ouro, como a do próprio deus [Poseidon] em sua carruagem de seis cavalos alados, cercado de Nereidas e golfinhos... Do lado de fora, rodeando o templo, havia vinte estátuas de ouro, representando os príncipes e suas mulheres... Havia fontes de água quente e fria... Havia muitos templos dedicados a muitos deuses... jardins e lugares para o laser. Alguns somente para os homens... [e havia haras, pistas para cavalos]... As docas estavam sempre repletas de naus trirremes e armazéns por onde circulavam mercadores de todo o mundo... ?
O TEXTO DE PLATÃO TERMINA ABRUPTAMENTE
Atlântida seria uma ilha de extrema riqueza vegetal e mineral. Não só era a ilha magnificamente prolífica em depósitos de ouro, prata, cobre, ferro, etc., como ainda de oricalco, um metal que brilhava como fogo.
Os reis de Atlântida construíram inúmeras pontes, canais e passagens fortificadas entre os seus cinturões de terra, cada um protegido com muros revestidos de bronze no exterior e estanho pelo interior. Entre estes brilhavam edifícios construídos de pedras brancas, pretas e vermelhas.
Tanto a riqueza e a prosperidade do comércio, como a inexpugnável defesa das suas muralhas, se tornariam imagens de marca da ilha.
Pouco mais se sabe de Atlântida. Segundo Platão, esta foi destruída por um desastre natural (possivelmente um terremoto ou maremoto) cerca de 9000 anos antes da sua era. Crê-se ainda que os atlantes teriam sido vítimas das suas ambições de conquistar o mundo, acabando por ser dizimados pelos atenienses.
Outra tradição completamente diferente chega-nos por Diodoro da Sicília, em que os atlantes seriam vizinhos dos líbios e que teriam sido atacados e destruídos pelas amazonas.
Segundo outra lenda, o povo que habitava a Atlântida era muito mais evoluído que os outros povos da época e, ao prever a destruição iminente, teria emigrado para a África, sendo os antigos egípcios descendentes dos atlantes.
Na cultura pop do séc. XX, muitas histórias em quadrinhos, filmes e desenhos animados retratam Atlântida como uma cidade submersa, povoada por sereias ou outros tipos de humanos subaquáticos.
Teorias e hipóteses sobre sua existência
O tema Atlântida tem dado origem a diferentes interpretações, das cépticas às mais fantasiosas. Segundo alguns autores mais céticos, tratar-se-ia de uma metáfora referente a uma catástrofe global (identificada, ou não, com o Dilúvio), que teria sido assimilada pelas tradições orais de diversos povos e configurada segundo suas particularidades culturais próprias. Consideram também que a narrativa se insere numa dada mitologia que pretendia explicar as transformações geográficas e geológicas devidas às transgressões marinhas.
Teoria do antigo continente
Teoria de Tântalis
Teoria da Antártida
Essa teoria seria ainda confirmada por uma mapa, o mapa dos antigos reis dos mares, feito por Piri Reis no século XVI, baseado em mapas antigos, que mostra um estranho formato para a América do Sul, que seria não a América do Sul, mas sim a Antártida na sua localização não polar. Essa teoria é aceita por alguns, porém não pelos estudiosos atuais que afirmam que o peso dos pólos não seria suficientemente grande para fazer mover os continentes na superfície da Terra, e, ainda, descobriram que o mapa de Piri Reis é realmente o mapa da América do Sul, porém, tendo como referência a cidade do Cairo, o que deu um formato diferente ao continente. Ainda, fotos de satélite tiradas a partir da cidade do Cairo, comprovaram que o formato da América do Sul, vista do Cairo, é como o mostrado no mapa. Outro problema encontrado com esse mapa é que sem o gelo a Antártida teria um formato diferente do que o mostrado, já que o nível da água subiria e deixaria aquele continente com várias ilhas.
Teoria extra-terrestre
Sendo Atlântida uma missão colonizadora, ela teria estado em muitos pontos da Terra, pois se locomovia e se instalava em regiões; este teria sido o motivo pelo qual sua presença ora é imaginada no Mediterrâneo, ora na Indonésia, ora no Atlântico, nos Pólos e nos Andes: Atlântida seria a mesma nave descrita na epopéia dos Sumérios. Segundo esta teoria inovadora do professor Ezra Floid, Atlântida não teria submergido catastroficamente, mas intencionalmente, como parte do projeto colonizador que seu povo realizava no planeta. Após permanecer algum tempo no fundo do mar como cidade submarina, o disco-voador atlante teria usado também a hidroenergia de emersão para lançar-se diretamente no espaço sideral, provocando com sua massa e seu arranque poderoso uma enorme onda circular de tsunami no oceano onde estaria oculta. Os sobreviventes deste tsunami, após a tragédia, teriam julgado que Atlântida havia afundado. No entanto, os atlantes apenas teriam voltado para seu sistema natal.
Hipóteses sobre a localização geográfica
Alguns teóricos sugerem que Atlântida seria uma ilha sobre a Dorsal Oceânica que - no caso de não ser hoje parte dos Açores, Madeira, Canárias ou Cabo Verde - teria sido destruída por movimentos bruscos da crosta terrestre naquele local. Essa teoria baseia-se em supostas coincidências, como a construção de templos em forma de pirâmide na América, semelhantes às pirâmides do Egito, fato que poderia ser explicado com a existência de um povo no meio do oceano que separa estas civilizações, suficientemente avançado tecnologicamente para navegar à África e à América para dividir seus conhecimentos. Esta posição geográfica explicaria a ausência concreta de vestígios arqueológicos sobre este povo.
Alguns estudiosos dos escritos de Platão acreditam que o continente de Atlântida seria na realidade a própria América, e seu povo culturalmente avançado e coberto de riquezas seria o povo Chavín, da Cordilheira dos Andes, ou os olmecas da América Central, cujo uso de ouro e pedras preciosas é confirmado pelos registros arqueológicos. Terremotos comuns nestas regiões poderiam ter dado fim a estas culturas, ou pelo menos poderiam tê-las abalado de forma violenta por um período de tempo. Através de diversos estudos, alguns estudiosos chegaram a conclusão que Tiwanaku, localizada no altiplano boliviano, seria a antiga Atlântida. Essa civilização teria existido de 17.000 a.C. a 12.000 a.C., em uma época que a região era navegável. Foram encontrados portos de embarcações em Tiwanaku, faltando escavar 97,5% do local.
Para alguns arqueólogos e historiadores, Atlântida poderia ser uma mitificação da cultura minóica, que floresceu na ilha de Creta até o final do século XVI a.C. Os ancestrais dos gregos, os micênicos, tiveram contato com essa civilização culturalmente e tecnologicamente muito avançada no início de seu desenvolvimento na Península Balcânica. Com os minóicos, os micênicos aprenderam arquitetura, navegação e o cultivo de oliveiras, elementos vitais da cultura helênica posterior. No entanto, dois fortes terremotos e maremotos no Mar Egeu solaparam as cidades e os portos minóicos, e a civilização de Creta rapidamente desapareceu. É possível que as histórias sobre este povo tenham ganhado proporções míticas ao longo dos séculos, culminando com o conto de Platão.
Uma formulação moderna da história da Atlântida e dos atlantes foi feita por Helena Petrovna Blavatsky, fundadora da Teosofia. Em seu principal livro, A Doutrina Secreta, ela descreve em detalhes a raça atlante, seu continente e sua cultura, ciência e religião. Existem alguns cientistas que remetem a localização da Atlântida a um local sob a superfície da Antártica.
A localização mais recente foi sugerida pela imagem obtida com o Google Earth por um engenheiro aeronáutico e publicada no tablóide The Sun, mostrando contornos que poderão indicar a construção de edifícios numa vasta extensão com dimensões comparáveis ao País de Gales e situado no Oceano Atlântico, numa área conhecida como o abismo plano da Ilha da Madeira.
O Novo Testamento segundo a Ufologia
Novas interpretações da Bíblia indicam que Jesus foi um alienígena enviado à Terra
O primeiro período da década de 70, época obscura da política brasileira, quando a ditadura militar implementava suas maiores atrocidades contra aqueles que teimavam em seguir caminhos contrários aos rumos determinados pelo então presidente Médici e seus políticos colaboradores, coincidiu com a conturbada adolescência da Ufologia Brasileira. As práticas religiosas ditadas pela Igreja Católica Apostólica Romana eram rigidamente cumpridas no maior país católico do mundo, sendo o catolicismo oficialmente reconhecido como a religião do Brasil, a única a ser ministrada no ensino religioso das escolas públicas. Quem colocasse esses pressupostos divinos em questão seria queimado vivo na inquisitória fogueira da ignorância pública e condenado ao ostracismo.
Nesse contexto, surgem no país as primeiras obras de impacto que levantariam graves suspeitas sobre o que estava estampado nas escrituras sagradas do cristianismo. Como uma adolescente indócil e rebelde, em plena produção hormonal, a Ufologia Brasileira, através do ufólogo Fernando Cleto Nunes Pereira, em seu livro A Bíblia e os Discos Voadores, atingira em cheio os principais alicerces da igreja, repetidos e pregados exaustivamente séculos a fio por seus evangelistas. Tal qual um vendedor de balas que oferece uma guloseima nova a uma criança ávida por novidades, Pereira ousara chamar-nos à leitura de novos pontos de vista sobre o que realmente dizia a Bíblia, com uma frase que, neste momento, a roubaremos para finalizar a introdução de nossas espinhosas e ousadas afirmações a respeito das relações entre os Evangelhos e a Ufologia: “Aqueles que seguirem com muito afinco uma religião de cunho cristão, não deverão ler esta obra”.
Hoje, assistimos a calorosas discussões na mídia sobre o que alguns novos teólogos expressam em suas obras literárias, as quais causaram grande furor nos meios religiosos. Essas obras estão, curiosamente, apenas no final do século passado e início desse terceiro milênio, remexendo e questionando o que sempre foi dito em missas e cultos cristãos durante esses dois mil anos. Principalmente no que se refere aos Evangelhos apócrifos, as discussões estão se acirrando. Entretanto, ao que nos parece, esse reaquecimento filosófico curiosamente ainda não chegou, pelo menos publicamente, às raias da Ufologia, que é o que pleiteamos agora. Talvez o rumo das pesquisas seja estrategicamente guiado para passar à margem de conceitos considerados indesejáveis à luz dos auto-intitulados escolhidos de Cristo, mas não é essa questão que queremos levantar no momento.
Algumas dessas novas discussões giram em torno de afirmações levantadas sobre a impossibilidade de Ana, mãe de Maria, ter filhos, sobre a virgindade ou não de Maria, das posses nada modestas de Joaquim, avô de Jesus, das visitas freqüentes dos anjos em determinadas épocas a esses escolhidos, sobre os pequenos milagres de Cristo quando ainda era criança, ou pela rispidez desse no trato com sua família. Tal atitude está descrita nas obras Jesus, um Retrato do Homem, do jornalista A. N. Wilson [Ediouro], Cristo, uma Crise na Vida de Deus, do ex-jesuíta Jack Miles [Companhia das Letras], e em Mãe, A História de Maria, de Júlia Bárány [Editora Mercuryo]. Todas essas obras estão baseadas nos Evangelhos apócrifos. Contudo, nenhuma delas toca na espinhosa questão dos verdadeiros causadores de fatos tão incomuns nas vidas desses ícones do cristianismo.
Onipotência Divina
Nesse contexto, surgem no país as primeiras obras de impacto que levantariam graves suspeitas sobre o que estava estampado nas escrituras sagradas do cristianismo. Como uma adolescente indócil e rebelde, em plena produção hormonal, a Ufologia Brasileira, através do ufólogo Fernando Cleto Nunes Pereira, em seu livro A Bíblia e os Discos Voadores, atingira em cheio os principais alicerces da igreja, repetidos e pregados exaustivamente séculos a fio por seus evangelistas. Tal qual um vendedor de balas que oferece uma guloseima nova a uma criança ávida por novidades, Pereira ousara chamar-nos à leitura de novos pontos de vista sobre o que realmente dizia a Bíblia, com uma frase que, neste momento, a roubaremos para finalizar a introdução de nossas espinhosas e ousadas afirmações a respeito das relações entre os Evangelhos e a Ufologia: “Aqueles que seguirem com muito afinco uma religião de cunho cristão, não deverão ler esta obra”.
Hoje, assistimos a calorosas discussões na mídia sobre o que alguns novos teólogos expressam em suas obras literárias, as quais causaram grande furor nos meios religiosos. Essas obras estão, curiosamente, apenas no final do século passado e início desse terceiro milênio, remexendo e questionando o que sempre foi dito em missas e cultos cristãos durante esses dois mil anos. Principalmente no que se refere aos Evangelhos apócrifos, as discussões estão se acirrando. Entretanto, ao que nos parece, esse reaquecimento filosófico curiosamente ainda não chegou, pelo menos publicamente, às raias da Ufologia, que é o que pleiteamos agora. Talvez o rumo das pesquisas seja estrategicamente guiado para passar à margem de conceitos considerados indesejáveis à luz dos auto-intitulados escolhidos de Cristo, mas não é essa questão que queremos levantar no momento.
Algumas dessas novas discussões giram em torno de afirmações levantadas sobre a impossibilidade de Ana, mãe de Maria, ter filhos, sobre a virgindade ou não de Maria, das posses nada modestas de Joaquim, avô de Jesus, das visitas freqüentes dos anjos em determinadas épocas a esses escolhidos, sobre os pequenos milagres de Cristo quando ainda era criança, ou pela rispidez desse no trato com sua família. Tal atitude está descrita nas obras Jesus, um Retrato do Homem, do jornalista A. N. Wilson [Ediouro], Cristo, uma Crise na Vida de Deus, do ex-jesuíta Jack Miles [Companhia das Letras], e em Mãe, A História de Maria, de Júlia Bárány [Editora Mercuryo]. Todas essas obras estão baseadas nos Evangelhos apócrifos. Contudo, nenhuma delas toca na espinhosa questão dos verdadeiros causadores de fatos tão incomuns nas vidas desses ícones do cristianismo.
Onipotência Divina
Tudo é simplesmente atribuído a Deus e a seus anjos, arcanjos, querubins e serafins. Provavelmente, pelos termos que geraram a contenda, não era a intenção dos autores das citadas obras adentrar nessa área, mas qualquer discussão nesse sentido, mais cedo ou mais tarde, acabaria resvalando na questão dos UFOs na Bíblia – até porque uma coisa é inerente à outra. Para a Ufologia, a questão está exatamente aí: quem é Deus e quem são esses auxiliares que tanto influenciaram nos protagonistas da Bíblia? Considerando-se que nela mesmo, em Gênesis, os evangelistas se referem a Deus em hebraico, por meio da palavra elohim, que significa deuses, no plural, e não Eloah, no singular, como seria o correto, podemos ter uma idéia da variedade de líderes e suas falanges celestes que nos visitaram no passado. Entre os ufólogos, alguns religiosos, e também em reservados círculos científicos, não é novidade nenhuma que tanto a Bíblia e seus apócrifos, quanto os livros sagrados de outras religiões, como o hinduísmo e o budismo, estão repletos de relatos sobre esses seres e suas máquinas voadoras, e que seus feitos são, em sua maioria, provas incontestáveis de uma origem alienígena. Outra questão a se levantar é o fato de que tanto essas escrituras, quanto às conclusões de estudiosos que ousaram tocar no tema ufológico-religioso, serem constantemente evitados por exegetas clericais.
Divindades Africanas
Divindades Africanas
O filósofo e teólogo Roberto dos Santos Miranda, padre excardinado da Diocese de Brasília, autor de três livros sobre divindades africanas, acha perfeitamente viável que essas teorias ufológicas tenham seu fundo de verdade. Contudo, pensa que jamais o Vaticano abordará o assunto do ponto de vista desejado pelos ufólogos, simplesmente por dois motivos. Primeiramente, porque as provas disponíveis, concernentes à Bíblia e aos apócrifos, quando não são tidas como manifestações metafóricas exageradas de seus autores, sendo esse um dos motivos que levaram os apócrifos a serem proscritos dos textos sagrados, são então encaradas como milagres, tendo, portanto, origem divina.
E, se existem provas que não são públicas, estas estão muito bem guardadas nos andares e longos corredores da Biblioteca do Vaticano, reconhecido baluarte milenar da história das civilizações que se instalaram na Ásia Ocidental, Oriente Médio, Europa e Norte da África. Padre Miranda nos lembra que o Vaticano tem inúmeros volumes da Biblioteca de Alexandria, milagrosamente salvos por antigos sacerdotes, que, antes de ser destruída pela invasão romana, continha toda a história das primeiras civilizações terrestres. Sabemos também que revelações provenientes de uma discussão dessa importância colocariam em cheque, imediatamente, toda a teologia católica e seus dogmas. Contra isso, existe uma poderosa corrente dentro do Vaticano, que, detectado algum foco de perigo estrutural na igreja, prontamente entra em ação, expressando suas palavras através do papa.
A última manifestação dessa equipe conservadora, provavelmente motivada por esses novos questionamentos teológicos, foi comunicada no mês de abril, quando João Paulo II determinou que aquele que se considerar católico, de preferência praticante, estará terminantemente proibido de participar de qualquer outro culto religioso. Ora, uma atitude dessa, vinda do pontífice que ficou reconhecido como o papa que pregava o ecumenismo, é uma incongruência.
O primeiro ufólogo a questionar exclusivamente os Evangelhos apócrifos, bem antes das atuais e limitadas conclusões levantadas pelos novos teólogos, foi o espanhol J. J. Benítez, em sua obra Os Astronautas de Yaveh, em 1980 [Editora Mercuryo]. Nessa obra, o autor chama diversas vezes a atenção do leitor sobre a constante presença dos anjos e seus feitos, e sobre os talentos dos protagonistas do Antigo e do Novo Testamento, que são ainda mais surpreendentes nos apócrifos. Conclusivamente, assim como Fernando Cleto Nunes Pereira, Benítez afirma que só um plano muito bem elaborado por criaturas que realmente não eram desse planeta estaria por trás dos acontecimentos relatados nas escrituras.
Ufologia e Evangelhos
E, se existem provas que não são públicas, estas estão muito bem guardadas nos andares e longos corredores da Biblioteca do Vaticano, reconhecido baluarte milenar da história das civilizações que se instalaram na Ásia Ocidental, Oriente Médio, Europa e Norte da África. Padre Miranda nos lembra que o Vaticano tem inúmeros volumes da Biblioteca de Alexandria, milagrosamente salvos por antigos sacerdotes, que, antes de ser destruída pela invasão romana, continha toda a história das primeiras civilizações terrestres. Sabemos também que revelações provenientes de uma discussão dessa importância colocariam em cheque, imediatamente, toda a teologia católica e seus dogmas. Contra isso, existe uma poderosa corrente dentro do Vaticano, que, detectado algum foco de perigo estrutural na igreja, prontamente entra em ação, expressando suas palavras através do papa.
A última manifestação dessa equipe conservadora, provavelmente motivada por esses novos questionamentos teológicos, foi comunicada no mês de abril, quando João Paulo II determinou que aquele que se considerar católico, de preferência praticante, estará terminantemente proibido de participar de qualquer outro culto religioso. Ora, uma atitude dessa, vinda do pontífice que ficou reconhecido como o papa que pregava o ecumenismo, é uma incongruência.
O primeiro ufólogo a questionar exclusivamente os Evangelhos apócrifos, bem antes das atuais e limitadas conclusões levantadas pelos novos teólogos, foi o espanhol J. J. Benítez, em sua obra Os Astronautas de Yaveh, em 1980 [Editora Mercuryo]. Nessa obra, o autor chama diversas vezes a atenção do leitor sobre a constante presença dos anjos e seus feitos, e sobre os talentos dos protagonistas do Antigo e do Novo Testamento, que são ainda mais surpreendentes nos apócrifos. Conclusivamente, assim como Fernando Cleto Nunes Pereira, Benítez afirma que só um plano muito bem elaborado por criaturas que realmente não eram desse planeta estaria por trás dos acontecimentos relatados nas escrituras.
Ufologia e Evangelhos
No intuito de chegar a conclusões livres de preconceitos religiosos e de visões dogmáticas que governam o cristianismo há séculos, gostaríamos de convidar os leitores a desfazerem-se dessas amarras e buscarem, sob novos aspectos, a velha máxima de Jesus Cristo: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Para tal, precisarão apenas transportar sua ótica dos remotos tempos bíblicos para nossa era. O tipo de postura que aqui propomos é o que faz o estudo ufológico há pelo menos 30 anos, promovendo uma modificação conceitual sobre os relatos bíblicos, encarando-os do ponto de vista atual, baseando-se nas tecnologias que já estão ao nosso alcance, também na rica casuística ufológica e nos incontáveis relatos acumulados e publicados em livros neste meio século de estudo científico da matéria. Tudo isso está acessível para aquele que “...tiver olhos para ver e ouvidos para ouvir”, como Cristo colocou.
Primeiramente, é necessário ter em mente o que representam os Evangelhos e outros livros apócrifos para as diversas igrejas e suas doutrinas cristãs, bem como para os demais seguidores independentes dos ensinamentos bíblicos. Conforme o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, a palavra apócrifo significa “...obra ou fato sem autenticidade, ou cuja autenticidade não se provou. Diz-se, entre os católicos, dos escritos de assunto sagrado não incluídos pela igreja no Cânon das escrituras autênticas e divinamente inspiradas”. Entre os cristãos esotéricos, o conceito mais usado vem do grego apocrypha, que, como coloca o Glossário Teosófico, é “...erroneamente traduzido e adotado como ‘duvidoso’ ou ‘espúrio’. A palavra significa simplesmente secreto, oculto ou esotérico”.
Antes do surgimento do cristianismo, esse último conceito era usado para identificar algumas obras, sobretudo, pelos sumos sacerdotes e seus iniciados nas escolas secretas, das quais, as mais conhecidas encontravam-se na Antiga Grécia, Egito, Índia e nas montanhas do Himalaia. É comum nesses meios a afirmação de que, num período ocultado pela Bíblia, o próprio Jesus Cristo freqüentou uma dessas escolas durante sua infância ou adolescência, a dos essênios, tendo acesso a vários desses apócrifos e trocando alguns de seus conhecimentos com mestres dessa escola. Mais tarde, seus conceitos seriam utilizados em sermões e confrontos nos templos sagrados dos judeus.
Cabe aqui ressaltar que os essênios constituíam uma seita misteriosa de judeus de cunho espírita, que, segundo o historiador Plínio, viveu próxima ao Mar Morto por millia soecolorum, milhares de séculos. Após a chegada do profetizado Enviado, muitos desses essênios passaram a compor os cristãos gnósticos, uma seita basicamente esotérica, dentre várias novas que passariam a compor o catolicismo. A realidade é que os Evangelhos apócrifos, conforme os conhecemos hoje, começaram a surgir após o Concílio de Nicéia, no ano de 325 d.C., quando alguns foram separados dos 73 livros canônicos [Lista dos livros sagrados admitidos pela Igreja Católica]. Os motivos para sua separação e, em alguns casos, reinserção, através dos diversos concílios, é questão de caloroso debate entre os estudiosos. Não deverão ser aqui expostos, pois tomariam demasiado tempo.
Mas vale adicionar que algumas dessas razões apresentam tamanho absurdo e ignorância, que deixariam quaisquer padres ou pastores protestantes, suficientemente coerentes, rubros ao expô-las em seminários ou pregações. Tais comportamentos de exceção, característicos de seitas dominantes no cristianismo nascente, podem ser comparados com aquele que encontramos na suposta predicação final de Cristo no Evangelho de Bartolomeu, onde Ele fala da Igreja Católica, que não tem nenhum fundamento, e “representa um anacronismo ridículo”, segundo as palavras de Maria de Oliveira Tricca, compiladora da obra Apócrifos, Os Proscritos da Bíblia [Editora Mercuryo].
Iluminatis
Primeiramente, é necessário ter em mente o que representam os Evangelhos e outros livros apócrifos para as diversas igrejas e suas doutrinas cristãs, bem como para os demais seguidores independentes dos ensinamentos bíblicos. Conforme o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, a palavra apócrifo significa “...obra ou fato sem autenticidade, ou cuja autenticidade não se provou. Diz-se, entre os católicos, dos escritos de assunto sagrado não incluídos pela igreja no Cânon das escrituras autênticas e divinamente inspiradas”. Entre os cristãos esotéricos, o conceito mais usado vem do grego apocrypha, que, como coloca o Glossário Teosófico, é “...erroneamente traduzido e adotado como ‘duvidoso’ ou ‘espúrio’. A palavra significa simplesmente secreto, oculto ou esotérico”.
Antes do surgimento do cristianismo, esse último conceito era usado para identificar algumas obras, sobretudo, pelos sumos sacerdotes e seus iniciados nas escolas secretas, das quais, as mais conhecidas encontravam-se na Antiga Grécia, Egito, Índia e nas montanhas do Himalaia. É comum nesses meios a afirmação de que, num período ocultado pela Bíblia, o próprio Jesus Cristo freqüentou uma dessas escolas durante sua infância ou adolescência, a dos essênios, tendo acesso a vários desses apócrifos e trocando alguns de seus conhecimentos com mestres dessa escola. Mais tarde, seus conceitos seriam utilizados em sermões e confrontos nos templos sagrados dos judeus.
Cabe aqui ressaltar que os essênios constituíam uma seita misteriosa de judeus de cunho espírita, que, segundo o historiador Plínio, viveu próxima ao Mar Morto por millia soecolorum, milhares de séculos. Após a chegada do profetizado Enviado, muitos desses essênios passaram a compor os cristãos gnósticos, uma seita basicamente esotérica, dentre várias novas que passariam a compor o catolicismo. A realidade é que os Evangelhos apócrifos, conforme os conhecemos hoje, começaram a surgir após o Concílio de Nicéia, no ano de 325 d.C., quando alguns foram separados dos 73 livros canônicos [Lista dos livros sagrados admitidos pela Igreja Católica]. Os motivos para sua separação e, em alguns casos, reinserção, através dos diversos concílios, é questão de caloroso debate entre os estudiosos. Não deverão ser aqui expostos, pois tomariam demasiado tempo.
Mas vale adicionar que algumas dessas razões apresentam tamanho absurdo e ignorância, que deixariam quaisquer padres ou pastores protestantes, suficientemente coerentes, rubros ao expô-las em seminários ou pregações. Tais comportamentos de exceção, característicos de seitas dominantes no cristianismo nascente, podem ser comparados com aquele que encontramos na suposta predicação final de Cristo no Evangelho de Bartolomeu, onde Ele fala da Igreja Católica, que não tem nenhum fundamento, e “representa um anacronismo ridículo”, segundo as palavras de Maria de Oliveira Tricca, compiladora da obra Apócrifos, Os Proscritos da Bíblia [Editora Mercuryo].
Iluminatis
Entre os ufólogos, essa discussão sobre interferências nocivas à lógica cristã vai além do que propõem os intelectuais religiosos. Entra no campo dos constantes monitoramentos de grupos secretos que, segundo alguns, são identificados como os iluminatis da igreja, os quais possuem conhecimento suficiente para identificar a presença de seres extraterrestres entre anjos e deuses. Ainda segundo essa corrente ufológica, os iluminatis sabiam muito bem o que estavam fazendo ao interferirem, por exemplo, nas investigações sobre as aparições da Virgem de Fátima, um fenômeno que, pelos relatos, desenhou nitidamente seu caráter ufológico, ocorrido em Portugal, séculos depois da morte de Maria.
Isso demonstra a constante presença desse grupo e o grande poder de influência que possui na direção do Vaticano. Outro grupo, talvez ligado aos primeiros iluminatis, que na época do Concílio de Nicéia teria como função a escolha dos rumos que deveria seguir o cristianismo, discriminando o canônico do apócrifo, jamais pensaria que o seu filtro não seria tão seletivo, a ponto de passar apenas as escrituras que não gerassem interpretações dúbias, ridículas, ou perigosas ao credo, em outras instâncias do conhecimento histórico-religioso e científico. De fato, o intuito de esconder informações não surtiu o efeito desejado, uma vez que muitos dos livros canônicos também contêm confirmações sobre alguns fatos supostamente ligados à Ufologia. Devido ao grande número de textos e passagens da Bíblia canônica e da apócrifa, impossíveis de compilação numa revista, escolhemos apenas trechos de alguns desses livros, em distintas épocas, e retiramos deles os aspectos mais contundentes em relação à Ufologia [Veja box].
Enoque, Um Enviado
Isso demonstra a constante presença desse grupo e o grande poder de influência que possui na direção do Vaticano. Outro grupo, talvez ligado aos primeiros iluminatis, que na época do Concílio de Nicéia teria como função a escolha dos rumos que deveria seguir o cristianismo, discriminando o canônico do apócrifo, jamais pensaria que o seu filtro não seria tão seletivo, a ponto de passar apenas as escrituras que não gerassem interpretações dúbias, ridículas, ou perigosas ao credo, em outras instâncias do conhecimento histórico-religioso e científico. De fato, o intuito de esconder informações não surtiu o efeito desejado, uma vez que muitos dos livros canônicos também contêm confirmações sobre alguns fatos supostamente ligados à Ufologia. Devido ao grande número de textos e passagens da Bíblia canônica e da apócrifa, impossíveis de compilação numa revista, escolhemos apenas trechos de alguns desses livros, em distintas épocas, e retiramos deles os aspectos mais contundentes em relação à Ufologia [Veja box].
Enoque, Um Enviado
O primeiro versículo do relato atribuído a Enoque refere-se nitidamente à aparição de dois seres de enorme estatura, que realmente deveriam ser muito estranhos, tal foi o terror demonstrado pelo contactado ao notar as características físicas incomuns. Ante seu espanto, os seres informaram-lhe que dentro em pouco ele “subiria aos céus”, e que pelo tempo que deveria permanecer fora, teria que passar instruções à sua família sobre o que fazer durante sua ausência. Literalmente, Enoque seria abduzido por dois seres bem diferentes dos humanos que, conforme sua descrição, tinham faces resplandecentes, olhos como chama e uma voz que soava como um canto. Eles possuíam também algum tipo de instrumento nas costas, identificado por Enoque como “asas mais brilhantes que o ouro e as mãos mais brancas que a neve”.
Essas criaturas podem ser enquadradas como seres humanóides do tipo 03, variação 03, conforme classificação de Jader Pereira, ou algo entre o tipo beta e o gama, segundo a classificação de Claudeir Covo. As asas douradas poderiam representar algum tipo de instrumento metálico localizado nas costas, talvez para função comunicativa, respiratória ou locomotiva. Esses dois seres que acompanhariam Enoque na maior parte da viagem, até seu retorno, são identificados como os anjos Samuil e Raguil. A jornada do abduzido deveria, no mínimo, chegar aos limites da Via Láctea e durar muitos anos para quem estivesse na Terra, uma vez que, assim como vários lugares, ou céus foram descritos e algumas estrelas além do Sol também parecem ter sido visitadas.
De acordo com a Teoria da Relatividade de Einstein, para uma pessoa que viaje grandes distâncias a velocidades muito altas, o tempo passará mais vagarosamente em relação à outra que permaneça em repouso num ponto estacionário. No caso, quem permaneceria em repouso seria sua família, por isso as instruções durante um tempo que, à vista de Enoque [Em movimento], seria muito menor que o de sua família [Em repouso]. A jornada deve ter durado no mínimo 30 dias, tempo em que escreveu seus 366 livros, de acordo com o que coloca o 23º capítulo do apócrifo, e mais o período de observação dos céus.
Entretanto, segundo a Bíblia, em Gênesis, capítulo 05, versículos 21 a 24, Enoque gerou Matusalém aos 65 anos e gerou outros filhos e filhas antes da viagem. Retornou, repassou tudo o que vira em mais 30 dias na Terra e partiu novamente aos céus, vivendo ao todo 365 anos terrestres. No entanto, no apócrifo, Enoque afirma que foram 165 anos de vida antes do nascimento de Matusalém, e não 65. Na menor das hipóteses, teria a viagem de Enoque durado mais ou menos 100 anos terrestres e, na maior, 200. Conforme cálculos baseados nos estudos de Einstein, uma viagem de ida e volta ao limite de nossa galáxia, a velocidades próximas à da luz, duraria quase 200 anos para quem estivesse no planeta, enquanto que, para o viajante, esse tempo quase pararia.
O terceiro capítulo do livro de Enoque, apesar de pequeno, com apenas um versículo, mostra claramente que ele foi levado ao lugar ao qual se refere como “primeiro céu”, através das asas dos anjos, e depois elevado às nuvens. O que nos parece com um verdadeiro traslado antigravitacional, causado provavelmente por alguma força que provinha do que estava nas costas dos dois seres, suas asas, levando-o do chão à nave. Essa, por sua vez, içou vôo em direção ao espaço, a exemplo do que ocorreu com Elias [II Reis, capítulo 02, versículo 11], levado por uma carruagem de fogo aos céus.
Grande Mar
Essas criaturas podem ser enquadradas como seres humanóides do tipo 03, variação 03, conforme classificação de Jader Pereira, ou algo entre o tipo beta e o gama, segundo a classificação de Claudeir Covo. As asas douradas poderiam representar algum tipo de instrumento metálico localizado nas costas, talvez para função comunicativa, respiratória ou locomotiva. Esses dois seres que acompanhariam Enoque na maior parte da viagem, até seu retorno, são identificados como os anjos Samuil e Raguil. A jornada do abduzido deveria, no mínimo, chegar aos limites da Via Láctea e durar muitos anos para quem estivesse na Terra, uma vez que, assim como vários lugares, ou céus foram descritos e algumas estrelas além do Sol também parecem ter sido visitadas.
De acordo com a Teoria da Relatividade de Einstein, para uma pessoa que viaje grandes distâncias a velocidades muito altas, o tempo passará mais vagarosamente em relação à outra que permaneça em repouso num ponto estacionário. No caso, quem permaneceria em repouso seria sua família, por isso as instruções durante um tempo que, à vista de Enoque [Em movimento], seria muito menor que o de sua família [Em repouso]. A jornada deve ter durado no mínimo 30 dias, tempo em que escreveu seus 366 livros, de acordo com o que coloca o 23º capítulo do apócrifo, e mais o período de observação dos céus.
Entretanto, segundo a Bíblia, em Gênesis, capítulo 05, versículos 21 a 24, Enoque gerou Matusalém aos 65 anos e gerou outros filhos e filhas antes da viagem. Retornou, repassou tudo o que vira em mais 30 dias na Terra e partiu novamente aos céus, vivendo ao todo 365 anos terrestres. No entanto, no apócrifo, Enoque afirma que foram 165 anos de vida antes do nascimento de Matusalém, e não 65. Na menor das hipóteses, teria a viagem de Enoque durado mais ou menos 100 anos terrestres e, na maior, 200. Conforme cálculos baseados nos estudos de Einstein, uma viagem de ida e volta ao limite de nossa galáxia, a velocidades próximas à da luz, duraria quase 200 anos para quem estivesse no planeta, enquanto que, para o viajante, esse tempo quase pararia.
O terceiro capítulo do livro de Enoque, apesar de pequeno, com apenas um versículo, mostra claramente que ele foi levado ao lugar ao qual se refere como “primeiro céu”, através das asas dos anjos, e depois elevado às nuvens. O que nos parece com um verdadeiro traslado antigravitacional, causado provavelmente por alguma força que provinha do que estava nas costas dos dois seres, suas asas, levando-o do chão à nave. Essa, por sua vez, içou vôo em direção ao espaço, a exemplo do que ocorreu com Elias [II Reis, capítulo 02, versículo 11], levado por uma carruagem de fogo aos céus.
Grande Mar
Durante o vôo, Enoque tem, acima, a visão do espaço sideral [Éter] e ao olhar o horizonte e abaixo, os seres mostram o que mais lhe parecia com um grande mar, “maior que o mar da Terra”. Enoque, neste momento, possivelmente teve a mesma impressão que Yuri Gagarin teve, em 1961, ao dar a primeira volta ao redor do planeta, na nave Vostok 1, quando exclamou a famosa frase: “A Terra é azul”. Para Enoque, pode ser que o grande horizonte azul do planeta, quando se chega às últimas camadas da atmosfera, lhe parecera o maior dos mares. Após alguns lances de admiração, o quarto e quinto capítulos descrevem como Enoque entrou em contato com outros seres que provavelmente ocupavam maiores postos na hierarquia divina, já que foram reconhecidos como “anciãos e os dirigentes das ordens estelares”, bem como seus subordinados. Deve-se considerar que, frente àquelas novidades, o contactado poderia muito bem confundir os locais que visitava, já que sua cultura não possuía palavras para expressar exatamente o que presenciava. O que ele entendia como céu, estrelas, planetas e cidades, poderiam ser veículos que transportavam a ele e aqueles exércitos de homens, provavelmente naves que compunham uma frota estelar, dada a riqueza de detalhes de sua descrição. Aqui percorremos o perigoso terreno das suposições, mas sabemos que sem ele a ciência não caminha.
“E então apareceram dois homens extraordinariamente grandes, como eu nunca vira antes na Terra. E eles disseram: ‘Tu deves subir aos céus conosco: Não demorei em obedecê-los. Mostraram-me 200 anjos que dirigiam as estrelas e suas fundações nos céus. Voavam com suas asas e pareciam que navegavam”.
— Profeta Enoque, descrevendo uma abdução alienígena nos evangelhos apócrifos que escreveu, convenientemente excluídos da Bíblia
No primeiro céu, Enoque retrata aquilo que lhe parecia neve e os anjos que “mantêm seus terríveis depósitos”, talvez pela cor branca ou claridade que de lá emanava. Segundo descrições, seria um local onde anjos controlavam uma “tesouraria” e de onde partiam “nuvens” para vários locais. Analisando-se essas palavras sob o ponto de vista da tradução ao pé da letra, vamos ver que tesouraria, neste caso, refere-se a um local cheio de tesouros, com uma forte iluminação interna. Isso nos induz a comparações bem interessantes com cabines de aviões ou torres de controle de aeroportos.
Como um habitante da Antigüidade interpretaria o conjunto de luzes coloridas, botões, alavancas, painéis, gráficos luminosos, telas de radar ou de computadores e toda espécie de equipamento para navegação aérea e espacial, dentro de uma cabine de avião ou numa sala de controle da NASA, por exemplo? Naquela época, tesouraria seria uma boa forma de comparação. Quanto às nuvens dirigidas e seus terríveis depósitos? O que seriam? Certamente, não se tratava de vapor d’água armado. Seriam astronautas militares os anjos diretores de estrelas que voavam em suas asas, navegavam e possuíam suas funções no céu?
Nos capítulos 11 e 12, o viajante visita e identifica o que nos parece ser a rota da Terra, no Sistema Solar, ou pelo menos segue a órbita de um planeta com vida, em torno de uma estrela. Acompanhado de vários aparelhos voadores alados, Enoque nomeia dois principais: Fênix, o mitológico pássaro grego que era único, não se reproduzia e ressurgia de suas próprias cinzas, e Chalkydri, termo que parece vir da união de duas palavras do sânscrito, Chakchur [O olho do mundo ou Sol] e Kîrti [Luz, esplendor]. Ambas possuíam pés em formas que lembravam a cauda de um leão, corpo cônico achatado e com formato de cabeça de crocodilo, com grandes dimensões. Qualquer semelhança entre essas e um ônibus espacial Discovery, flutuando por meio de jatos estabilizadores, como várias asas laterais, sapatas de aterrissagem dotadas de sistema propulsor, bem como na parte traseira da nave, que podem lembrar caudas de leão, seria coincidência?
Armas Terríveis
“E então apareceram dois homens extraordinariamente grandes, como eu nunca vira antes na Terra. E eles disseram: ‘Tu deves subir aos céus conosco: Não demorei em obedecê-los. Mostraram-me 200 anjos que dirigiam as estrelas e suas fundações nos céus. Voavam com suas asas e pareciam que navegavam”.
— Profeta Enoque, descrevendo uma abdução alienígena nos evangelhos apócrifos que escreveu, convenientemente excluídos da Bíblia
No primeiro céu, Enoque retrata aquilo que lhe parecia neve e os anjos que “mantêm seus terríveis depósitos”, talvez pela cor branca ou claridade que de lá emanava. Segundo descrições, seria um local onde anjos controlavam uma “tesouraria” e de onde partiam “nuvens” para vários locais. Analisando-se essas palavras sob o ponto de vista da tradução ao pé da letra, vamos ver que tesouraria, neste caso, refere-se a um local cheio de tesouros, com uma forte iluminação interna. Isso nos induz a comparações bem interessantes com cabines de aviões ou torres de controle de aeroportos.
Como um habitante da Antigüidade interpretaria o conjunto de luzes coloridas, botões, alavancas, painéis, gráficos luminosos, telas de radar ou de computadores e toda espécie de equipamento para navegação aérea e espacial, dentro de uma cabine de avião ou numa sala de controle da NASA, por exemplo? Naquela época, tesouraria seria uma boa forma de comparação. Quanto às nuvens dirigidas e seus terríveis depósitos? O que seriam? Certamente, não se tratava de vapor d’água armado. Seriam astronautas militares os anjos diretores de estrelas que voavam em suas asas, navegavam e possuíam suas funções no céu?
Nos capítulos 11 e 12, o viajante visita e identifica o que nos parece ser a rota da Terra, no Sistema Solar, ou pelo menos segue a órbita de um planeta com vida, em torno de uma estrela. Acompanhado de vários aparelhos voadores alados, Enoque nomeia dois principais: Fênix, o mitológico pássaro grego que era único, não se reproduzia e ressurgia de suas próprias cinzas, e Chalkydri, termo que parece vir da união de duas palavras do sânscrito, Chakchur [O olho do mundo ou Sol] e Kîrti [Luz, esplendor]. Ambas possuíam pés em formas que lembravam a cauda de um leão, corpo cônico achatado e com formato de cabeça de crocodilo, com grandes dimensões. Qualquer semelhança entre essas e um ônibus espacial Discovery, flutuando por meio de jatos estabilizadores, como várias asas laterais, sapatas de aterrissagem dotadas de sistema propulsor, bem como na parte traseira da nave, que podem lembrar caudas de leão, seria coincidência?
Armas Terríveis
O relato esquenta quando, nos versículos 07, 10 e 18, Enoque relata o que lhe parecia o inferno. Nos dois primeiros, ele apenas identifica os seres sofredores, vigiados por anjos de pele escura, que descreve como “impiedosos que portavam armas terríveis”, mas no versículo 18 observa e fala aos soldados chamados “grigori”, seres com aparência humana que “eram maiores que os maiores gigantes”. Estes possuíam rostos sem viços e bocas que apresentavam “silêncio perpétuo”. Segundo um dos seres que acompanhavam Enoque em sua jornada, os grigori, ao que parece, são parentes dos gigantes que visitaram e fecundaram mulheres terrenas, conforme relato bíblico no Gênesis, capítulo 06, versículos 01 a 04, em passado remoto, dando origem a homens que impressionavam pela altura e pelas inimizades.
Neste versículo, percebe-se uma grande semelhança entre os fatos do Gênesis e os relatos de mulheres abduzidas da época contemporânea, submetidas a processos de fecundação após o rapto, geralmente praticados por seres alfa cinzentos, os famosos grays. Seriam os tais anjos escuros? Alguns deles chegavam a atingir grandes estaturas. Será que o termo grigori, pronunciado naquela época para identificar esses humanóides, tem alguma correlação com a identificação gray adotada atualmente? Tanto uns quanto os outros, excetuando-se alguns casos, são mencionados com envolvimento no lado mau da história de Enoque e nos raptos acompanhados de experiências reprodutivas, os quais atualmente deixam sérias conseqüências psicológicas.
“Os seres mostraram a Enoque um grande mar, ‘maior que o mar da Terra’. O profeta teve, possivelmente, a mesma impressão que Yuri Gagarin, em 1961, ao dar a primeira volta ao redor do planeta, quando exclamou: ‘A Terra é azul’
Finalizando, Enoque escreveu 366 livros resumindo tudo o que lera nos chamados “livros do Senhor”, e retornou à Terra. Mas não sem antes passar por uma experiência comum em relatos de abdução. No dito “décimo céu”, citado no 22º capítulo de seu livro, ele identifica a face do Senhor como “...ferro que arde em fogo e que, ao sair, emite faíscas e queima”. Seguindo as ordens do mesmo Senhor, um outro anjo chamado Micael ungiu Enoque com uma substância e o vestiu com uma roupa luminescente que o fez assemelhar-se aos seres, e dotou-o com uma “pena de escrita rápida”, mostrando-lhe vários livros para escolha de alguns a serem copiados. Enoque gastou 30 dias e 30 noites para concluir sua tarefa. Retornou à Terra, passou tudo a seus filhos em mais 30 dias e partiu novamente, em definitivo, aos céus. Em alguns casos de abduções investigados por psicólogos, os abduzidos atuais relatam, sob hipnose, ter passado por experiências semelhantes à dele, quando foram untados, submetidos a intervenções médicas e, em muitos casos, receberam informações sobre a vida na Terra e em outros planetas.
A Gravidez de Maria
Neste versículo, percebe-se uma grande semelhança entre os fatos do Gênesis e os relatos de mulheres abduzidas da época contemporânea, submetidas a processos de fecundação após o rapto, geralmente praticados por seres alfa cinzentos, os famosos grays. Seriam os tais anjos escuros? Alguns deles chegavam a atingir grandes estaturas. Será que o termo grigori, pronunciado naquela época para identificar esses humanóides, tem alguma correlação com a identificação gray adotada atualmente? Tanto uns quanto os outros, excetuando-se alguns casos, são mencionados com envolvimento no lado mau da história de Enoque e nos raptos acompanhados de experiências reprodutivas, os quais atualmente deixam sérias conseqüências psicológicas.
“Os seres mostraram a Enoque um grande mar, ‘maior que o mar da Terra’. O profeta teve, possivelmente, a mesma impressão que Yuri Gagarin, em 1961, ao dar a primeira volta ao redor do planeta, quando exclamou: ‘A Terra é azul’
Finalizando, Enoque escreveu 366 livros resumindo tudo o que lera nos chamados “livros do Senhor”, e retornou à Terra. Mas não sem antes passar por uma experiência comum em relatos de abdução. No dito “décimo céu”, citado no 22º capítulo de seu livro, ele identifica a face do Senhor como “...ferro que arde em fogo e que, ao sair, emite faíscas e queima”. Seguindo as ordens do mesmo Senhor, um outro anjo chamado Micael ungiu Enoque com uma substância e o vestiu com uma roupa luminescente que o fez assemelhar-se aos seres, e dotou-o com uma “pena de escrita rápida”, mostrando-lhe vários livros para escolha de alguns a serem copiados. Enoque gastou 30 dias e 30 noites para concluir sua tarefa. Retornou à Terra, passou tudo a seus filhos em mais 30 dias e partiu novamente, em definitivo, aos céus. Em alguns casos de abduções investigados por psicólogos, os abduzidos atuais relatam, sob hipnose, ter passado por experiências semelhantes à dele, quando foram untados, submetidos a intervenções médicas e, em muitos casos, receberam informações sobre a vida na Terra e em outros planetas.
A Gravidez de Maria
Sabe-se que Ana e Joaquim não podiam ter filhos. Afinal, ao que tudo indica, Ana era estéril, mas mesmo assim Maria nasceu. Seria um milagre da divina providência ou o anjo que apareceu a operou e proporcionou-lhe a fecundidade? Segundo posições religiosas, isso não deve ser discutido, pois a Deus tudo é possível. Entretanto, a ciência não vê os fatos dessa forma e, a menos que questionemos a veracidade dos vários Evangelhos, devemos seguir em frente. Sem nos deter, prosseguindo o ingrato caminho do cientificismo, se tomarmos como premissa que um ser especial como Jesus deveria possuir características genéticas especialíssimas para se tornar um Homem-Deus, devemos considerar também que não só o seu Pai Celestial, mas também sua mãe terrena, deveriam ser especiais.
Hoje em dia, verificamos em publicações médicas e na própria mídia a possibilidade de operações cirúrgicas que utilizam computadores ligados às câmeras, bisturis a laser e cauterizadores de alta tecnologia e precisão. Incluem-se aí procedimentos como fecundação artificial in vitro, neurocirurgias, cateterismos etc. Algumas operações dessas são, inclusive, executadas por médicos que estão a milhares de quilômetros do paciente, através de câmeras e vídeos remotos [Videoconferência], ligados via satélite. Assim é possível controlar os movimentos cirúrgicos dos aparelhos executores, enquanto que, no local da operação, estão presentes apenas alguns médicos assistentes e enfermeiros, além do paciente anestesiado.
Entretanto, isso seria fruto de uma imaginação lunática de autores de ficção científica, se transposto para a época de nascimento de Maria e de Jesus. A não ser que consideremos a possibilidade de que a Terra seja visitada por seres de outros orbes celestes há milênios, como afirmam grandes ufólogos. O filme Intruders [1992], baseado na obra de Budd Hopkins, expressa com muita propriedade as cirurgias de implantes e fecundações ocorridas em naves alienígenas, sofridas por abduzidos investigados pelo autor via hipnose. Chegamos a ponto de existirem cirurgiões especializados na retirada de chips implantados nas vítimas, como é o caso do norte-americano doutor Roger Leir [Autor do livro Implantes Alienígenas, Somos Cobaias de ETs?]. Neste caso, é possível até a afirmação de que a tecnologia acima citada é obsoleta, se comparada à capacidade tecnológica que teriam esses seres superiores de viajar pelas infinitas galáxias do universo.
Proscritos da Bíblia
Hoje em dia, verificamos em publicações médicas e na própria mídia a possibilidade de operações cirúrgicas que utilizam computadores ligados às câmeras, bisturis a laser e cauterizadores de alta tecnologia e precisão. Incluem-se aí procedimentos como fecundação artificial in vitro, neurocirurgias, cateterismos etc. Algumas operações dessas são, inclusive, executadas por médicos que estão a milhares de quilômetros do paciente, através de câmeras e vídeos remotos [Videoconferência], ligados via satélite. Assim é possível controlar os movimentos cirúrgicos dos aparelhos executores, enquanto que, no local da operação, estão presentes apenas alguns médicos assistentes e enfermeiros, além do paciente anestesiado.
Entretanto, isso seria fruto de uma imaginação lunática de autores de ficção científica, se transposto para a época de nascimento de Maria e de Jesus. A não ser que consideremos a possibilidade de que a Terra seja visitada por seres de outros orbes celestes há milênios, como afirmam grandes ufólogos. O filme Intruders [1992], baseado na obra de Budd Hopkins, expressa com muita propriedade as cirurgias de implantes e fecundações ocorridas em naves alienígenas, sofridas por abduzidos investigados pelo autor via hipnose. Chegamos a ponto de existirem cirurgiões especializados na retirada de chips implantados nas vítimas, como é o caso do norte-americano doutor Roger Leir [Autor do livro Implantes Alienígenas, Somos Cobaias de ETs?]. Neste caso, é possível até a afirmação de que a tecnologia acima citada é obsoleta, se comparada à capacidade tecnológica que teriam esses seres superiores de viajar pelas infinitas galáxias do universo.
Proscritos da Bíblia
Supondo a possibilidade dessa teoria, levantamos uma séria dúvida sobre quem teria fecundado Ana, se Joaquim encontrava-se longe de casa. No Evangelho de Tiago, parte integrante do livro Apócrifo, Os Proscritos da Bíblia, já mencionado, percebemos que “...Joaquim ficou muito atormentado e não procurou sua mulher, e se retirou para o deserto. Ali armou sua tenda e jejuou por 40 dias e 40 noites”. Some-se a isso o fato de que teriam andado 30 dias consecutivos na viagem de retorno, totalizando mais de dois meses fora de casa. Teria também Joaquim tido um contato de 4º grau, já que o anjo de Deus apareceu-lhe rodeado de um imenso esplendor, conversou e após isso se elevou aos céus em meio à fumaça? O que teria causado tamanho choque a um homem como Joaquim, que o teria deixado prostrado ao chão durante horas, levando também grande dificuldade aos seus servos para levantá-lo?
O que queria o anjo dizer com a frase “Minha comida é invisível e minha bebida não pode ser captada por olhos humanos”, quando estes itens foram oferecidas por Joaquim? Parece que esse mesmo anjo também apareceu para Mateus e Tiago, pois os apócrifos de ambos, de forma semelhante, ditam a mesma história. As semelhanças continuam durante os relatos sobre os primeiros anos da vida de Maria no templo, quando ela era vista freqüentemente sendo assistida e alimentada por anjos, enquanto que os alimentos que a ela eram oferecidos pelos sacerdotes “eram divididos com os mais pobres”. Que tipo de alimentação especial só Maria deveria ingerir? Seria essa a mesma razão que levou o anjo a rejeitar o alimento que lhe fora oferecido por Joaquim? O que quis Mateus dizer quando se referia à face resplandecente como “a neve de Maria”, e por isto “apenas se podia olhá-la com dificuldade?” A característica luminosa de Maria parece ser uma constante entre os anjos bíblicos, assim como em casos de avistamentos contemporâneos de tripulantes de UFOs. Estas, assim como outras questões, compõem o campo ufológico, e dele não devemos abrir mão.
Como não estamos discutindo a questão religiosa, mas sim a científica, as afirmações contidas nesses textos nos remetem à nublada região das suposições sem base concreta de afirmação, uma vez que elas provêm de interpretações teológicas. Entretanto, da mesma forma, elas nos revestem com a dúvida da simples e veemente negação cética, posto que o grande número de relatos semelhantes, com referência a uma mesma ocorrência, nos conduz à afirmação de que a história realmente tenha sido dessa forma. Neste caso, a abordagem científica nos faz navegar numa relativa margem de suposições factuais que, guardadas as devidas proporções interpretativas, podem ser comparadas com as ocorrências ufológicas da atualidade.
Estranhos Enviados
O que queria o anjo dizer com a frase “Minha comida é invisível e minha bebida não pode ser captada por olhos humanos”, quando estes itens foram oferecidas por Joaquim? Parece que esse mesmo anjo também apareceu para Mateus e Tiago, pois os apócrifos de ambos, de forma semelhante, ditam a mesma história. As semelhanças continuam durante os relatos sobre os primeiros anos da vida de Maria no templo, quando ela era vista freqüentemente sendo assistida e alimentada por anjos, enquanto que os alimentos que a ela eram oferecidos pelos sacerdotes “eram divididos com os mais pobres”. Que tipo de alimentação especial só Maria deveria ingerir? Seria essa a mesma razão que levou o anjo a rejeitar o alimento que lhe fora oferecido por Joaquim? O que quis Mateus dizer quando se referia à face resplandecente como “a neve de Maria”, e por isto “apenas se podia olhá-la com dificuldade?” A característica luminosa de Maria parece ser uma constante entre os anjos bíblicos, assim como em casos de avistamentos contemporâneos de tripulantes de UFOs. Estas, assim como outras questões, compõem o campo ufológico, e dele não devemos abrir mão.
Como não estamos discutindo a questão religiosa, mas sim a científica, as afirmações contidas nesses textos nos remetem à nublada região das suposições sem base concreta de afirmação, uma vez que elas provêm de interpretações teológicas. Entretanto, da mesma forma, elas nos revestem com a dúvida da simples e veemente negação cética, posto que o grande número de relatos semelhantes, com referência a uma mesma ocorrência, nos conduz à afirmação de que a história realmente tenha sido dessa forma. Neste caso, a abordagem científica nos faz navegar numa relativa margem de suposições factuais que, guardadas as devidas proporções interpretativas, podem ser comparadas com as ocorrências ufológicas da atualidade.
Estranhos Enviados
Até hoje, em alguns meios científicos, questiona-se a real existência, num passado remoto, de avatares e ícones religiosos como Krishna, Sidarta Gautama [Buda], Maomé, Moisés e Jesus Cristo. Em outros meios, não se questionam suas existências, mas seus feitos extraordinários, fora dos padrões humanos, com reflexos tanto em pessoas quanto em fenômenos da natureza. Na Ufologia esses questionamentos também não passam despercebidos. Muitos são os ufólogos que, na falta de uma base científica palpável, cartesiana, erguida em pilares conceitualmente aceitáveis nos meios acadêmicos, preferem deixar o assunto à margem de discussões, aguardando mais provas. Mas não sem antes tecerem seus comentários, alguns até pejorativos, o que causa desavenças metodológicas entre esses estudiosos. Uma vez que a história, como uma ciência, inclui em suas várias áreas de estudo um espaço destinado a muitos desses seres tidos como anormais, assim como a filosofia, a teologia e outras disciplinas, a fuga destas abordagens e a espera por novas provas nos parece sem sentido.
Já alguns ramos da psicologia, por sua vez, discorrem sobre o perigo do efeito produzido por impactos populares conseguidos por meio de técnicas de oratória, como a programação neurolingüística, bem utilizada em doutrinamento religioso, manutenção e controle sobre a mente humana pelo convencimento em massa, fazendo com que determinadas pessoas se sobressaiam ante a maioria. Neste caso, grandes verdades do presente podem muito bem ter sido baseadas em mentiras ainda maiores no passado, talentosamente inseridas num longo contexto. Por conta disso, aos mais ousados ficam os louros da descoberta ou o ônus do fracasso.
Seguindo o nosso assunto nesta tênue corda bamba entre os crentes e os descrentes da história bíblica, surge aquela velha dúvida sobre o nascimento de Jesus, bem como sobre os estranhos fatos ocorridos no período inicial e durante toda sua vida. Como aqui resolvemos analisar o assunto a partir dos Evangelhos, basearemos esses argumentos na afirmativa de que, pelo menos em parte, esses escritos dizem a verdade. Não bastasse a já discutida influência desses anjos na vida de Ana, Joaquim e Maria, além de diversos outros personagens do cristianismo, dando continuidade desse projeto divino surgem a fecundação de Maria e o surpreendente nascimento de Jesus.
Com Ana ainda paira a dúvida se esta foi fecundada por Joaquim ou pelo anjo. Contudo, com Maria esta tarefa coube ao Espírito Santo, como cita a Bíblia nos quatro Evangelhos canônicos, causando grandes transtornos a José. Não é, portanto, necessário tecermos mais comentários e novas conclusões sobre o que realmente ocorrera neste caso. O que mais nos interessa é a conclusão de todo aquele processo, que teve início com a retirada dos judeus do Egito, guiados pelo não menos suspeito Moisés e seus companheiros divinos, que dirigiam nuvens luminosas, fulminavam os inimigos, falavam do alto das montanhas, abriam mares e faziam chover comida no deserto, tendo seu desfecho com a crucificação de Jesus, 400 anos depois da chegada daquele povo à prometida Nova Canaã.
Já alguns ramos da psicologia, por sua vez, discorrem sobre o perigo do efeito produzido por impactos populares conseguidos por meio de técnicas de oratória, como a programação neurolingüística, bem utilizada em doutrinamento religioso, manutenção e controle sobre a mente humana pelo convencimento em massa, fazendo com que determinadas pessoas se sobressaiam ante a maioria. Neste caso, grandes verdades do presente podem muito bem ter sido baseadas em mentiras ainda maiores no passado, talentosamente inseridas num longo contexto. Por conta disso, aos mais ousados ficam os louros da descoberta ou o ônus do fracasso.
Seguindo o nosso assunto nesta tênue corda bamba entre os crentes e os descrentes da história bíblica, surge aquela velha dúvida sobre o nascimento de Jesus, bem como sobre os estranhos fatos ocorridos no período inicial e durante toda sua vida. Como aqui resolvemos analisar o assunto a partir dos Evangelhos, basearemos esses argumentos na afirmativa de que, pelo menos em parte, esses escritos dizem a verdade. Não bastasse a já discutida influência desses anjos na vida de Ana, Joaquim e Maria, além de diversos outros personagens do cristianismo, dando continuidade desse projeto divino surgem a fecundação de Maria e o surpreendente nascimento de Jesus.
Com Ana ainda paira a dúvida se esta foi fecundada por Joaquim ou pelo anjo. Contudo, com Maria esta tarefa coube ao Espírito Santo, como cita a Bíblia nos quatro Evangelhos canônicos, causando grandes transtornos a José. Não é, portanto, necessário tecermos mais comentários e novas conclusões sobre o que realmente ocorrera neste caso. O que mais nos interessa é a conclusão de todo aquele processo, que teve início com a retirada dos judeus do Egito, guiados pelo não menos suspeito Moisés e seus companheiros divinos, que dirigiam nuvens luminosas, fulminavam os inimigos, falavam do alto das montanhas, abriam mares e faziam chover comida no deserto, tendo seu desfecho com a crucificação de Jesus, 400 anos depois da chegada daquele povo à prometida Nova Canaã.
Estrela de Belém
Comecemos pelo surgimento da intrigante Estrela de Belém. Teorizando sobre o que seria essa estrela, vamos, através de método exclusivo da disciplina, verificar as possibilidades meteorológicas envolvidas no fenômeno. Em primeiro lugar, sabemos que nenhum tipo de estrela, por menor que fosse, chegaria tão perto da Terra, a ponto de indicar um local específico e parando sobre este. Numa suposição absurda dessas, o planeta seria completamente torrado e nem o Filho de Deus sobraria para contar a história. Tampouco sabemos que asteróide luminoso algum execute movimentos tais, que seriam capazes de guiar pessoas a um determinado local e depois levá-las de volta à sua origem, por outro caminho, fazendo com que, no caso, os reis magos seguissem a sua luz até que estivessem de volta à sua pátria, como descrevem o Evangelho de Tiago e o Evangelho Árabe da Infância [Parte integrante do já mencionado livro Apócrifo, Os Proscritos da Bíblia].
Segundo o ufólogo Roberto Affonso Beck, reconhecidamente um dos maiores caçadores de sondas ufológicas do Brasil, estes objetos de pequenas dimensões e das mais variadas formas, muito mais comuns que naves tripuladas, são provavelmente uma espécie de artefato alienígena voador proveniente de veículos maiores. Desempenham diversas funções junto à superfície do planeta ou a pessoas, tais como prospecção mineral, análise de solo, colheita de material biológico, espionagem, rastreamento de áreas, reconhecimento de regiões. Enfim, funções práticas e discretas que não podem ser executadas por grandes naves, pois chamariam muita atenção.
Textualmente, afirma o ufólogo que outros tipos de sondas costumam atacar pessoas, notadamente na região Nordeste do Brasil, onde são conhecidas como Chupa-Chupa ou simplesmente Chupa, retirando deles sangue, a exemplo do que ocorreu no norte do Pará, motivando a famosa Operação Prato, comandada pelo coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) Uyrangê Hollanda, em 1977. Algumas são pequenas, comparadas a bolas de gude. Adentram residências, atravessam paredes e andam pelo interior das casas como se estivessem bisbilhotando nossas vidas. Vários são os relatos em que sondas são observadas executando diversos tipos de movimentos. Tudo indica que estamos sendo monitorados por meio de tecnologia que foge aos padrões terrestres conhecidos.
Vendo por esse lado, é possível supor que a Estrela de Belém nada mais seria que uma sonda de orientação, incumbida exclusivamente de guiar os reis magos ao local de nascimento de Jesus. Depois, deveriam levar os portadores da notícia para o Oriente, sem que estes encontrassem Herodes. Mas outro intrigante fato é revelado por Tiago: durante o parto, quando José sai em busca de uma parteira, percebe que o tempo e os movimentos tornam-se estáticos, por conseqüência de um estranho estremecimento do ar. As pessoas, os pássaros, os animais estavam todos estáticos, como se uma força invisível os estivesse paralisando. Ao retornar, o pai depara-se com a gruta sombreada por uma nuvem luminosa, que, ao se afastar, deixa uma luz irresistível no interior da gruta. Essa, pouco a pouco se desfaz e revela o menino Jesus.
Lembramos aos leitores que Jesus não é o primeiro bebê a ser considerado diferente logo ao nascer, quanto a sua resplandecência luminosa em comparação com a de outras crianças da Bíblia. Além de Maria, Noé, que também vivia recebendo mensagens angelicais, inclusive um projeto para construção da famosa Arca, por exemplo, ao nascer era completamente diferente das crianças da época. Lamec, pai de Noé, descreve no capítulo 104 do apócrifo livro de Enoque, que foi em busca do seu pai, Matusalém, filho de Enoque e avô de Noé, para descobrir o que ocorrera com seu filho, pois este não se parecia em nada com as outras crianças. Sua pele era extremamente branca, como também seus cabelos. Seus olhos apresentavam um brilho incomum.
Segundo o ufólogo Roberto Affonso Beck, reconhecidamente um dos maiores caçadores de sondas ufológicas do Brasil, estes objetos de pequenas dimensões e das mais variadas formas, muito mais comuns que naves tripuladas, são provavelmente uma espécie de artefato alienígena voador proveniente de veículos maiores. Desempenham diversas funções junto à superfície do planeta ou a pessoas, tais como prospecção mineral, análise de solo, colheita de material biológico, espionagem, rastreamento de áreas, reconhecimento de regiões. Enfim, funções práticas e discretas que não podem ser executadas por grandes naves, pois chamariam muita atenção.
Textualmente, afirma o ufólogo que outros tipos de sondas costumam atacar pessoas, notadamente na região Nordeste do Brasil, onde são conhecidas como Chupa-Chupa ou simplesmente Chupa, retirando deles sangue, a exemplo do que ocorreu no norte do Pará, motivando a famosa Operação Prato, comandada pelo coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) Uyrangê Hollanda, em 1977. Algumas são pequenas, comparadas a bolas de gude. Adentram residências, atravessam paredes e andam pelo interior das casas como se estivessem bisbilhotando nossas vidas. Vários são os relatos em que sondas são observadas executando diversos tipos de movimentos. Tudo indica que estamos sendo monitorados por meio de tecnologia que foge aos padrões terrestres conhecidos.
Vendo por esse lado, é possível supor que a Estrela de Belém nada mais seria que uma sonda de orientação, incumbida exclusivamente de guiar os reis magos ao local de nascimento de Jesus. Depois, deveriam levar os portadores da notícia para o Oriente, sem que estes encontrassem Herodes. Mas outro intrigante fato é revelado por Tiago: durante o parto, quando José sai em busca de uma parteira, percebe que o tempo e os movimentos tornam-se estáticos, por conseqüência de um estranho estremecimento do ar. As pessoas, os pássaros, os animais estavam todos estáticos, como se uma força invisível os estivesse paralisando. Ao retornar, o pai depara-se com a gruta sombreada por uma nuvem luminosa, que, ao se afastar, deixa uma luz irresistível no interior da gruta. Essa, pouco a pouco se desfaz e revela o menino Jesus.
Lembramos aos leitores que Jesus não é o primeiro bebê a ser considerado diferente logo ao nascer, quanto a sua resplandecência luminosa em comparação com a de outras crianças da Bíblia. Além de Maria, Noé, que também vivia recebendo mensagens angelicais, inclusive um projeto para construção da famosa Arca, por exemplo, ao nascer era completamente diferente das crianças da época. Lamec, pai de Noé, descreve no capítulo 104 do apócrifo livro de Enoque, que foi em busca do seu pai, Matusalém, filho de Enoque e avô de Noé, para descobrir o que ocorrera com seu filho, pois este não se parecia em nada com as outras crianças. Sua pele era extremamente branca, como também seus cabelos. Seus olhos apresentavam um brilho incomum.
Outra Espécie de Ser
Em suas observações, o desconfiado Lamec laconicamente diz a Matusalém que Noé “com certeza não é de nossa espécie”, tamanha era sua diferença. Isso só vem confirmar as características especiais dessa família patriarca antediluviana, descendente direta de Adão, principalmente no que se refere a longevidade. Qual a constituição celular desses homens? A Bíblia, em Gênesis, capítulo 05, versículo 01, afirma que Adão, Set, Enos, Cainã, Malael, Jared, Matusalém, Lamec e, finalmente, Noé, viveram por quase mil anos cada um, à exceção de Enoque, que viveu 365 anos antes que “Deus o arrebatasse”.
Conclusões Não Convencionais
Mediante essas análises, surge uma velha pergunta que muitos tentam evitar, por ser demasiadamente perigosa, rechaçada entre religiosos, impensável em alguns meios e, às vezes, tachada como absurda, mas que já foi feita por muitos estudiosos: Jesus foi um ser extraterrestre? Não é de hoje que se cogita como uma possibilidade viável nos meios ufológicos as ligações entre Jesus e uma civilização extremamente desenvolvida tecnológica e espiritualmente, para nossos padrões, que certamente não é originária do nosso planeta. Desde que, é claro, o que esteja na Bíblia realmente tenha ocorrido.
Atualmente é mais viável para a comunidade científica, diante da infinidade de provas recolhidas nos últimos anos, entre documentos oficiais, filmes, relatos, artefatos, pinturas e desenhos arqueológicos, acreditar em naves tripuladas por seres de origem desconhecida do que continuar acreditando em anjos, querubins, serafins, nuvens luminosas, carruagens de fogo, baleias que engolem e cospem homens na praia e todos os outros tipos de referência bíblica a fatos nitidamente anormais. Devemos deixar claro que as formas descritivas e dissertativas contidas no livro sagrado dos cristãos não representam necessariamente erros ou exageros interpretativos dos fatos, como querem os exegetas do Vaticano. Nem tampouco pensar que esses anjos provenientes da glória do Senhor não tenham realmente existido, caso contrário não estariam lá representados. O problema está basicamente no ponto de vista do observador, que, despido de preconceitos historicamente enraizados no conhecimento humano e da visão de pessoas que não tinham, à época, nenhum conhecimento de artefatos tecnologicamente avançados, acabará por analisar a questão de outra forma.
Apesar das constantes afirmações do Salvador de que seu reino não era deste mundo e que na casa de seu Pai existiam várias moradas, nunca se contestou a divindade de sua alma, assim como a origem terrena de sua carne. Logicamente, nem Maria nem Jesus foram seres extraterrestres em sua passagem carnal pela Terra, pois, segundo a Bíblia, nasceram de mães supostamente humanas e neste planeta. Mas quanto as suas constituições genéticas não podemos afirmar o mesmo. Levando-se em consideração os pressupostos da genética de Mendel – que foi um padre –, podemos levantar três possibilidades básicas, com pequenas variações e subdivisões entre elas, para a composição genealógica de Jesus e de Maria, embora nenhuma das três conclua que essa composição, pelo menos no caso de Cristo, seja totalmente de origem terrestre. Vejamos:
- Na primeira suposição que apresentamos, consideremos a difícil possibilidade de que Joaquim tenha fecundado Ana antes de partir para o pastoreio, e não o anjo do Senhor, que avisou ambos sobre a gravidez. Aqui, o anjo apenas teve participação na cura da infertilidade de Ana. Então, neste caso, Maria teve sua composição genética totalmente humana. O óvulo de Maria, por sua vez, foi inseminado artificialmente pela ação do Espírito Santo com o sêmen divino. Logo, Jesus possuiu 50% de sua constituição proveniente de Deus e os outros 50% dos genes humanos terrestres, provenientes de Maria.
- Na segunda suposição, vamos considerar que a avó de Jesus tenha sido operada e inseminada artificialmente pelo anjo do Senhor. Maria seria neste caso 50% divina. Da mesma forma, com Maria inseminada artificialmente, Jesus possuiria então 75% de sua constituição divina, e os 25% restantes humanos, provenientes de Ana, a Ele passados por Maria.
- Numa terceira suposição, tanto Ana como Maria serviram apenas como meio de cultura biológica, em termos médicos, ou mãe de aluguel, em termos vulgares, para os embriões nelas inseridos pelo anjo e pelo Espírito Santo, respectivamente. Assim, tanto Maria como Jesus teriam 100% de sua constituição genética com origem em pais biológicos divinos. Ainda nesse terceiro caso devemos levar em conta também a possibilidade de um dos dois, ou ambos, terem sido clonados, resultando também numa constituição genética totalmente desconhecida.
Absurdo? Dentro do encadeamento de suposições baseadas em provas documentais, não. Desde a Idade Média são encontradas pinturas, algumas encomendadas pelas igrejas, provavelmente baseadas em relatos ou documentos mais antigos ainda, que descrevem cenas bíblicas mostrando a presença de estranhos objetos voadores não identificados e os famosos discos voadores [Veja box]. Os artefatos aparecem principalmente quando essas pinturas se referem a momentos da vida de Maria e de Jesus, mostrando que, além da Bíblia e dos livros que compõem os Evangelhos apócrifos, a arqueologia e a arte também servem como provas cabais da íntima relação entre os dois principais personagens do cristianismo e os UFOs. Portanto, concluímos que a visão do Evangelho segundo a Ufologia não está muito longe da verdade. E talvez estejamos mais perto dela do que imaginamos.
A origem do apócrifo Livro de Enoque remonta ao século I d.C., atribuído a um judeu helenizado de Alexandria. Considerado um dos mais relevantes à pesquisa ufológica, devido à sua constituição e perfeição na descrição dos fatos, é tido também como uma ferramenta fundamental no entendimento de algumas passagens obscuras dos evangelhos canônicos, sua influência sobre os escritores do Novo Testamento é incontestável. Mostraremos a seguir alguns dos muitos trechos da obra que são relevantes ao estudo ufológico, apenas minimamente editados para melhor compreensão e apresentação:
[Capítulo I, versículo 01] Havia um sábio, um grande artífice, e o Senhor dedicou-lhe seu amor e o recebeu, a ponto de fazê-lo testemunhar as mais altas moradas dos maiores e mais sábios imutáveis reinos do Todo-Poderoso. As mais maravilhosas, gloriosas e brilhantes estações de muitos olhos dos servidores do Senhor, e o inacessível trono do Senhor. E os graus de manifestações e hostes incorpóreas, o inefável ministério e a multitude dos elementos, as várias aparições e o canto indizível das hostes dos Querubins, e a luz infinita.
[Versículo 02] Naquele tempo, quando completei 165 anos, gerei meu filho Matusalém. [03] Depois disso, vivi 200 anos e, ao todo, minha vida foi de 365 anos. [04] No primeiro dia do primeiro mês, estava eu sozinho em minha casa descansando no meu leito, quando adormeci. [05] E quando estava adormecido, uma grande tristeza tomou conta de meu coração. Chorei durante o sono e não podia entender que tristeza era aquela, ou o que iria acontecer-me. [06] E então apareceram dois homens, extraordinariamente grandes, como eu nunca vira antes na Terra. Suas faces resplandeciam como o Sol, seus olhos eram como uma chama e de seus lábios saía um canto e um fogo, variados, de cor violeta na aparência. Suas asas eram mais brilhantes que o ouro, suas mãos, mais brancas que a neve.
[Versículo 07] Eles estavam em pé, na cabeceira de meu leito, e puseram-se me chamar pelo nome. [08] Acordei e vi claramente aqueles dois homens, de pé, na minha frente. [09] Saudei-os e fui tomado de medo. Meu semblante transformou-se pelo terror, e os homens disseram: [10] “Tem coragem, Enoque, não temas. O Deus eterno nos mandou a ti e, vê! Tu hoje deverás subir aos céus conosco, e deverás dizer a teus filhos e aos da tua família tudo o que deverão fazer na casa durante tua ausência na Terra. Não os deixes procurar-te até que o Senhor te devolva a eles”. [11] E não me demorei em obedecê-los. Saí de minha casa, como me foi ordenado, chamei meus filhos Matusalém, Regim e Gaidad, e contei-lhe todas as maravilhas que me haviam dito aqueles homens.
Atualmente é mais viável para a comunidade científica, diante da infinidade de provas recolhidas nos últimos anos, entre documentos oficiais, filmes, relatos, artefatos, pinturas e desenhos arqueológicos, acreditar em naves tripuladas por seres de origem desconhecida do que continuar acreditando em anjos, querubins, serafins, nuvens luminosas, carruagens de fogo, baleias que engolem e cospem homens na praia e todos os outros tipos de referência bíblica a fatos nitidamente anormais. Devemos deixar claro que as formas descritivas e dissertativas contidas no livro sagrado dos cristãos não representam necessariamente erros ou exageros interpretativos dos fatos, como querem os exegetas do Vaticano. Nem tampouco pensar que esses anjos provenientes da glória do Senhor não tenham realmente existido, caso contrário não estariam lá representados. O problema está basicamente no ponto de vista do observador, que, despido de preconceitos historicamente enraizados no conhecimento humano e da visão de pessoas que não tinham, à época, nenhum conhecimento de artefatos tecnologicamente avançados, acabará por analisar a questão de outra forma.
Apesar das constantes afirmações do Salvador de que seu reino não era deste mundo e que na casa de seu Pai existiam várias moradas, nunca se contestou a divindade de sua alma, assim como a origem terrena de sua carne. Logicamente, nem Maria nem Jesus foram seres extraterrestres em sua passagem carnal pela Terra, pois, segundo a Bíblia, nasceram de mães supostamente humanas e neste planeta. Mas quanto as suas constituições genéticas não podemos afirmar o mesmo. Levando-se em consideração os pressupostos da genética de Mendel – que foi um padre –, podemos levantar três possibilidades básicas, com pequenas variações e subdivisões entre elas, para a composição genealógica de Jesus e de Maria, embora nenhuma das três conclua que essa composição, pelo menos no caso de Cristo, seja totalmente de origem terrestre. Vejamos:
- Na primeira suposição que apresentamos, consideremos a difícil possibilidade de que Joaquim tenha fecundado Ana antes de partir para o pastoreio, e não o anjo do Senhor, que avisou ambos sobre a gravidez. Aqui, o anjo apenas teve participação na cura da infertilidade de Ana. Então, neste caso, Maria teve sua composição genética totalmente humana. O óvulo de Maria, por sua vez, foi inseminado artificialmente pela ação do Espírito Santo com o sêmen divino. Logo, Jesus possuiu 50% de sua constituição proveniente de Deus e os outros 50% dos genes humanos terrestres, provenientes de Maria.
- Na segunda suposição, vamos considerar que a avó de Jesus tenha sido operada e inseminada artificialmente pelo anjo do Senhor. Maria seria neste caso 50% divina. Da mesma forma, com Maria inseminada artificialmente, Jesus possuiria então 75% de sua constituição divina, e os 25% restantes humanos, provenientes de Ana, a Ele passados por Maria.
- Numa terceira suposição, tanto Ana como Maria serviram apenas como meio de cultura biológica, em termos médicos, ou mãe de aluguel, em termos vulgares, para os embriões nelas inseridos pelo anjo e pelo Espírito Santo, respectivamente. Assim, tanto Maria como Jesus teriam 100% de sua constituição genética com origem em pais biológicos divinos. Ainda nesse terceiro caso devemos levar em conta também a possibilidade de um dos dois, ou ambos, terem sido clonados, resultando também numa constituição genética totalmente desconhecida.
Absurdo? Dentro do encadeamento de suposições baseadas em provas documentais, não. Desde a Idade Média são encontradas pinturas, algumas encomendadas pelas igrejas, provavelmente baseadas em relatos ou documentos mais antigos ainda, que descrevem cenas bíblicas mostrando a presença de estranhos objetos voadores não identificados e os famosos discos voadores [Veja box]. Os artefatos aparecem principalmente quando essas pinturas se referem a momentos da vida de Maria e de Jesus, mostrando que, além da Bíblia e dos livros que compõem os Evangelhos apócrifos, a arqueologia e a arte também servem como provas cabais da íntima relação entre os dois principais personagens do cristianismo e os UFOs. Portanto, concluímos que a visão do Evangelho segundo a Ufologia não está muito longe da verdade. E talvez estejamos mais perto dela do que imaginamos.
A abdução do profeta Enoque
A origem do apócrifo Livro de Enoque remonta ao século I d.C., atribuído a um judeu helenizado de Alexandria. Considerado um dos mais relevantes à pesquisa ufológica, devido à sua constituição e perfeição na descrição dos fatos, é tido também como uma ferramenta fundamental no entendimento de algumas passagens obscuras dos evangelhos canônicos, sua influência sobre os escritores do Novo Testamento é incontestável. Mostraremos a seguir alguns dos muitos trechos da obra que são relevantes ao estudo ufológico, apenas minimamente editados para melhor compreensão e apresentação:
[Capítulo I, versículo 01] Havia um sábio, um grande artífice, e o Senhor dedicou-lhe seu amor e o recebeu, a ponto de fazê-lo testemunhar as mais altas moradas dos maiores e mais sábios imutáveis reinos do Todo-Poderoso. As mais maravilhosas, gloriosas e brilhantes estações de muitos olhos dos servidores do Senhor, e o inacessível trono do Senhor. E os graus de manifestações e hostes incorpóreas, o inefável ministério e a multitude dos elementos, as várias aparições e o canto indizível das hostes dos Querubins, e a luz infinita.
[Versículo 02] Naquele tempo, quando completei 165 anos, gerei meu filho Matusalém. [03] Depois disso, vivi 200 anos e, ao todo, minha vida foi de 365 anos. [04] No primeiro dia do primeiro mês, estava eu sozinho em minha casa descansando no meu leito, quando adormeci. [05] E quando estava adormecido, uma grande tristeza tomou conta de meu coração. Chorei durante o sono e não podia entender que tristeza era aquela, ou o que iria acontecer-me. [06] E então apareceram dois homens, extraordinariamente grandes, como eu nunca vira antes na Terra. Suas faces resplandeciam como o Sol, seus olhos eram como uma chama e de seus lábios saía um canto e um fogo, variados, de cor violeta na aparência. Suas asas eram mais brilhantes que o ouro, suas mãos, mais brancas que a neve.
[Versículo 07] Eles estavam em pé, na cabeceira de meu leito, e puseram-se me chamar pelo nome. [08] Acordei e vi claramente aqueles dois homens, de pé, na minha frente. [09] Saudei-os e fui tomado de medo. Meu semblante transformou-se pelo terror, e os homens disseram: [10] “Tem coragem, Enoque, não temas. O Deus eterno nos mandou a ti e, vê! Tu hoje deverás subir aos céus conosco, e deverás dizer a teus filhos e aos da tua família tudo o que deverão fazer na casa durante tua ausência na Terra. Não os deixes procurar-te até que o Senhor te devolva a eles”. [11] E não me demorei em obedecê-los. Saí de minha casa, como me foi ordenado, chamei meus filhos Matusalém, Regim e Gaidad, e contei-lhe todas as maravilhas que me haviam dito aqueles homens.
Primeiro Céu
[Capítulo III, versículo único] Aconteceu que, depois de Enoque ter falado com os filhos, os anjos o levaram em suas asas ao primeiro céu e o puseram nas nuvens. “E aí eu olhei, e olhei outra vez mais para o alto e vi o éter. Eles me puseram no primeiro céu e me mostraram um grande mar, maior que o mar da Terra”. [Capítulo IV, versículo único] Trouxeram até mim os anciãos e os dirigentes das ordens estelares, e mostraram-me 200 anjos que dirigiam as estrelas e suas funções nos céus. Voaram com suas asas e apareceram todos que navegam.
[Capítulo V, versículo único] E aí eu olhei para baixo e via as tesourarias da neve, e os anjos que mantêm seus terríveis depósitos. Vi as nuvens que dali saem e para onde vão elas... [Capítulo VI, versículo único] Eles me mostraram a tesouraria do orvalho, tal qual azeite de oliva, e sua forma, assim como todas as flores da terra. Além disso, os muitos anjos que guardavam a tesouraria dessas coisas, e como fazem para abrir e fechar. [Capítulo VII, versículo único] E aqueles homens me tomaram e me conduziram ao segundo céu, e me mostraram as trevas, mais escuras que as da Terra. Eu vi prisioneiros atados, vigiados, que aguardavam o grande e infinito julgamento, e esses anjos eram escuros, mais escuros que a escuridão da terra. Os faziam chorar incessantemente, o tempo todo...
Rio de Fogo
[Capítulo V, versículo único] E aí eu olhei para baixo e via as tesourarias da neve, e os anjos que mantêm seus terríveis depósitos. Vi as nuvens que dali saem e para onde vão elas... [Capítulo VI, versículo único] Eles me mostraram a tesouraria do orvalho, tal qual azeite de oliva, e sua forma, assim como todas as flores da terra. Além disso, os muitos anjos que guardavam a tesouraria dessas coisas, e como fazem para abrir e fechar. [Capítulo VII, versículo único] E aqueles homens me tomaram e me conduziram ao segundo céu, e me mostraram as trevas, mais escuras que as da Terra. Eu vi prisioneiros atados, vigiados, que aguardavam o grande e infinito julgamento, e esses anjos eram escuros, mais escuros que a escuridão da terra. Os faziam chorar incessantemente, o tempo todo...
Rio de Fogo
[Capítulo X, versículo único] Aqueles dois homens me tomaram e me conduziram ao norte, e me mostraram um lugar terrível onde havia todas as maneiras de torturas, trevas e escuridão sufocantes. Nenhuma luz havia lá, mas um fogo escuro constantemente ardia no alto. E havia um rio de fogo que corria, e por todo o lugar havia fogo. Por todo lugar havia geada e gelo, sede e tremores, enquanto que as penas eram muito cruéis. Os anjos temíveis e impiedosos portavam armas terríveis e infligiram torturas tenebrosas.
[Capítulo XI, versículo 01] Aqueles homens me tomaram, conduziram-me ao quarto céu e me mostraram os sucessivos acontecimentos e todos os raios da luz do Sol e da Lua. [02] Eu medi seus movimentos e comparei suas luzes, e vi que a do Sol é maior que a da Lua. [03] Seu ciclo e suas órbitas, nos quais eles sempre se movimentam, como um vento de uma velocidade maravilhosa, e o dia e a noite têm um rápido trânsito. [04] Sua passagem e seu retorno são acompanhados por quatro grandes estrelas e quatro à esquerda. Cada estrela tem sob seu controle mil outras estrelas, ao todo oito mil, seguindo continuamente o Sol. [05] De dia, 15 miríades de anjos o assistem e à noite, mil. [06] Seis alados seguem diante da órbita do Sol em suas chamas flamejantes, e cem anjos acendem o Sol.
[Capítulo XII, versículo único] Olhei e vi outros elementos voadores do Sol, cujos nomes são Fênix e Chalkydri, maravilhosos e magníficos, com pés e caudas na forma de leão, cabeça de crocodilo. Sua aparência escarlate é como o arco-íris, seu tamanho é de novecentas medidas, suas asas são como as dos anjos, cada um tem doze. Atendem e acompanham o Sol dando calor e orvalho tal como lhes foi ordenado por Deus... [Capítulo XV, versículo único] Então os elementos do Sol, chamados Fênix e Chalkydri, irromperam em uma canção. Conseqüentemente, cada pássaro bateu suas asas.
Gigantes Terríveis
[Capítulo XI, versículo 01] Aqueles homens me tomaram, conduziram-me ao quarto céu e me mostraram os sucessivos acontecimentos e todos os raios da luz do Sol e da Lua. [02] Eu medi seus movimentos e comparei suas luzes, e vi que a do Sol é maior que a da Lua. [03] Seu ciclo e suas órbitas, nos quais eles sempre se movimentam, como um vento de uma velocidade maravilhosa, e o dia e a noite têm um rápido trânsito. [04] Sua passagem e seu retorno são acompanhados por quatro grandes estrelas e quatro à esquerda. Cada estrela tem sob seu controle mil outras estrelas, ao todo oito mil, seguindo continuamente o Sol. [05] De dia, 15 miríades de anjos o assistem e à noite, mil. [06] Seis alados seguem diante da órbita do Sol em suas chamas flamejantes, e cem anjos acendem o Sol.
[Capítulo XII, versículo único] Olhei e vi outros elementos voadores do Sol, cujos nomes são Fênix e Chalkydri, maravilhosos e magníficos, com pés e caudas na forma de leão, cabeça de crocodilo. Sua aparência escarlate é como o arco-íris, seu tamanho é de novecentas medidas, suas asas são como as dos anjos, cada um tem doze. Atendem e acompanham o Sol dando calor e orvalho tal como lhes foi ordenado por Deus... [Capítulo XV, versículo único] Então os elementos do Sol, chamados Fênix e Chalkydri, irromperam em uma canção. Conseqüentemente, cada pássaro bateu suas asas.
Gigantes Terríveis
[Capítulo XVII, versículo único] No meio dos céus eu vi soldados armados, servindo ao Senhor, com tímpanos e órgãos, com vozes incessantes, doces vozes, doces e incessantes vozes e vários cânticos, que são impossíveis de descrever. Que assombram qualquer inteligência, de tão magnífico e maravilhoso que é o cântico daqueles anjos, e eu estava encantado ouvindo-o. [Capítulo XVIII, versículo 01] Os homens levaram-me ao quinto céu e lá me puseram. Vi muitos e incontáveis soldados, chamados Grigori, de aparência humana. Eram maiores que os maiores gigantes, suas faces eram sem viço e, o silêncio de suas bocas, perpétuo. Não havia qualquer serviço no quinto céu, e eu disse aos homens que estavam comigo: [02] “Por que eles são tão sem viço e suas faces melancólicas, suas bocas silenciosas? E por que não há serviço neste céu?”
[Versículo 03] Eles me disseram: “Estes são os Grigori, que com seu príncipe Satanail rejeitaram o Senhor da Luz. E atrás deles estão os que são mantidos nas grandes trevas do segundo céu. Três deles foram à Terra vindos do trono do Senhor, para o Ermon, e quebraram seus votos nas encostas da colina do Ermon. E viram como eram bonitas as filhas dos homens e tomaram-nas por esposas. Sujaram o mundo com suas obras e durante todo o tempo de sua estrada cometeram ilegalidade e promiscuidade. E nasceram gigantes e impressionantes homens grandes e grandes inimizades”.
[Versículo 04] E por isso Deus julgou-os com um grande julgamento. Eles choraram por seus irmãos e serão punidos no grande dia do Senhor. E eu disse aos Grigori: “Eu vi vossos irmãos, suas obras e seus grandes tormentos, e rezei por eles. Mas o Senhor condenou-os a estar embaixo da Terra até o céu e a terra se acabarem”.
[Capítulo XIX, versículo 01] E então, aqueles homens tomaram-me e me puseram no sexto céu, e lá vi sete grupos de anjos, muito brilhantes e gloriosos. Suas faces brilhavam mais que o Sol resplandecendo, e não havia diferenças em suas faces, comportamento ou maneira de vestir-se. Eles fazem as ordens e aprendem o movimento das estrelas, a alteração da Lua, a revolução do Sol e o bom governo do mundo.
Frutos da Terra
[Versículo 03] Eles me disseram: “Estes são os Grigori, que com seu príncipe Satanail rejeitaram o Senhor da Luz. E atrás deles estão os que são mantidos nas grandes trevas do segundo céu. Três deles foram à Terra vindos do trono do Senhor, para o Ermon, e quebraram seus votos nas encostas da colina do Ermon. E viram como eram bonitas as filhas dos homens e tomaram-nas por esposas. Sujaram o mundo com suas obras e durante todo o tempo de sua estrada cometeram ilegalidade e promiscuidade. E nasceram gigantes e impressionantes homens grandes e grandes inimizades”.
[Versículo 04] E por isso Deus julgou-os com um grande julgamento. Eles choraram por seus irmãos e serão punidos no grande dia do Senhor. E eu disse aos Grigori: “Eu vi vossos irmãos, suas obras e seus grandes tormentos, e rezei por eles. Mas o Senhor condenou-os a estar embaixo da Terra até o céu e a terra se acabarem”.
[Capítulo XIX, versículo 01] E então, aqueles homens tomaram-me e me puseram no sexto céu, e lá vi sete grupos de anjos, muito brilhantes e gloriosos. Suas faces brilhavam mais que o Sol resplandecendo, e não havia diferenças em suas faces, comportamento ou maneira de vestir-se. Eles fazem as ordens e aprendem o movimento das estrelas, a alteração da Lua, a revolução do Sol e o bom governo do mundo.
Frutos da Terra
[Versículo 02] E quando eles vêem coisas ruins, fazem os mandamentos e dão instruções e cânticos doces e altos, e todos são cânticos de louvor. [03] Esses são os arcanjos, que estão acima dos anjos, e eles avaliam toda a vida no céu e na Terra. Os anjos que estão designados para as estações do ano, os anjos que cuidam dos rios e dos mares e os que cuidam dos frutos da terra. Há os que cuidam de toda a vegetação, dando comida para todos, e os anjos que anotam todas as almas dos homens, todos os seus feitos e todas as suas vidas diante da face do Senhor. Em meio deles estão seis Fênix e seis querubins com seis asas, continuamente com uma voz cantante. Não é possível descrever seus cânticos e seu júbilo diante do Senhor, aos pés Dele.
[Capítulo XX, versículo 01] Aqueles dois homens levaram-me até o sétimo céu, e lá vi uma grande luz e as flamejantes hostes dos grandes arcanjos, milícias incorpóreas e dominações, ordens e governos, querubins e serafins, tronos e alguns de muitos olhos. Vi nove regimentos, as estações de luz Ioanitas e tive medo. Comecei a tremer com grande terror, e aqueles homens tomaram-me e me conduziram e me disseram: [02] “Tem coragem, Enoque, não temas”. E mostraram-me o Senhor ao longe, sentado em seu trono muito alto. Pois o que haverá no décimo céu, se o Senhor aqui habita?
[Capítulo XXII, versículo 01] No décimo céu, Aravoth, vi como era a face do Senhor, como o ferro que arde no fogo que, ao sair, emite faíscas e queima. [08] E o Senhor disse a Micael: “Vai e despoja Enoque de suas vestes terrestres e unge-o com meu doce bálsamo, e veste-o com os vestidos de minha glória”. [09] E Micael assim o fez, tal qual o Senhor lhe ordenara. Ele me ungiu, vestiu-me, e o aspecto daquele bálsamo é mais que a grande luz. É como o doce orvalho e seu perfume, suave e brilhante como um raio de Sol. Olhei para mim mesmo e estava como um raio de Sol, estava como seus gloriosos.
[Versículo 10] E o senhor convocou um de seus arcanjos, chamado Pravuil, mais forte em sabedoria do que qualquer outro arcanjo, que escrevera todas as obras do Senhor. E o Senhor disse a Pravuil: [11] “Traz aqueles livros de meus depósitos e uma pena de escrita rápida, e dá-os a Enoque e incube-o da escolha dos livros”. [Capítulo XXIII, versículo 02] E Pravuil disse-me: “Todas as coisas que te disse, temo-las por escrito. Senta-te e relaciona todas as almas da humanidade, ainda que muitas delas já tenham nascido, e os lugares preparados para elas na eternidade. Pois que todas as almas são preparadas para a eternidade, antes mesmo da formação do mundo”. [03] E tudo se repetiu por 30 dias e 30 noites, e eu escrevi todas as coisas com exatidão. Escrevi 366 livros.
Nota do Autor:
[Capítulo XXII, versículo 01] No décimo céu, Aravoth, vi como era a face do Senhor, como o ferro que arde no fogo que, ao sair, emite faíscas e queima. [08] E o Senhor disse a Micael: “Vai e despoja Enoque de suas vestes terrestres e unge-o com meu doce bálsamo, e veste-o com os vestidos de minha glória”. [09] E Micael assim o fez, tal qual o Senhor lhe ordenara. Ele me ungiu, vestiu-me, e o aspecto daquele bálsamo é mais que a grande luz. É como o doce orvalho e seu perfume, suave e brilhante como um raio de Sol. Olhei para mim mesmo e estava como um raio de Sol, estava como seus gloriosos.
Nota do Autor:
Dos capítulos 24 a 33, Enoque cita o conteúdo dos livros que lhes foram passados, relatando a criação do mundo nos seis dias, conforme reza a cartilha bíblica. Em seguida, Deus incube a Samuil e Raguil, os dois seres que levaram Enoque à sua presença, para o levarem de volta com os livros. Após a entrega das obras e sua divulgação ao povo da Terra, Enoque parte, dessa vez definitivamente, novamente elevado aos céus.
Apócrifos revelam uma nova Maria
São vários os livros apócrifos que falam sobre o período anterior e posterior ao nascimento de Maria, mãe de Jesus. Resolvemos expor aqui trechos daqueles que mais estão relacionados aos fatos ufológicos. Contudo, todos, de uma forma ou outra, acabam levando a conclusões semelhantes. Dos chamados Livros da Natividade de Maria, em compilação feita pela Editora Mercuryo, o apócrifo que mais chama a atenção sobre a gravidez de Ana, mãe de Maria, é atribuído a Jerônimo, do século IX. Visando o enriquecimento da narrativa, foram anexados trechos dos Evangelhos de Mateus, do século I, e de Tiago, descoberto no século XVI. Todos os capítulos estão identificados com o nome de cada um de seus supostos autores. Tais Evangelhos foram editamos o mínimo possível, para melhor compreensão e clareza:
[Jerônimo I, versículo 01] A bem-aventurada e sempre gloriosa Virgem Maria descendia de uma estirpe régia e pertencia à família de David. Nasceu em Nazaré e foi educada no templo do Senhor na cidade de Jerusalém. O pai chamava-se Joaquim e a mãe Ana. [03] Mas esses esposos tão queridos por Deus e tão piedosos para com o próximo tinham 20 anos de vida conjugal em casto matrimônio, sem descendência. Tinham feito um voto que se Deus lhes concedesse um rebento, consagrariam-no ao serviço divino. Por este motivo, durante os dias festivos do ano, iam ao templo de Deus.
[Jerônimo II, versículo 01] A festa da Dedicação no templo aproximava-se e Joaquim dirigiu-se a Jerusalém em companhia de alguns patrícios. Naquele tempo era sumo sacerdote Isacar que, ao vê-lo entre seus concidadãos, menosprezou-o e rejeitou seus presentes, perguntando-lhe como se atrevia a comparecer entre os prolíferos já que era estéril. Disse-lhe ainda que suas oferendas não seriam aceitas por Deus, pois este o considerava indigno da posteridade e clamou pelo testemunho das escrituras, que declarava maldito quem não gerasse um varão em Israel.
[Versículo 02] Joaquim ficou morto de vergonha ante tamanha injúria e se retirou aos seus campos, onde se encontravam os pastores e rebanhos, sem querer voltar para casa para não se expor ao desprezo dos companheiros que tinham presenciado a cena e ouvido o que Isacar lhe dissera. [Tiago I, versículo 01] Joaquim ficou muito atormentado e não procurou sua mulher, retirando-se para o deserto. Ali armou sua tenda e jejuou por 40 dias e 40 noites, dizendo a si mesmo: “Não sairei daqui para minha casa, nem sequer para comer ou beber, até que não me visite o Senhor meu Deus. Que minhas preces me sirvam de comida e de bebida”.
[Jerônimo III, versículo 01] Já fazia algum tempo que se encontrava naquele lugar, quando um dia em que estava sozinho, apareceu-lhe um anjo do Senhor, rodeado de grande esplendor. Ficou atemorizado ante a visão, mas o anjo da aparição livrou-o do temor dizendo: “Joaquim, não tenhas medo e nem te assustes comigo. Sou um anjo do Senhor. Ele me enviou para anunciar-te que tuas preces foram ouvidas. Teve por bem olhar para tua confusão depois que chegou a Seus ouvidos a infâmia de esterilidade da qual injustamente te acusam”.
Apócrifos revelam uma nova Maria
São vários os livros apócrifos que falam sobre o período anterior e posterior ao nascimento de Maria, mãe de Jesus. Resolvemos expor aqui trechos daqueles que mais estão relacionados aos fatos ufológicos. Contudo, todos, de uma forma ou outra, acabam levando a conclusões semelhantes. Dos chamados Livros da Natividade de Maria, em compilação feita pela Editora Mercuryo, o apócrifo que mais chama a atenção sobre a gravidez de Ana, mãe de Maria, é atribuído a Jerônimo, do século IX. Visando o enriquecimento da narrativa, foram anexados trechos dos Evangelhos de Mateus, do século I, e de Tiago, descoberto no século XVI. Todos os capítulos estão identificados com o nome de cada um de seus supostos autores. Tais Evangelhos foram editamos o mínimo possível, para melhor compreensão e clareza:
[Jerônimo I, versículo 01] A bem-aventurada e sempre gloriosa Virgem Maria descendia de uma estirpe régia e pertencia à família de David. Nasceu em Nazaré e foi educada no templo do Senhor na cidade de Jerusalém. O pai chamava-se Joaquim e a mãe Ana. [03] Mas esses esposos tão queridos por Deus e tão piedosos para com o próximo tinham 20 anos de vida conjugal em casto matrimônio, sem descendência. Tinham feito um voto que se Deus lhes concedesse um rebento, consagrariam-no ao serviço divino. Por este motivo, durante os dias festivos do ano, iam ao templo de Deus.
[Jerônimo II, versículo 01] A festa da Dedicação no templo aproximava-se e Joaquim dirigiu-se a Jerusalém em companhia de alguns patrícios. Naquele tempo era sumo sacerdote Isacar que, ao vê-lo entre seus concidadãos, menosprezou-o e rejeitou seus presentes, perguntando-lhe como se atrevia a comparecer entre os prolíferos já que era estéril. Disse-lhe ainda que suas oferendas não seriam aceitas por Deus, pois este o considerava indigno da posteridade e clamou pelo testemunho das escrituras, que declarava maldito quem não gerasse um varão em Israel.
[Versículo 02] Joaquim ficou morto de vergonha ante tamanha injúria e se retirou aos seus campos, onde se encontravam os pastores e rebanhos, sem querer voltar para casa para não se expor ao desprezo dos companheiros que tinham presenciado a cena e ouvido o que Isacar lhe dissera. [Tiago I, versículo 01] Joaquim ficou muito atormentado e não procurou sua mulher, retirando-se para o deserto. Ali armou sua tenda e jejuou por 40 dias e 40 noites, dizendo a si mesmo: “Não sairei daqui para minha casa, nem sequer para comer ou beber, até que não me visite o Senhor meu Deus. Que minhas preces me sirvam de comida e de bebida”.
[Jerônimo III, versículo 01] Já fazia algum tempo que se encontrava naquele lugar, quando um dia em que estava sozinho, apareceu-lhe um anjo do Senhor, rodeado de grande esplendor. Ficou atemorizado ante a visão, mas o anjo da aparição livrou-o do temor dizendo: “Joaquim, não tenhas medo e nem te assustes comigo. Sou um anjo do Senhor. Ele me enviou para anunciar-te que tuas preces foram ouvidas. Teve por bem olhar para tua confusão depois que chegou a Seus ouvidos a infâmia de esterilidade da qual injustamente te acusam”.
Filho do Altíssimo
[Versículo 03] “Saiba então que Ana, tua mulher, vai dar a luz uma menina, a que colocarás o nome de Maria e que viverá consagrada a Deus desde sua infância em consonância com o voto que fizestes. E já desde o ventre da mãe estará plena do Espírito Santo. Não comerá nem beberá nada impuro e nem passará sua vida entre o bulício da plebe, mas no recolhimento do templo do Senhor, para que ninguém possa chegar a suspeitar e nem falar algo desfavorável a ela. E quando for crescendo, da mesma forma que ela nascerá de uma mãe estéril, ou seja, virgem, e gerará de maneira incomparável o Filho do Altíssimo. O nome Deste será Jesus, porque de acordo com seu significado será o salvador de todos os povos”.
[Mateus III, versículo 01] Naquele mesmo tempo apareceu um jovem entre as montanhas onde Joaquim pastoreava seus rebanhos e lhe disse: “Por que não voltas ao lado de tua esposa?” Joaquim replicou: “Já faz 20 anos que tenho a mulher e, já que o Senhor houvepor bem não dar-me filhos dela, vi-me obrigado a abandonar o templo de Deus ultrajado e confuso. Para que voltar a seu lado como estou, cheio de desonra e vexado? Ficarei aqui com meu gado até que Deus queira que a luz deste mundo me ilumine. [02] Nem bem terminou de falar e o jovem lhe respondeu: “Sou um anjo de Deus e hoje apareci a tua mulher quando orava afogada em prantos. Saiba que ela já concebeu de ti uma filha. Esta viverá no templo do Senhor e o Espírito Santo repousará sobre ela. Sua felicidade será maior do que a de todas as mulheres santas”.
Elevando-se na Fumaça
[Versículo 03] Joaquim prostrou-se em atitude de humilde adoração e disse: “Já que fui agraciado com tua visão, vem repousar em minha tenda e abençoar este servo”. Ao que o anjo respondeu: “Não te chames de meu servo, e sim de co-servo, pois ambos estamos na condição de servir ao mesmo Senhor. Minha comida é invisível e minha bebida não pode ser captada pelos olhos humanos. Portanto, não é necessário que me convides. Será melhor que ofereças a Deus em holocausto o que me darias de presente”. Então Joaquim pegou um cordeiro sem nenhum defeito e disse ao anjo: “Nunca me teria atrevido a oferecer um holocausto a Deus se teu mandado não me tivesse dado potestade de fazê-lo”. O anjo replicou: “Eu tampouco te convidaria a oferecê-lo se não conhecesse o beneplácito divino”.
E ocorreu que, quando Joaquim oferecia seu sacrifício, junto com o perfume deste e, por assim dizer, com a fumaça, o anjo elevou-se ao céu. Então Joaquim prostrou a face na terra e ficou deitado desde a sexta hora até a tarde. Quando seus servos e assalariados chegaram por não saber o que aquilo significava, encheram-se de espanto, pensando que ele quisesse suicidar-se. Aproximaram-se e com muito esforço conseguiram levantá-lo do chão. Então ele lhes contou sua visão, e todos, movidos pela admiração e estupor produzidos pelo relato, aconselharam-no que obedecesse sem demora a ordem do anjo e que voltasse depressa para a mulher.
[Versículo 04] Andaram 30 dias consecutivos e quando já estavam perto, um anjo de Deus apareceu a Ana, que orava, e lhe disse: “Vai até a porta a que chamam Dourada e sai ao encontro de teu marido, porque hoje mesmo ele chegará”. Ela se apressou e foi para lá com suas donzelas. De repente, levantou os olhos e viu Joaquim que chegava com seus rebanhos. Abraçou-se a seu pescoço dizendo: “Há pouco era viúva e já não o sou. Não faz muito era estéril e eis que concebi em minhas entranhas”. [Tiago IV, versículo 04] E, ao chegar Joaquim com seus rebanhos, estava Ana à porta. Ao vê-lo chegar, pôs-se a correr e atirou-se ao seu pescoço dizendo: “Agora vejo que Deus me bendisse copiosamente, pois, sendo viúva, deixo de sê-lo e, sendo estéril, vou conceber em meu ventre”. E Joaquim repousou naquele primeiro dia em sua casa.
[Mateus V, versículo 01] E Maria era a admiração de todo o povo, pois com apenas três anos andava com um passo tão firme, falava com tal perfeição e se entregava com tanto fervor aos louvores divinos que ninguém a tomaria por uma criança, mas sim por uma pessoa adulta. Além disso, era tão assídua na oração como se já tivesse 30 anos. Sua face era resplandecente como a neve e, por isto, apenas se podia olhá-la com dificuldade. O que mulheres adultas nunca foram capazes de executar, esta realizava em sua mais tenra idade.
Curas Misteriosas
E ocorreu que, quando Joaquim oferecia seu sacrifício, junto com o perfume deste e, por assim dizer, com a fumaça, o anjo elevou-se ao céu. Então Joaquim prostrou a face na terra e ficou deitado desde a sexta hora até a tarde. Quando seus servos e assalariados chegaram por não saber o que aquilo significava, encheram-se de espanto, pensando que ele quisesse suicidar-se. Aproximaram-se e com muito esforço conseguiram levantá-lo do chão. Então ele lhes contou sua visão, e todos, movidos pela admiração e estupor produzidos pelo relato, aconselharam-no que obedecesse sem demora a ordem do anjo e que voltasse depressa para a mulher.
[Versículo 04] Andaram 30 dias consecutivos e quando já estavam perto, um anjo de Deus apareceu a Ana, que orava, e lhe disse: “Vai até a porta a que chamam Dourada e sai ao encontro de teu marido, porque hoje mesmo ele chegará”. Ela se apressou e foi para lá com suas donzelas. De repente, levantou os olhos e viu Joaquim que chegava com seus rebanhos. Abraçou-se a seu pescoço dizendo: “Há pouco era viúva e já não o sou. Não faz muito era estéril e eis que concebi em minhas entranhas”. [Tiago IV, versículo 04] E, ao chegar Joaquim com seus rebanhos, estava Ana à porta. Ao vê-lo chegar, pôs-se a correr e atirou-se ao seu pescoço dizendo: “Agora vejo que Deus me bendisse copiosamente, pois, sendo viúva, deixo de sê-lo e, sendo estéril, vou conceber em meu ventre”. E Joaquim repousou naquele primeiro dia em sua casa.
[Mateus V, versículo 01] E Maria era a admiração de todo o povo, pois com apenas três anos andava com um passo tão firme, falava com tal perfeição e se entregava com tanto fervor aos louvores divinos que ninguém a tomaria por uma criança, mas sim por uma pessoa adulta. Além disso, era tão assídua na oração como se já tivesse 30 anos. Sua face era resplandecente como a neve e, por isto, apenas se podia olhá-la com dificuldade. O que mulheres adultas nunca foram capazes de executar, esta realizava em sua mais tenra idade.
Curas Misteriosas
[Versículo 02] Esta era a norma de vida que impusera: desde a madrugada até a terceira hora, fazia orações, da terceira à nona, ocupava-se de suas tarefas, da nona em diante consumia todo o tempo em oração, até que o anjo do Senhor se mostrava e de cujas mãos recebia alimentos. E assim crescia mais e mais nas vias da oração. Cada dia usava exclusivamente para sua refeição o alimento que lhe vinha das mãos do anjo, repartindo com os pobres aquele que lhe davam os pontífices. Freqüentemente se viam os anjos falando com ela, obsequiando-a com carinho de íntimos amigos. E se algum doente conseguia tocá-la, voltava imediatamente curado para sua casa.
Nibiru: A invasão do nosso sistema solar e a destruição da Terra
O Planeta X sempre é mencionado como sendo o objeto mais perigoso que está em rota de colisão com a Terra.
Teóricos da conspiração têm por muito tempo temido que a Terra será destruída por uma colisão com o misterioso Planeta X no início do século XXI, e teorias científicas recentes sobre o assunto não fizeram nada para aliviar esta possibilidade.
O gigantesco planeta que os cientistas pensam ter dado ao Sistema Solar sua inclinação, segundo teorias, orbita o Sol a cada 15.000 anos aproximadamente, e também é referido como Planeta X, Planeta 9, ou Nibiru.
Os cientistas têm rejeitado como sendo pseudociência a ideia de que Nibiru irá destruir a Terra, mas isto não parou os teóricos da conspiração de se preocuparem sobre a destruição de nosso sistema solar, de acordo com Global Research.
“Aparentemente o governo dos EUA tomou a decisão de manter Nibiru e sua projetada destruição da Terra em segredo.”
A ideia de um planeta desconhecido que é 10 vezes mais massivo do que a Terra foi primeiramente proposta pelo astrônomo Percival Lowell, no início dos anos 1900, e foi amplamente publicada na década de 1970 pelo acadêmico nascido na União Soviética, Zecharia Sitchin.
Então, em meados da década de 1990, a moradora do estado do Wisconsin (EUA), Nancy Lieder, publicou a ideia sobre o Cataclismo de Nibiru em seu site Zeta Talk, após alegar ter recebido mensagens telepáticas de alienígenas.
Ela projetou várias datas para o apocalipse, inclusive 2012, ao final do calendário maia, e a NASA foi forçada a desbancar a teoria, disse na época o pesquisador do Ames Center, Daid Morrison, ao Space.com.
“Embora isto seja uma piada para algumas pessoas e um mistério para outras, há um núcleo de pessoas que está verdadeiramente preocupado.”
Konstantin Batygin e Mike Brown estimam que o planeta do tamanho de Netuno orbita o Sol a cada 15.000 anos aproximadamente, de acordo com a Associação Americana para o Avanço da Ciência.
“Se você diz, ‘Temos evidência do Planeta X’, quase qualquer astrônomo dirá, ‘Isto novamente? Estes caras claramente são loucos’. Eu diria isto também. E por que isto seria diferente? Isto é diferente porque desta vez estamos certos.”
Agora, Brown prevê o lançamento da descoberta documentada do hipotético planeta gigante dentro de um ano e meio, de acordo com o site Space.com.
“Acho que haverá muitas pessoas procurando por isso… alguém realmente irá rastrear isto.”
Teoricos da conspiração que apoiam a ideia do cataclismo causado por Nibiru alegam que a NASA está escondendo evidências de que o misterioso Planeta X destruirá a Terra no início do século XXI. Isto poderia ocorrer através de uma colisão real com o nosso planeta, ou com uma passagem próxima que influencia a órbita da Terra, causando uma reversão polar, ou uma série de colisões de asteroides.
Como conta a história, Nibiru foi o lar de astronautas alienígenas da antiguidade, os quais ‘semearam’ a vida na Terra, ou possivelmente anjos conhecidos com Anunnaki, os gigantes Nefilins da Bíblia, os quais vieram à Terra do céu.
Em seu livro, ‘O 12º Planeta’, Sithin alega que o nosso sistema solar é parte de um sistema estelar binário, e que há, pelo menos, três planetas desconhecidos, inclusive Nibiru, que orbitam este segundo sol. Quando os planetas desta segunda constelação de planetas visitam nosso sistema solar, Sitchin alega que eles irão enviar um número de asteroides e cometas em direção à Terra, causando um enorme dano ao nosso planeta.
Talvez a coisa mais estranha sobre a controvérsia do Planeta X – Nibiru é que os cientista e teóricos da conspiração estão começando a concordar sobre uma coisa: A verdade logo será revelada, disse Brown ao Space.com.
“Há muitas pessoas procurando; estamos tentando intensamente dizer às pessoas onde procurarem. Queremos que ele seja encontrado.”
Teóricos da conspiração têm por muito tempo temido que a Terra será destruída por uma colisão com o misterioso Planeta X no início do século XXI, e teorias científicas recentes sobre o assunto não fizeram nada para aliviar esta possibilidade.
O gigantesco planeta que os cientistas pensam ter dado ao Sistema Solar sua inclinação, segundo teorias, orbita o Sol a cada 15.000 anos aproximadamente, e também é referido como Planeta X, Planeta 9, ou Nibiru.
Os cientistas têm rejeitado como sendo pseudociência a ideia de que Nibiru irá destruir a Terra, mas isto não parou os teóricos da conspiração de se preocuparem sobre a destruição de nosso sistema solar, de acordo com Global Research.
“Aparentemente o governo dos EUA tomou a decisão de manter Nibiru e sua projetada destruição da Terra em segredo.”
A ideia de um planeta desconhecido que é 10 vezes mais massivo do que a Terra foi primeiramente proposta pelo astrônomo Percival Lowell, no início dos anos 1900, e foi amplamente publicada na década de 1970 pelo acadêmico nascido na União Soviética, Zecharia Sitchin.
Então, em meados da década de 1990, a moradora do estado do Wisconsin (EUA), Nancy Lieder, publicou a ideia sobre o Cataclismo de Nibiru em seu site Zeta Talk, após alegar ter recebido mensagens telepáticas de alienígenas.
Ela projetou várias datas para o apocalipse, inclusive 2012, ao final do calendário maia, e a NASA foi forçada a desbancar a teoria, disse na época o pesquisador do Ames Center, Daid Morrison, ao Space.com.
“Embora isto seja uma piada para algumas pessoas e um mistério para outras, há um núcleo de pessoas que está verdadeiramente preocupado.”
Konstantin Batygin e Mike Brown estimam que o planeta do tamanho de Netuno orbita o Sol a cada 15.000 anos aproximadamente, de acordo com a Associação Americana para o Avanço da Ciência.
“Se você diz, ‘Temos evidência do Planeta X’, quase qualquer astrônomo dirá, ‘Isto novamente? Estes caras claramente são loucos’. Eu diria isto também. E por que isto seria diferente? Isto é diferente porque desta vez estamos certos.”
Agora, Brown prevê o lançamento da descoberta documentada do hipotético planeta gigante dentro de um ano e meio, de acordo com o site Space.com.
“Acho que haverá muitas pessoas procurando por isso… alguém realmente irá rastrear isto.”
Teoricos da conspiração que apoiam a ideia do cataclismo causado por Nibiru alegam que a NASA está escondendo evidências de que o misterioso Planeta X destruirá a Terra no início do século XXI. Isto poderia ocorrer através de uma colisão real com o nosso planeta, ou com uma passagem próxima que influencia a órbita da Terra, causando uma reversão polar, ou uma série de colisões de asteroides.
Como conta a história, Nibiru foi o lar de astronautas alienígenas da antiguidade, os quais ‘semearam’ a vida na Terra, ou possivelmente anjos conhecidos com Anunnaki, os gigantes Nefilins da Bíblia, os quais vieram à Terra do céu.
Em seu livro, ‘O 12º Planeta’, Sithin alega que o nosso sistema solar é parte de um sistema estelar binário, e que há, pelo menos, três planetas desconhecidos, inclusive Nibiru, que orbitam este segundo sol. Quando os planetas desta segunda constelação de planetas visitam nosso sistema solar, Sitchin alega que eles irão enviar um número de asteroides e cometas em direção à Terra, causando um enorme dano ao nosso planeta.
Talvez a coisa mais estranha sobre a controvérsia do Planeta X – Nibiru é que os cientista e teóricos da conspiração estão começando a concordar sobre uma coisa: A verdade logo será revelada, disse Brown ao Space.com.
“Há muitas pessoas procurando; estamos tentando intensamente dizer às pessoas onde procurarem. Queremos que ele seja encontrado.”
























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