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quarta-feira, 15 de março de 2017


Gladiador morria mesmo lutando? Veja mitos e verdades sobre esses guerreiros


Diferentemente dos roteiros de Hollywood, em que a vida de um gladiador é uma luta por sobrevivência, esses guerreiros eram tratados como atletas de elite na Roma Antiga.

Seu treinamento e estilo de vida eram um verdadeiro investimento para o império. As disputas eram regidas por regras estritas que um juiz e seu assistente faziam cumprir, por isso eles estavam muito mais próximos de uma exibição esportiva do que de uma batalha sangrenta. Por isso, raras vezes morriam em combate.

Embora a maioria dos lutadores fosse recrutada entre os escravos, também havia cidadãos livres que se ofereciam para os combates, seduzidos por uma vida de conforto e de treinamento constante.

A expectativa de vida de um cidadão romano comum era em média 27 anos e a de um gladiador não costumava passar dos 25. Todavia, eles viviam em locais de treinamento, gozando de uma alimentação especial, composta principalmente por grãos, legumes e frutas. Eles tomavam regularmente uma mistura feita de extratos de erva e vinagres, que funcionava como bebida energética.

Até 200 a.C., era permitida a participação de mulheres gladiadoras na arena, que geralmente enfrentavam homens de baixa estatura.

Os combates eram espetáculos enormes e muito populares. Uma boa briga chegava a levar um público de até 50 mil pessoas às arenas. Grafites encontrados na antiga Pompeia mostram que os atletas eram considerados símbolos sexuais pela população


Roma de Nero é destruída pelo fogo

18-07-0064
Em um dia como hoje, no ano de 64, teve início um grande incêndio de Roma, que destruiu boa parte da cidade. Apesar das histórias mais conhecidas sobre o episódio, não há nenhuma evidência de que o imperador romano Nero tenha iniciado o incêndio ou estivesse tocando violino enquanto ocorria a tragédia. Ainda assim, ele usou o desastre para seguir com seus planos políticos.
O fogo começou na favela de um distrito ao sul do lendário Monte Palatino. As casas da região queimaram rapidamente, e o fogo logo se espalhou para o norte, alimentado por ventos fortes. Durante o caos, houve relatos de grandes saques. O fogo só pode ser controlado após quase três dias. Três dos 14 distritos de Roma foram completamente destruídos; apenas quatro permaneceram ilesos após a tragédia. Centenas de pessoas morreram e milhares ficaram desabrigadas.
Embora a lenda popular diga que o imperador Nero tocava violino enquanto a cidade ardia, essa história é cercada de contradições. Antes de tudo, o violino nem sequer existia na época. Além disso, Nero era conhecido por seu talento na lira; muitas vezes ele compôs a sua própria música. Mais importante ainda, Nero estava a 56 quilômetros de distância, em Antium, quando o fogo começou. Na verdade, ele deixou seu palácio ser usado como abrigo.
As lendas em torno da responsabilidade de Nero no incêndio podem ter surgido por várias razões. Primeiramente, ele não gostava da estética da cidade e usou a devastação causada pelo fogo como motivo para mudar a arquitetura e instituir novos códigos de construção em toda a cidade. Nero também usou episódio para reprimir a crescente influência dos cristãos em Roma. Ele prendeu, torturou e executou centenas deles sob o pretexto de que estariam envolvidos com as causas do incêndio

Nero

(15-12-0037 - 09-06-0068)

Destaca-se em: Politica e liderança militar

Origem: Itália
Nero nasceu em 15 de dezembro de 37 d.C, em Anzio, na Itália. Após a morte de seu pai, sua mãe se casou com seu tio-avô, Cláudio, e o convenceu a nomear Nero como seu sucessor. Ele assumiu o trono aos 17 anos e rejeitou todas as tentativas de controle de sua mãe, mandando matá-la. Nero vivia de forma extravagante e se comportava inapropriadamente. Ele começou a executar opositores cristãos e suicidou-se em 9 de junho de 68, após o império se revoltar contra ele. A data de nascimento e morte de Nero pode variar de acordo com o autor – nesta biografia foi usada como fonte relatos do sacerdote Jerônimo de Estridão e pelo escritor latino Suetônio.
Nero nasceu Lucius Domitus Ahenobarbus, filho de Gnaeus Domitus Ahenobarbus e Agrippina, bisneta do imperador Augusto. Ele foi educado na tradição clássica pelo filósofo Sêneca e estudou grego, filosofia e retórica. Depois que seu pai faleceu, em 48 d.C., Agrippina se casou com seu tio-avô, Cláudio. Ela o convenceu de nomear Nero como seu sucessor, em vez de seu filho, Britânico, e de oferecer sua filha, Octávia, como sua esposa, o que ele cumpriu em 50 d.C. Cláudio morreu em 54, e suspeita-se que Agrippina o tenha envenenado. Nero se apresentou ao Senado para fazer um tributo em homenagem a seu antecessor e foi nomeado Imperador de Roma. Ele escolheu o nome Nero Cláudio César Augusto Germânico e ascendeu ao trono aos 17 anos.


Assassinato da mãe

Agrippina era dominadora e tentou influenciar o governo de seu filho. Ela se irritava com os conselhos moderados dos assessores de Nero, seu ex-tutor Sêneca e o comandante da guarda pretoriana, Burro. Ela também tentou impor sua autoridade na vida privada de Nero. Quando este começou a ter um caso com Claudia Acte, uma ex-escrava, e ameaçou se divorciar de Octávia, Agrippina ficou do lado de Octávia e exigiu que seu filho deixasse Acte. Embora ele e Octávia tenham permanecido casados, Nero começou a viver abertamente com Acte, apesar dos protestos de sua mãe.
Depois de Nero ter rejeitado a influência de sua mãe tanto nas questões públicas quanto privadas, ela ficou enfurecida e começou a defender Britânico, ainda um menor de idade, como imperador. No entanto, Britânico morreu repentinamente em 55, um dia antes de se tornar adulto. Supõe-se que Nero o tenha envenenado, embora este tenha afirmado que Britânico morreu de um ataque apoplético. Mesmo depois da morte de Britânico, Agrippina tentou colocar o povo contra Nero, que a baniu do palácio da família.
Em 58, Nero havia deixado Acte e se apaixonado por Popeia Sabina, uma nobre que era casada com um membro da aristocracia romana. Ele queria esposá-la, mas a opinião pública não via com bons olhos um divórcio com Octávia, e sua mãe se opôs firmemente a isso. Cansado da interferência de sua mãe e não satisfeito apenas como sua retirada do palácio, Nero resolveu tomar uma providência: Agrippina foi assassinada em 59 por ordem de seu filho, o imperador.
Até 59, Nero era descrito como um líder generoso e sensato. Ele havia acabado com a pena capital, diminuído os impostos e permitido aos escravos apresentar queixas em relação aos seus donos. Ele colocou as artes e os esportes acima do entretenimento de gladiadores e deu apoio a outras cidades em crise. Embora fosse conhecido por seus divertimentos à noite, suas ações eram de boa índole, mesmo sendo irresponsável e complacente. Mas depois do assassinato de Agrippina, Nero caiu em um estilo de vida hedonista, que foi marcado não apenas por uma autoindulgência extravagante, mas também pela tirania.


Execução dos opositores

Ele gastou uma quantia exorbitante de dinheiro em atividades artistas e, por volta de 59, começou a se apresentar publicamente como poeta e tocador de lira, uma ruptura significativa para um membro da classe dominante. Quando Burro morreu e Sêneca se aposentou, em 62, Nero se divorciou de Octávia e ordenou que a matassem, para se casar com Popeia. Nessa época, acusações de traição contra Nero e o Senado começaram a aparecer, e ele passou a reagir duramente contra qualquer tipo de crítica ou possível deslealdade.
Um comandante do exército foi executado por difamá-lo em uma festa; outro político foi exilado por escrever um livro que fazia observações negativas sobre o Senado; e outros rivais foram mortos nos anos que se seguiram, permitindo a Nero reduzir a oposição e consolidar seu poder.


Incêndio de Roma

Em 64, a natureza escandalosa das bizarrices artísticas de Nero começou a causar controvérsias, mas a atenção do público foi desviada pelo Grande Incêndio de Roma. As chamas se iniciaram em lojas na extremidade sudeste do Circo Máximo e devastaram Roma por 10 dias, destruindo 75% da cidade. Apesar de incêndios acidentais serem comuns à época, muitos romanos acreditavam que Nero provocou o fogo para abrir espaço para sua vila planejada, a Casa Dourada. Sendo ou não o autor, Nero determinou que um culpado deveria ser encontrado e apontou para o Cristianismo, ainda uma religião nova e subterrânea. Com essa acusação, foi iniciada a perseguição e tortura dos cristãos em Roma.
Após o Grande Incêndio, Nero retomou os planos da Casa Dourada. Para poder financiar o projeto, ele precisava de dinheiro e estava disposto a consegui-lo da forma que fosse necessária. Sendo assim, vendeu cargos públicos para quem pagasse a maior quantia, aumentou os impostos, pegou dinheiro dos templos religiosos, desvalorizou a moeda e reinstituiu políticas para confiscar propriedades em casos de suspeita de traição.


Isolamento

Essas novas políticas resultaram na Conspiração de Pisão, um complô arquitetado em 65 por Caio Calpúrnio Pisão, um aristocrata, junto com cavaleiros, senadores, poetas e o antigo mentor de Nero, Sêneca. Eles planejaram assassiná-lo e coroar Pisão como imperador de Roma. Contudo, o plano foi descoberto e os seus líderes conspiratórios, assim como outros romanos de alta classe, foram executados.
Apenas três anos depois, em março de 68, o governador Caio Júlio Víndice se rebelou contra as políticas tributárias de Nero. Ele, então, recrutou outro governador, Sérvio Sulpício Galba, para unir forças para declará-lo imperador. Mesmo o plano tendo fracassado e Galba ter sido declarado inimigo público, o seu apoio cresceu. Até os próprios guarda-costas de Nero desertaram em apoio a Galba. Temendo uma morte iminente, Nero fugiu. Ele planejou ir para o leste, onde muitas províncias ainda eram leais a ele, mas teve que abandonar essa ideia depois que seus oficiais se recusaram a obedecê-lo.


Morte

Ele retornou para o palácio, mas seus guardas e amigos o haviam abandonado. Por fim, ele recebeu a notícia que o Senado o havia condenado à morte por espancamento e foi então que ele decidiu se suicidar. Porém, incapaz de realizar o ato sozinho, ele teve que ser ajudado por seu secretário, Epafrodito. No momento de sua morte, Nero teria exclamado: “Que grande artista morre em mim!” Ele foi o último da dinastia júlio-claudiana.

Avito é proclamado como melhor imperador de Roma

09-07-0455
Marcus Maecilius Flavius Eparchius Avitus, ou Avito, foi imperador romano do Ocidente entre 9 de Julho de 455 e 17 de Outubro de 456. De origens galo-romanas e de família com antecedentes no Senado, foi magister militum como o também imperador Petronio Maximo. Em 9 de Julho do 455, foi proclamado pelo imperador romano Marciano, como o melhor imperador de Roma. A população italiana nunca aceitou completamente sua proclamação. No ano de 456 iniciou uma campanha na qual reconquistou a Panonia (região da Europa central) e conseguiu uma meritória vitória naval contra os vândalos (grupo de povos germânicos) em colaboração com o magister militum Ricimero. No entanto, não conseguiu acabar com o poderio naval dos vândalos que submeteram Roma a um bloqueio naval, o que fez sua posição cambalear. A fome em Roma forçou-o a dissolver sua guarda pessoal de mercenários godos (grupo germânico). Mas eles tinham que ser pagos, e sua popularidade caiu quando ele destruiu várias estátuas de bronze para lhes pagar seus salários. Alguns de seus pares utilizaram este descontentamento para iniciar uma revolta popular e conseguir finalmente destroná-lo como imperador em 456.

Morre Marco Aurélio, o imperador de Roma

17-03-0180
César Marco Aurélio Antonino Augusto foi imperador romano desde o ano 161. Durante seu reinado, Marco Aurélio esteve quase constantemente em guerra com vários povos nos limites do império. As tribos germânicas e outros povos lançavam frequentes ataques ao longo da extensa fronteira europeia, especialmente dirigidos a Gália (região da Europa ocidental, atualmente ocupada pela França, Bélgica, Holanda e oeste da Suíça). Marco Aurélio morreu em 17 de março de 180 durante a expedição contra os marcomanos, na cidade de Vindobona (atual Viena). Seus restos foram levados a Roma e repousam no mausoléu de Adriano (situado onde hoje fica o Castelo de Sant Angelo). Marco Aurélio assegurou a sucessão de seu filho Cômodo, fazendo dele coimperador no ano 177, antes de sua morte. Esta decisão demonstrou-se mais tarde como muito pouco afortunada, pois Cômodo era um profano em questões políticas e militares, assim como um governante extremamente egocêntrico. Muitos historiadores afirmam que a decadência de Roma começou durante o governo de Cômodo

Assassinado Júlio César de Roma

15-03-2044
Júlio César morreu assassinado em 15 de março do ano 44 a.C. por uma conspiração dirigida por Cássio e Brutus (senadores romanos), que alegaram que César era um tirano. César foi um militar e político cuja ditadura pôs fim à República em Roma (Roma, 100-44 a.C.). Procedente de uma das mais antigas famílias do patriciado romano, os Júlios, Caio Júlio César foi educado esmeradamente com mestres gregos. O assassinato de César desatou uma nova guerra civil entre os seus partidários e simpatizantes (Octávio, Marco Antônio e Lépido), e os defensores da República (Brutus e Cássio, principalmente). Este conflito terminou com a vitória dos partidários de César na dupla batalha de Filipos, e o estabelecimento do Segundo Triunvirato no qual Octávio, Marco Antônio e Lépido dividiram o controle de Roma.

Herodes

Destaca-se em: grandes construções, paranóia

Origem: Jericó, Iduméia
Houveram na história da Bíblia, pelo menos, quatro personagens de home “Herodes”, que aparecem em diferentes tempos.  O mais famoso trata-se daquele é conhecido como Herodes, o Grande, rei de Israel entre 37 a.C. e 4 a.C. Nascido em Jericó, na região de Iduméia*,sua mãe era nabatéia**, o que não lhe criava parentesco algum com os judeus, não lhe dando, portanto, o direito à coroa da Judéia. Como não tinha sangue judeu correndo em suas veias, Herodes fez aliança com o Império Romano para manter-se no poder.
Seus projetos colossais, como a construção de Jerusalém, as fundações das cidades gregas de Sebaste e Cesareia Palestina, as construções de fortalezas e palácios, e o magnífico Templo, fez com que Herodes ganhasse a confiança dos romanos. Contudo, seus 33 anos de reinado foram marcados pelo descontentamento do povo.
Como todos os usurpadores, Herodes era obcecado pela suspeita de traições e conspirações por toda parte. Os Asmoneus***, herdeiros da dinastia que ele suplantara, eram para Herodes objeto de constante temor e, por isso, ele procurava qualquer pretexto para se ver livre deles. Homem cruel e presunçoso, vítima contínua das paixões, Herodes estava bem distante das questões religiosas tão caras aos judeus de seu tempo. As intrigas da corte, as mulheres, as guerras e uma certa febre de construção absorviam-no por completo. Ficou conhecido, principalmente, por sua bárbara atitude de mandar assassinar as crianças de Belém, com menos de 2 anos, numa tentativa de encontrar e matar o menino Jesus (Mateus 2:1-16).
Teve influência fatal sobre o destino de Herodes o fato de sua mulher, Mariana, a única pessoa no mundo a quem ele amava com sinceridade, ser princesa da estirpe dos Asmoneus. Nesta bela mulher, altiva e corajosa, vivia o espírito de seus antepassados guerreiros que haviam lutado pela independência do país. Ela não escondia seu desprezo com relação ao marido. Em 29 a.C., seu drama familiar atingiu o ápice. O ódio de Mariana por Herodes manifestou-se de tal forma, que ele começou a suspeitar de sua participação em uma conjuração. Um dia, atiçado pelos parentes, Herodes, num ataque de ira, condenou à morte aquela a quem amava mais do que a qualquer outra pessoa no mundo. Amedrontados, os juízes ratificaram sem objeções o veredito do rei.
Herodes deixou disposto, em testamento, a partilha do reino entre três de seus filhos sobreviventes: Herodes Arquelau, Herodes Antipas e Filipe.
A data da morte de Herodes foi baseada no trabalho de Emil Schurer, em 1896 e, para a maioria dos estudiosos, se deu no final de março ou início de abril, em 4a.C. Pode parecer estranho que a morte Herodes tenha ocorrido em  4 a.C. uma vez que o ato mais famoso deste personagem teria sido justamente o infanticídio que tinha como objetivo a eliminação do recém-nascido Jesus Cristo. Esta aparente incoerência de datas pode ser explicada por um equívoco nos cálculos do monge Dionisio Exiguus, responsável pela criação calendário cristão.****
No dia  8 de Maio de 2007 o arqueólogo israelense Ehud Netzer, da Universidade Hebraica de Jerusalém, afirmou ter achado o que seria o túmulo do rei Herodes, no local conhecido como Heródio, uma colina no deserto da Judeia, onde o rei construiu seu palácio, próximo a Jerusalém.

*  Conforme indicado pelo livro Primeiro Macabeus (4:29, 61; 5:65, BJ), a Iduméia incluía a região em torno de Hébron, chegando bem ao N, até Betsur, uns 26 km de Jerusalém
** Os Nabateus foram um antigo povo semítico, ancestrais dos árabes, que habitavam a região norte da Arábia, o sul da Jordânia e Canaã, em especial os diversos povoados situados em torno dos oásis na região fronteiriça entre a Síria e a Arábia, do Eufrates ao mar Vermelho.
*** Os asmoneus eram os membros da dinastia governante durante o Reino Asmoneu de Israel, um Estado independente situado na Terra de Israel. A dinastia dos asmoneus foi fundada sob a liderança de Simão Macabeu, duas décadas depois de seu irmão, Judas Macabeu derrotar o exército selêucida durante a Revolta Macabeia, em165 a.C. O Reino Asmoneu sobreviveu por 103 anos antes de render à dinastia herodiana, em 37 a.C.
**** Como os romanos datavam os eventos a partir da fundação de Roma (Ab Urbe Condita), Exíguo determinou a data de nascimento de Jesus neste calendário. A partir de Lucas 3:1, se Jesus tinha trinta anos no décimo-quinto ano do reinado de Tibério em Roma, e se Tibério sucedeu Augusto em 19 de agosto de 767 A.U.C., conclui-se que Jesus nasceu no ano 753 A.U.C. Porém, este fato está em desacordo com Mateus 2:1, pois Jesus teria nascido antes da morte de Herodes, em 749 A.U.C. A solução é que Tibério iniciou seu reinado com colega de Augusto, quatro anos antes da morte deste. Assim, o décimo-quinto ano de Tibério, citado por Lucas, ocorreu quatro anos antes do suposto por Exíguo.

O que herdamos da Roma Antiga?

Mais de 1500 anos depois de sua queda, os avanços técnicos e políticos que constituíram o Império Romano continuam fazendo parte da civilização ocidental tal qual a conhecemos. Abaixo, seguem cinco inovações que mudaram o rumo da história: Cirurgia de Batalha
Além dos partos por cesárea e o grande desenvolvimento de instrumentos cirúrgicos, provavelmente os avanços mais revolucionários da medicina romana sejam em cirurgia de batalha. O Império contava com um corpo especial de médicos de guerra que desenvolveram técnicas tão inovadoras quando as cirurgias arteriais. E foram pioneiros também em desinfetar seus instrumentos médicos com água fervida – prática utilizada pela medicina moderna até o século XIX.

Sistema Jurídico
O sistema jurídico romano dominou a organização das sociedades ocidentais por séculos. Desde o conceito de “inocente até que se prove o contrário” até termos como pro bono e habeas corpus, os avanços judiciais do Império Romano trouxeram uma transformação profunda para a história da humanidade.

Calendário Juliano
Em 46 a.C., o imperador Júlio César e o astrônomo Sosígenes de Alexandria adaptaram o calendário ao ano solar, criando, assim, o Calendário Juliano. Quase idêntico ao Calendário Gregoriano, utilizado atualmente, o Juliano já dividia o ano em 12 meses.

Ruas e Estradas
No seu apogeu, o Império Romano ocupou mais de dois milhões e meio de quilômetros quadrados. Para garantir a administração de seu enorme domínio, os romanos construíram um sistema impressionante de ruas e estradas. Essa engenharia os permitiu mobilizar seus exércitos a mais de 40 km/h. Muitos desses caminhos são usados até hoje.

Aquedutos
O primeiro aqueduto romano foi desenvolvido por volta do ano 312 a.C. Essa maravilha da engenharia permitia usar a força da gravidade para transportar água aos centros urbanos. Graças a ela, os cidadãos do Império Romano puderam aproveitar grandes inovações como os banhos públicos, os sistemas de irrigação subterrâneos e as fontes ornamentais que decoravam as cidades.  

Fundação da cidade de Roma

21-04-0753 A.C
Em 21 de abril de 753 a.C., foi fundada, às margens do rio Tibre, uma cidade que dominou a Europa durante séculos: Roma. Localizada ao sul da Europa, na Península Itálica, foi a antiga capital do Império Romano e é, hoje, capital do estado moderno da Itália. Inicialmente, a cidade não teve grande importância: era mais um porto da rota costeira do sal, mas, sob o domínio de reis de origem etrusca, como Tarquínio, o Soberbo, foram realizadas campanhas expansionistas que permitiram o controle do Lácio (região da Itália Central). Durante o século II a.C., houve um grande avanço no desenvolvimento de cidades romanas. Foram construídos os primeiros aquedutos dignos desse nome (em Roma, o terceiro aqueduto da cidade e o primeiro moderno, chamado Márcia, foi criado antes de 144 a.C.) e foram feitas diversas obras, como a rede de esgoto romana, as ruas pavimentadas, os edifícios, etc. 


terça-feira, 14 de março de 2017


Vaza na Internet documento sobre avaliação de “motor de dobra” pela NASA
Os resultados de um teste da tecnologia de um “motor de dobra”, na NASA, vazaram na Internet – e mostram, aparentemente, que a tecnologia é possível.

A descoberta parece ser uma boa notícia – que a nova tecnologia poderia levar espaçonaves até Marte, colocar o homem na Lua em quatro horas e tornar possíveis os carros voadores.

A avaliação tão antecipada do sistema de propulsão espacial EmDrive não era para ser liberada até dezembro (2016), de acordo com o International Business Times. Contudo, ela vazou num forum sobre voo espacial da NASA no sábado, sendo rapidamente apagada por aquela organização – mas não rapidamente o suficiente para alguns fãs a lerem.

Não é bem a mesma coisa que o “motor de dobra” da série Jornada nas Estrela, que levaria uma espaçonave à Lua em menos de um segundo, mas mesmo assim poderia fazê-lo em impressionantes quatro horas.

A tão esperada avaliação investigou a teoria por detrás do EmDrive – uma tecnologia inventada pelo cientista e engenheiro britânico Roger Shawyer.

A informação que foi vazada mencionava que os pesquisadores disseram que o sistema EmDrive está “desempenhando consistentemente”.

Shawyer tem estado trabalhando no motor que é capaz de grande velocidades, mas usa simplesmente hidrogênio líquido e energia solar.

Quando conversou anteriormente com o International Business Times sobre sua invenção, ele disse:

“Esta tecnologia é um salto quântico – ele seria capaz de fornecer decolagens e pousos verticais para aeronaves, é silenciosa e usa hidrogênio líquido como combustível, assim é uma tecnologia ‘verde’ também. Iremos para Marte, mas a coisa mais importante é o que o EmDrive fará para o resto do mundo… irá mudar o nosso mundo nas próximas décadas.”

Mas seus críticos dizem, nas palavras do Sr. Spock da série Jornada nas Estrelas, “altamente ilógico”, pois para um motor de empuxo funcionar algo deve ser empurrado para fora da parte traseira, a fim de seguir as leis da física.

Porém Shawyer diz que dentro de seu motor de empuxo, a eletricidade é convertida em microondas. Estas microondas então pressionam contra o lado do cônico aparelho para movê-lo sem a necessidade de expelir algo na direção oposta.

Bem como revolucionar a viagem espacial e aérea, ele reconhece que a tecnologia poderá resolver o problema da crise de energia mundial e ajudar a segurar as mudanças climáticas.

Ele disse ao International Business Times:Somos animais em exposição e a Terra um grande zoológico.
Onde estão todos?

Apesar do enorme telescópio que inaugurou o mês passado na China para a procura de vida extraterrestre, e das sondas que também procuram por esta evidência em Marte, o Paradoxo de Fermi continua a nos provocar: Se há bilhões de estrelas na galáxia, com bilhões de planetas similares à Terra – os quais possivelmente são bilhões de anos mais velhos que o nosso planeta, as possibilidades são altíssimas de que há civilizações mais avançadas lá fora. Onde estão eles? Enrico Fermi indagou isto e muitos ainda continuam a perguntar, “Onde estão todos?”

Brian Cox, um cientista, anfitrião de programa de TV e ex-astro do rock, recentemente propôs uma visão pessimista do porquê de não vermos os ETs. Ele sugere que todos se mataram usando tecnologias avançadas com foco em armamentos e não para viagem espacial. Recentemente, uma teoria igualmente pessimista surgiu. Um outro astro do rock dá uma dica sobre essa teoria em sua música:

Every breath you take – Toda a respiração que você der
Every move you make – Todo o movimento que você fizer
Every bond you break – Toda ligação que você romper
Every step you take – Todo o passo que você der
I’ll be watching you – Estarei te vigiando

-Sting

A Hipótese do Zoológico foi proposta em 1973 pelo rádio astrônomo do MIT, John Ball. Sua ideia foi a de que a vida alienígena existe e está tão à frente de nós que não quer nos afetar ou influenciar, assim nos deixa sós e somente observa o planeta a partir de uma localização oculta. A Terra estaria mais para uma ‘reserva animal’ do que um zoológico, já que a ideia implica que não fomos enjaulados, mas sim deixados em nosso ambiente natural para que eles possam nos admirar (aparentemente eles avançaram além da tecnologia de televisão). Vamos esperar que eles verdadeiramente avançaram, ao ponto de estarmos numa ‘reserva natural’ e não uma ‘reserva de caça’ para sermos caçados por eles.

Essa ideia abre uma brecha no Hipótese do Zoológico. Faz sentido se você presumir que a civilização alienígena avançada seja benevolente e a única com estas capacidades, mas e se houver mais de uma civilização? Para manter todas estas civilizações escondidas enquanto observam a Terra requereria, ou uma cooperação entre eles – possivelmente dirigida por uma civilização líder ou em controle – ou uma evolução convergente onde eles todos evoluíram independentemente para o mesmo estado benevolente de ‘vamos vigiar, mas não interferir’. Isto seria pedir muito para evolução (pelo menos da forma que nós humanos pensamos).

Embora controversa e não muito considerada pelos círculos científicos, a Hipótese do Zoo aparece em muitas formas na ficção científica e outras áreas. Arthur C. Clarke usou esta tese em seu romance, Childhood’s End, onde os alienígenas que nos vigiam se revelam quando os humanos estão para desenvolver a viagem espacial. E Jornada nas Estrelas em sua “Prime Directive” (Diretiva Principal), que coloca os humanos como a civilização avançada, como aponta o Capitão Picard.

Porém a história já provou repetidamente que quando o homem interfere com uma civilização menos evoluída, irrelevantemente de quão bem intencionado a interferência possa ser, os resultados são invariavelmente desastrosos.

Seria esta uma violação da Diretiva Principal?

O grande filósofo Calvin, da tirinha Calvin e Hobbes de Bill Watterson, parece também ter considerado a Hipótese do Zoológico.


“Algumas vezes eu acho que o sinal mais certo de que a vida inteligente existe em outros lugares no Universo, é que ela não tentou se comunicar conosco.”
Estariam Calvin, John Ball e outros que apoiam a Hipótese do Zoológico na pista certa? Talvez a única forma de descobrirmos é a de nos tornarmos também evoluídos. Mas quais são as chances de isso acontecer?
Avistamentos de OVNIs e seus efeitos físicos
Há casos autênticos que relatam uma ampla variedade de ‘efeitos físicos’ durante avistamentos de OVNIs. Casos de automóveis parando de funcionar é uma das classes importantes. OVNIs têm repetidamente sido associados com falhas de ignição e das luzes de veículos que chegam próximos deles. Estima-se que possam existir de quatro a cinco dúzias de tais casos, em várias partes do mundo.

A interferência em recepções de rádio e TV têm sido relatadas muitas vezes em conexão aos avistamentos de OVNIs. Há exemplos onde os OVNIs foram reportados pousando e, após sua decolagem, buracos no solo ou depressões na grama, ou padrões na vegetação são deixados para trás. Em muitos casos, a evidente confiabilidade das testemunhas é alta, a probabilidade de ter sido uma farsa é pequena. Um número limitado de exemplos onde resíduos são deixados para trás já foram registrados, mas estes não foram comprovados por análises de laboratório, infelizmente.

Um efeito físico que não ocorre tipicamente são os estrondos sônicos. Embora há registros de alguns poucos casos onde OVNIs foram acompanhados por sons explosivos que poderiam ser associados aos estrondos sônicos, há muitos mais exemplos nos quais a velocidade reportada parecia ser supersônica, mas nenhum estrondo foi ouvido. Uma pequena fração destes podem ser racionalizados quando as testemunhas estavam atrás do ‘cone sônico’ de um OVNI.


Se os OVNIs são objetos sólidos, capazes de deixar depressões no solo quando pousam, e se eles podem sair de cena em poucos segundos (como tem sido repetidamente reportado por testemunhas críveis), eles deveriam produzir um estrondo sônico. Isto ainda é inexplicável. Uma pessoa pode especular que talvez há formas de se eliminar o estrondo sônico que ainda não descobrimos.

Se incluirmos entre os ‘efeitos físicos’ aqueles que beiram a questão fisiológica, então parecem existir muitos tipos ímpares. Repetidamente, enformigamento e amortecimento têm sido descrito por testemunhas que ficaram próximas dos OVNIs; em muitos casos a testemunha reportou paralisia. Estes efeitos poderiam, é claro, ser puramente psicológicos, causados pelo temor; mas em alguns casos a testemunha parece ter notado os efeitos como primeira indicação de que algo fora do normal iria acontecer. Um número de casos de vermelhidão ou aquecimento da pele, e alguns casos de queimadura, também foram registrados. Estes efeitos fisiológicos são suficientemente diversos para que se tenha cautela a fim de não serem generalizados. De forma curiosa, um formigamento peculiar e paralisia parecem ser reportados de forma mais ampla do que outros efeitos fisiológicos.

Uma pessoa que está pouco ciente das ramificações das evidências de OVNIs pode pensar ser absurdo afirmar que as pessoas ficam paralisadas quando em proximidade dos OVNIs. Os céticos podem achar inconcebível que tais casos passariam despercebidos pela imprensa ou pela literatura médica. Longe disso, com base em investigações, foram encontrados casos onde severo dano físico ocorreu, ou onde evidente perigo de dano estava envolvido. Todavia, a testemunha e sua família enfrentaram uma ridicularização tão grande de outros que decidiram quer era melhor esquecer tudo…Investigador diz que três “torres artificiais” foram encontradas em Marte
Marte é cheio de surpresas e a nossa compreensão desse mundo misterioso parece crescer a cada dia com a ajuda de intrigantes descobertas, tais como a seguinte. Torres artificiais em Marte seriam somente uma outra adição à longa lista de enigmas que estão empoeirando no planeta vizinho.

O aspecto mais intrigante do achado é que todas as torres estão na mesma linha reta e são equidistantes. Muito estranho para ser natural, certo?

As ‘três torres’ são apresentadas num vídeo no canal mundodesconocido do YouTube.


Enquanto investigava Marte com a ajuda do Google Mars Map, o administrador do canal, Jose Luis, descobriu uma fileira de enormes torres na superfície marciana. Cada uma das três torres se eleva a quase 1,6 km de altura. Isto seria um feito muito impressionante da arquitetura, considerando que o prédio mais alto da Terra tem somente metade dessa altura.

A Google usou dados do Mars Global Surveyor (MGS), com seu instrumento fotográfico. A imagem específica mostrando as torres foi capturada em 1999.

As ‘torres marcianas’ estão localizadas numa região conhecida como Terra Meridinani. Coincidentemente ou não, essa mesma região foi escolhida como área de pouso para o jipe sonda Curiosity da NASA.

O local das torres parece ter sido especificamente escolhido por sua posição equatorial. 
Veja o interessante vídeo: 

Noite vira dia na Sibéria após enorme explosão no céu.
Uma explosão no céu ocorreu no sul da Sibéria, e o vídeo desta enorme explosão deixou muitas pessoas intrigadas, pois muitos acreditam que possa ter sido de origem extraterrestre.

As filmagens mostrando o extraordinário momento que o evento ocorreu na terça-feira (06/12) fez com que a noite se transformasse em dia.

O Siberian Times reporta que o raro evento, que ocorreu às 19h50 do horário local, causou um tumulto em várias regiões dos distritos sul da remota República de Khakassia, sudeste da Sibéria.


De acordo com o site RT, o site de notícias local xakac.info confirmou o incidente que foi melhor visto em Sayanogorsk, uma cidade da República de Khakassia, a 80 quilômetros ao sul da capital Abakan.

As testemunhas em Sayanogorsk disseram que o clarão foi visto primeiramente e 30 segundos mais tarde uma enorme explosão foi escutada.

Também há relatos do raro fenômeno vindos da região vizinha de Krasnoyarsk.

Embora muitos especialistas disseram que provavelmente tenha sido um meteoro que entrou na atmosfera, há alguma incerteza, com pessoas especulando que poderia ter sido um objeto feito pelo homem ou lixo espacial reentrando na atmosfera.

As especulações sobre a natureza do objeto floresceram em fóruns de teoria da conspiração, após uma declaração liberada pelo Ministério de Emergências, de que objeto teria sido um meteoro, ter sido retirada do ar, como reportado pelo Siberian Times.

Às 18h50, nos distritos do sul da República de Khakassia, um objeto brilhante foi visível no céu. A ‘coisa’ brilhante (supostamente um meteoro) queimou na atmosfera, causando um grande clarão e um som distinto.

O Siberian Times reporta que as autoridades não deram uma explicação do porquê da declaração ter sido retirada. Mas isto levou a muitas especulações nos fóruns locais, com algumas pessoas sugerindo que poderia ter sido um teste altamente secreto de um míssil.

Porém, após o Ministério de Emergências ter anunciado que não havia nenhum relato de lançamento de mísseis pelo Ministério da Defesa, e que a agência espacial russa, a RosKosmos, confirmar também que não houve nenhum lançamento de foguetes naquele horário, especulações nos fóruns começaram a surgir dizendo que as autoridades estariam acobertando que um OVNI alienígena se acidentou na atmosfera terrestre sobre a Sibéria.

Contudo, os especialistas insistem que o objeto – seja lá o que tenha sido – queimou completamente na atmosfera, pois não há nenhuma evidência de qualquer pedaço impactado no solo. Outros sugerem que se foi um meteoro que sobreviveu o impacto com a atmosfera da Terra, fragmentos provavelmente teriam caído dentro do Vale Babik.

Viktor Grokhovsky, professor na Universidade Federal Ural, disse:

O objeto era muitas vezes menor do que aquele que explodiu sobre Chelyabinsk, mas seus fragmentos podem ser encontrados. A determinação de onde ele caiu requereria cálculos de seu trajeto. Isto pode demorar um dia, aproximadamente.

Várias testemunhas relembraram o avistamento.

“Vimos um clarão e, em aproximadamente dois minutos, nossas casas vibraram e escutamos o trovão, e os alarmes dos carros dispararam”, disse uma testemunha, de acordo como Siberian Times.

“Fui caminhar com minhas amigas. Paramos na loja e minha amiga gritou que tinha visto um clarão, e então houve uma explosão”, disse um mulher. “Todos os alarmes de carro dispararam imediatamente. Estávamos muito amedrontadas. Meu pai disse que as janelas estavam vibrando. Achamos que era um meteoro”.


Muitos moradores da região conseguiram filmar o evento. Veja: 


Extraterrestres colhendo energia do nosso Sol?

Estudiosos do fenômeno dos OVNIs alegam ter evidências de algo colhendo energia do Sol, em imagens da NASA. Eles acreditam que uma espaçonave possa estar circulando o Sol e fazendo algo conhecido como Star Lifting.

A imagem em questão parece mostrar um objeto brilhante conectado ao Sol por uma ‘linha’.


O que é Star Lifting?

Star Lifting é o nome em inglês para descrever o processo pelo qual civilizações poderiam remover material de uma estrela, para ser usado por elas como energia.


Este processo poderia ser na forma de uma Esfera de Dyson, uma constelação de satélites ao redor de uma estrela, ou outros métodos.

Muitos dos mecanismos de ‘star lifting‘ são demonstrados na ficção cientifica, por exemplo:
Na série Stargate Universe, a antiga nave Destiny é energizada pelo plasma das estrelas.
Em Guerra nas Estrelas, Cavaleiros da Velha República, a Star Forge é capaz de fazer star lifting.

Um vídeo enviado na semana passada pelo usuário Streetcap1 no YouTube, foi postado com o título: ‘Estaria este enorme OVNI se alimentando da energia do Sol?

Embora o usuário admita que estava inicialmente cético, ele aparenta ter se convencido de que a imagem possa muito bem mostrar algum tipo de atividade alienígena.

“O fato do OVNI ter cor e formato diferentes do resto da ‘Linha Conectada” é o que me convenceu de publicar isto”, disse ele.

“Eu não acreditava muito na Teoria da Energia de Plasma do Sol, mas isto me deixou a pensar.”


Contudo, o estudioso do fenômeno e autor do Manual de Investigações OVNI, Nigel Watson, não acredita que a imagem seja prova de vida alienígena.

“Estes podem ser objetos longe do Sol e eles parecem sinistros porque não são imagens muito claras, assim podemos usar nossa imaginação e inserir alienígenas na questão”, disse Watson para o MailOnline.

“Se eles fossem OVNIs é bom saber que usam a energia solar, assim parece improvável que irão roubar nossos combustíveis fósseis e poluir nossos céus”, adicionou ele.

Veja o vídeo do Streetcap1:



Crença em extraterrestres: o que a Psicologia diz a respeito.
Foi descoberto um misterioso satélite chamado ‘Cavaleiro Negro’ em órbita da Terra. Teóricos da conspiração acreditam que se trata de um OVNI de outro planeta. Céticos o descartam como sendo lixo espacial.

Os entusiastas do assunto argumentam calorosamente com os céticos e cínicos. Como poderiam os antigos egípcios construir pirâmides que foram arquiteturalmente muito avançadas para sua época, se não fosse com o auxílio vindo do espaço? Até mesmo Albert Einstein disse ser possível viajar no tempo, se pudéssemos superar a velocidade da luz.

Teóricos da conspiração olham aqueles que não crêem como sendo pessoas com a mente fechada e não muito aguçada. Em contraste, os céticos acham que aqueles que acreditam são malucos para confiaram em alegações ultrajantes, sem pouco credibilidade científica.

Estereótipos versus Psicologia
Os teóricos e os céticos são colocados em teste num estudo feito por Viren Swami das Universidades de Westminster e da Malásia, junto com os psicólogos Jacob Pietschning, Sefan Stieger e Martin Voracek. Eles criaram a Escala de Crenças em Extraterrestres (sigal EBS em inglês). Lá foram incluídos três sub-testes na escala de 37 itens, a fim de examinarem a crença dos participantes sobre o tópico OVNI, o envolvimento do governo e a importância da pesquisa científica.

Para avaliarem a crença na vida e visitação alienígena, os psicólogos usaram o Método Sheep-Goat (Ovelha-Bode) Australiano, no qual os pesquisadores avaliam a crença em atividade paranormal. Como chamado, os ‘ovelhas’ são as pessoas que acreditam em coisas como telecinésia, percepção extrassensorial e vida após a morte. Os ‘bodes’ são aqueles que duvidam do paranormal. Swami presumiu que os ‘ovelhas’ provavelmente também acreditariam nas teorias extraterrestres.

Swami e sua equipe usaram uma versão disso para avaliarem as personalidades dos sujeitos em conexão às suas crenças sobre a vida extraterrestre.

Os participantes completaram um teste declarando se tinham sintomas de esquizofrenia, tais como visões, relações sociais limitadas, desordens do pensamento e alucinações. Isto foi seguido por perguntas demográficas básicas sobre suas idades, sexos, grau de educação e visão religiosa.

Os resultados

Swami concluiu que os entusiastas de OVNIs são mais prováveis a serem supersticiosos e acreditarem em atividade paranormal e vida após a morte, além de terem experiências bizarras de percepção. Suas notas foram altas em personalidade, como uma abertura para novas experiências, desejo de fantasias e experimentação.

Eles também registraram que adultos com um grau maior de educação tiveram notas mais baixas na escala da crença extraterrestre.

Uma somatória das afirmações com os fatores de crença em OVNIs na escala EBS foi relativamente baixa, fazendo dois pontos numa escala de cinco. Mesmo assim, muitos participantes endossaram os itens EBS, permitindo aos psicólogos detectarem estes padrões em suas personalidades.

Teste sua crença em extraterrestres

Estes são alguns itens de amostra destes testes EBS. Classifique a você mesmo, de um a sete, um significando você concorda veementemente, sete que discorda veementemente.
  1. O governo acoberta a existência de vida alienígena.
  2. OVNIs observados no céu são de fato avistamentos de espaçonaves extraterrestres.
  3. A vida inteligente tem visitado a Terra.
  4. Os militares sabem que a vida extraterrestre existe.
  5. As criaturas extraterrestres visitaram a Terra no passado distante, ou no início da civilização humana.
  6. Padrões de agroglifos são causados por padrões extraterrestres.
  7. A vida extraterrestre uma vez existiu em Marte.
  8. Monumentos antigos, por exemplo, as pirâmides do Egito, são evidências de vida alienígena, porque os povos do passado não poderiam ter construído isso com as capacidades técnicas além daquelas na mesma época.
  9. Cientistas sabem que a vida extraterrestre existe.
  10. Ceticismo sobre a vida extraterrestre é uma tendência psicológica condicionada ou perpetuada por aqueles no poder.

Ítens de 1 a 6 são os mais relacionados à crença em invasão alienígena e acobertamento. Quanto mais alta for a sua nota, mais cético você é sobre os OVNIs e a existência de vida alienígena.

Como o legendário cientista, Carl Sagan uma vez disse:

“Só porque não temos evidência de vida extraterrestre, não significa que tal vida não exista”.

Após lerem a declaração, acima muitos dos participantes tenderam a concordar com outros itens no EBS (pontuando 5,9).

Não posso deixar de pensar quantos dos participantes com formação superior deixaram de expressar seus verdadeiros pontos de vista, por saberem que poderiam ser zombados pelos colegas. Penso que este teste só poderia ter algum valor se fosse preservada a identidade dos participantes ao responderem as questões.

Teoria da Evolução é estremecida com antiga “espécie humana” recém encontrada.
A origem da raça humana ainda é um mistério, enquanto os cientistas ainda tentam analisar a evolução humana.

A evolução é algo que cientistas têm observado em diferentes níveis na natureza, e quando se trata da ancestralidade humana, eles têm sido capazes de coletar peças de um gigantesco quebra-cabeças para montar a evolução humana. Sabemos que algumas formas de evolução (cientificamente falando) ocorreu em vários níveis, mas ainda há muitos elos perdidos na nossa jornada evolutiva, e novas descobertas feitas todos os anos estão reescrevendo continuamente o que pensávamos ser verdade anteriormente

É importante lembrar que ainda há muito que não sabemos, e a árvore da evolução está longe de ser compreendida, e muito menos completada.
Uma nova espécie descoberta?
Um grande exemplo é a descoberta que foi feita há pouco mais de um ano, onde os pesquisadores descobriram o que parece ser uma espécie completamente nova de hominídeo, que é desconhecida da ciência de hoje. A descoberta foi feita numa caverna da Sibéria.

A análise do DNA do genoma desse hominídeo detectou traços do que é conhecido como um “Denisovano”, considerado o misterioso primo dos Neandertais. A parte alarmante é o fato que o genoma também incluía partes estranhas de DNA, as quais parecem vir de um grupo de ‘pessoas’ completamente desconhecidas.

O genoma de um Neandertal também foi analisado da escavação, e os resultados sugerem que um cruzamento ocorreu entre os membros dos múltiplos grupos antigos similares aos humanos na Europa e Ásia, há mais de 30.000 anos, “inclusive um ancestral da Ásia ainda desconhecido”.

“O que isto começa a sugerir é que estamos olhando a um mundo do tipo ‘Senhor dos Anéis’ – de que há muitas populações hominídeas” – Mark Thomas, geneticista evolucionário da Universidade College London

Acredita-se que os Neandertais e os Denisovanos tenham cruzado com humanos anatomicamente modernos, assim contribuindo para a diversidade genética de muitos povos hoje. Isto posto, esta nova descoberta sugere que a nossa diversidade genética seja muito mais complexa, e inclua um ser (ou seres) que ainda precisam ser identificados.

“A melhor explicação é a de que os Denisovanos cruzaram com uma espécie não identificada, e pegaram algum do seu DNA. Os Denisovanos possuem uma ancestralidade de uma população arcaica não relacionada aos Neandertais.” – David Reich da Escola de Medicina de Harvard

Quem eram essas pessoas?

A questão agora é, quem eram estas misteriosas pessoas com quem alguns de nossos ancestrais (como os Denisovanos) estavam cruzando?

Esta descoberta é um pequeno exemplo dos muitos mistérios e questões que permanecem a respeito da evolução humana. Há também uma anomalia a respeito da evidência descoberta, a qual sugere que civilizações humanas antigas inteligentes e extremamente avançadas (muito mais do que somos hoje) existiram em nosso passado, há milhões de anos.

O que sabemos hoje é pois uma pequena gota no oceano, cheio de fatos desconhecidos que ainda precisam ser descobertos, os quais um dia irão iluminar o mistério da origem humana.

Funcionário aposentado da Área 51 fica bêbado e conta a "verdade"
Se você precisa de mais provas sobre as práticas suspeitas das instalações mais infames do mundo, onde a tecnologia alienígena é desenvolvida e testada, então aqui está. Leia esta história vinda de uma funcionário aposentado da Área 51, que ficou bêbado e teria começado a abrir o jogo com o vlogger black biggot.

A história é contada a partir das lembranças do vlogger que era vizinho de um homem que ficou bêbado demais. O ébrio teve uma vez um emprego no serviço militar dos EUA e, durante seu envolvimento com o Tio Sam, ele viu algumas coisas perturbadoras na Área 51. Esta provavelmente foi a razão porque ele começou a beber.

O vlogger estava intrigado pelo passado do seu vizinho e sempre o incomodava para conseguir informações sobre alienígenas e OVNI, mas o homem sempre era muito evasivo.


Mas então uma noite, quando toda a vizinhança estava no escuro devido à uma queda de energia, o ex-funcionário da Área 51 estava bêbado o suficiente para não se importar com seu juramento e divulgar a informação sensível.

O vlogger e o militar estavam olhando para o céu noturno e de repente este disse:

Hei, você vê o cinturão de Orion? Você duas estrela que estão retas, muito paralelas uma à outra e há uma pequena que está levemente adjacente à esquerda… Bem, os alienígenas maus vivem na estrela adjacente.

De acordo com sua declaração, os estereótipos alienígenas grey, com grandes cabeças e olhos amendoados escuros, são na verdade os caras bons. Os malevolentes são altos, marrons e “eles fedem”. Soa como a descrição de um reptiliano.

Quando o vlogger perguntou como os alienígenas – bons e maus – conseguem viajar as imensas distâncias entre o mundo deles e o nosso, o militar disse que suas naves são avançadas o suficiente para gerar energia a partir do vácuo. A energia de ‘ponto zero’ que resolveria todas as nossas necessidades de energia está nas mãos dos extraterrestres e o governo tem estado apertando a mão deles por muito tempo.

Os OVNIs vistos pelo militar aposentado usam a energia para alimentar um aparelho montado na suas partes frontais, capaz de dobrar o espaço-tempo de tal forma que a viagem interestelar é feita quase que instantaneamente. Delatores, tais como Bob Lazar, fizeram tais alegações pertinentes às viagens dos ETs, assim poderia haver algum tipo de verdade por detrás da admissão do homem, que supostamente viu os alienígenas e suas máquinas.

Quanto ao vlogger que nos trouxe a história, ele disse que no evento de autoridades do governo verem seu vídeo de OVNI, ele gostaria muito de permanecer vivo. Agora que o vídeo foi visto mais de 1,7 milhões de vezes, há uma grande chance de que alguns homens de preto irão bater em sua porta.
Setembro de 2017: A elite global estaria se preparando para a chegada de Nibiru.
Agora, um pouco de teoria da conspiração:

Parece que mesmo a elite mundial reconheceu a existência de Nibiru, e está se preparando para a possibilidade de um apocalipse.

Robert Vicino, CEO da firma de sobrevivência Vivos, alegou de forma chocante que a elite mundial tem um plano ultra secreto para sobreviver o suposto eminente apocalipse global pelo Planeta X ou Nibiru. Mas o plano é somente para membros da elite. O resto da humanidade será deixada para morrer, de acordo com Vicino.


A elite sabe que o fim do mundo está vindo, alegou Vicino, e eles estão ocupados preparando abrigos subterrâneos para sobrevivência, após nova evidência de que Nibiru, também conhecido como Planeta X, está se aproximando.

Os teóricos da conspiração dizem que Nibiru passará através da parte interna do sistema solar em setembro de 2017, deixando para trás um rastro de destruição.

A elite global, em colaboração com os governos mundiais, inclusive os Estados Unidos e o Reino Unido, recentemente aceleraram a implementação de planos para a finalização da construção de um enorme complexo subterrâneo na cidade de Denver (EUA). O complexo estaria ligado à Casa Branca e ao Capitólio em Washington D.C, por um sistema de transporte de trem de alta velocidade e tecnologia de ponta, alegou Vicino.

O rede secreta da elite global também completou enormes complexos subterrâneos de sobrevivência similares por todo o mundo. Os complexos, de acordo com Vicino, serão inteligados por trens de altas tecnologias e velocidades.

Uma enorme base subterrânea também estaria próxima de ser finalizada dentro das montanhas rochosas, nos EUA.

Mas Vicino alega que membros da elite estão reservando essas coisas somente para eles, e que cidadãos ordinários não serão permitidos de procurar por abrigo dentro dessas instalações de sobrevivência, que são especialmente equipadas.

“Eles não têm um plano para você ou eu, mas sim só para eles”, disse Vicino.

Ele citou um recente exercício russo de defesa civil, envolvendo aproximadamente 40 milhões de cidadãos, como evidência de que a elite global está se preparando para uma catástrofe.

Ele disse: “Você precisa se perguntar, por que a Rússia recém teve este exercício envolvendo 40 milhões de pessoas?

De acordo com Vicino, o governo dos EUA tem estado envolvido num projeto para construir abrigos subterrâneos para a elite política, seus familiares e amigos, desde 1983.

Preparações para sobrevivência do suposto eminente apocalipse causado por Nibiru têm envolvido a construção do maior dos abrigos, localizado em Denver, abaixo das Montanhas Rochosas, no estado do Colorado. O abrigo teria o espaço para somente 10.000 membros da elite, tais como o presidente, membros do Congresso, governadores, bilionários, celebridades e seus amigos Illuminati.

Vicino diz:

Eles construíram [os túneis] com uma daquelas brocas gigantes que os britânicos e franceses usaram para cavar o Túnel sob o Canal. Exceto que estes [veículos] são movidos por energia nuclear e eles vitrificaram as paredes, assim elas estão endurecidas.

Havia histórias no final da década de 90 e começo deste século onde as pessoas pelos Estados Unidos, pequenas cidades no centro leste, podiam ouvir algo que soava como um trem abaixo de suas cidades, dia após dia, mas ninguém sabia o que era.


A elite tem estado acobertando a razão verdadeira para a recente aceleração da construção dos abrigos subterrâneos, dizendo que é parte da preparação para um evento nuclear, ou a Terceira Guerra Mundial. Mas o propósito real das contínuas construções subterrâneas é a preparação para a chegada do Planeta X, também conhecido como Nibiru, de acordo com Vicino.

Teóricos da conspiração recentemente alegaram ter novas evidências de que o tão esperado Planeta X ou Nibiru passará pela parte interna do nosso sistema solar em setembro de 2017.

Vicino alega que quando o enorme Planeta X, o qual acredita-se ser muitas vezes maior do que a Terra, passar através da parte interna do nosso sistema solar, a Terra será pega pelo seu poderoso campo magnético. Isto devera iniciar uma catastrófica chuva de destroços que irá destruir cidades e matar bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Eles sabem que algo está vindo, e eu não acho que eles construíram aqueles abrigos no subsolo para a Terceira Guerra Mundial – porque você não tem que ir tão para o fundo. Acredito que eles sabem que algo está vindo, que é épico e eles têm sabido disso por décadas, quando Nibiru foi descoberto pelo telescópio IRAS.

Foi anunciado e então foi suprimido; nenhuma agência governamental foi permitida de discutir isso novamente.


Mas os críticos acusam Vicino de cinicamente alastrar uma teoria alarmista da conspiração para promover sua empresa, Vivos, que é especializada na construção de abrigos subterrâneos especialmente equipados para sobrevivência. Os abrigos são projetados para ajudar seus ocupantes a sobreviverem uma ataque nuclear.

Mas, é claro, Vicino nega as alegações.

Nenhum governo do mundo irá dizer a você sobre algo que ameaça a vida, a menos que eles tenham uma solução para você, porque de outra forma isto causará uma derretimento social. As pessoas que acham que isto é loucura são aquelas que não despenderam nenhum tempo fazendo pesquisa. É fácil dizer ‘o céu não é azul’ se você nunca fez nenhuma pesquisa sobre qual realmente é a cor do céu.

Se você não é bem informado e senta lá jogando com seu iPhone, e assistindo televisão, provavelmente você já é um zumbi ambulante, mas eles não deveriam depreciar aqueles que despenderam tempo para pesquisar este tipo de coisa.


Minha opinião sobre este assunto? Simples: Quem viver até setembro de 2017, descubrirá se é verdade, ou não!
Caso Roswell: Soldador teria dito que viu dois ETs dentro do disco voador acidentado
A Mutual UFO Network (MUFON) recebeu um relatório de um engenheiro aposentado, o qual alega ter entrevistado um soldador que “abriu” o disco voador que teria se acidentado no deserto do Novo México, próximo de Roswell, há mais de 69 anos.

Num relatório detalhado, o engenheiro – cujo nome foi omitido – alegou ter feito uma entrevista em 1970, 23 anos após o legendário evento.

Roswell tem estado no cerne das histórias sobre OVNIs, desde que os militares anunciaram numa liberação de imprensa que tinham encontrado os restos de um disco voador no deserto, em julho de 1947.


Mas no dia seguinte, eles retiraram a declaração, dizendo que na verdade havia sido um balão da Força Aérea dos EUA.

Mais tarde, as testemunhas se manifestaram para dizer que havia corpos alienígenas com a “nave acidentada” que, juntos com os destroços, foram levados para a misteriosa base secreta no estado de Nevada, a Área 51.

No relatório para a MUFON, o ex-engenheiro primeiramente explicou o porquê da entrevista.

Ele disse:

Ingressei na equipe do então novo campus da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz.
Havia vários avistamentos de OVNIs nas montanhas atrás do campus em 1969, reportados à Universidade.
Pediram-me para entrevistar três pessoas e submeter um relatório.
Não encontrei credibilidade ou evidência nestes eventos, mas, devido ao fato de ser um pequeno campus e todos em Ciência sabiam o que estava acontecendo, fiquei com a reputação não desejada de alguém que conhecia algo sobre OVNIs.


O engenheiro disse que isto o levou a ser apresentado a um soldador, o qual teria sido empregado na Força Aérea, base de Roswell, na época do acidente.

Ele disse:

O indivíduo que entrevistei era um soldador e após a guerra ficou empregado na base da Força Aérea em Roswell, soldando peças para manutenção de aeronaves.

Ele disse que o soldador revelou como foi dito a ele para carregar uma tocha de corte para uma viagem até o deserto.

Ele me falou que foram um pouco mais longe do local dos destroços e chegaram a um segundo grupo de pessoas em pé ao redor de um OVNI intacto. Ele disse que os arbustos estavam quebrados, indicando que a nave havia deslizado pelo solo e parado contra um barranco natural, com a parte de trás um pouco acima do solo.

Ele descreveu a nave como tendo de 7,5 a 8,0 metros em diâmetro, com um grande domo no topo.

Ele disse que a nave tinha a cor de ‘chá fraco’, com um acabamento escovado. Ele ainda disse que não havia sinais de marcas de soldas, junções ou rebites, e que todas as arestas tinham um raio interno ou externo. Não havia janelas visíveis ou aberturas.


O soldador disse que lhe mandaram cortar uma abertura no domo, grande o suficiente para um homem entrar. O relatório disse que ele começou a cortar um buraco a partir da base do domo, e o soldador disse ter visto dois seres que pareciam estar mortos, havendo um cheiro forte de amônia dentro da nave.

O relatório dizia:

Ele disse que se tratava de uma liga dura e de corte lento, mas que o material era surpreendentemente fino. Ele tentou dobrar o metal para fora à medida que cortava, mas o metal voltava para a forma original, sem apresentar pregas.

Isto replica uma alegação separada feita durante uma entrevista no meio deste ano, quando uma mulher disse ter segurado o material em suas mãos “o qual veio de um disco voador que não podia ser cortado ou queimado, e recuperava seu formato se fosse amassado”, quando ela tinha 10 anos, em 1957.

O relatório continuava:

Ele finalizou seu corte e colocou o pedaço de metal de lado e olhou para dentro da cabine por alguns segundos, antes de ter sido ordenado a se afastar da nave.

Ele disse que era difícil ver aprofundadamente para dentro da nave, devido ao brilho das luzes portáteis e ao fato da cabine estar cheia de fumaça deixada pela tocha de corte.

Ele disse ter visto dois seres que pareciam estar mortos, e que a cabina tinha um cheiro forte de amônia.

Ele descreveu os dois seres como tendo aproximadamente 1,20 de altura, mas que era difícil dizer ao certo.

Eles estavam usando o que ele descreveu como sendo macacões de voo apertados à pele de cor púrpura, que o lembrava lantejoulas.

Ele descreveu suas cabeças como ao que nos referimos agora como sendo os greys, e disse que não havia nenhum instrumento que ele pudesse ver.


O soldador, alegadamente, revelou ter sido alertado para se manter em silêncio, após retornar à base.

O relatório do engenheiro ainda dizia:

Ele disse que estava escuro quando retornaram e que ele foi escoltado por guardas armados até um prédio para uma inquirição. De acordo com ele haviam vários oficiais do alto escalão à mesa, junto com quatro ou cinco civis usando ternos.

Ele disse que após ter sido inquirido, lhe disseram para não falar sobre o que havia visto, pois se tratava de um segredo de estado, e que se fosse pego divulgando qualquer coisa, ele passaria o resto de sua vida na prisão, ou pior.

Ele estava muito amedrontado pela ameaça e meu amigo e eu somos as únicas pessoas as quais ele contou, e isso foi 23 anos após o evento.


O engenheiro aposentado disse ter prometido ao soldador não revelar a história até sua morte, que ocorreu no final da década de 1980.

Não está claro a partir do seu relatório porque ele esperou até agora para reportá-lo para a MUFON dos EUA, que é a maior organização dedicada ao estudo dos OVNIs e alienígenas.

O engenheiro aposentado adicionou:

Durante a entrevista eu nunca senti nada anormal sobre sua apresentação ou seu maneirismo. Ele forneceu muitas mais informações do que eu declarei, mas a entrevista foi há quase 50 anos e esquecida.

Eu acho que ele estava dizendo a verdade.

Compartilhei meu conhecimento desta entrevista com um par de investigadores, mas acho que eles duvidaram da minha credibilidade.

A MUFON está investigando as alegações, mas a organização admitiu anteriormente que algumas vezes recebe material completamente fictício.
Humanos devem trabalhar para saírem deste planeta, diz especialista do Pentágono.
Embora a ideia de se mudar para da Terra e colonizar outro planeta no sistema solar, e até mesmo fora dele, possa soar como ficção científica para muitos, a verdade é que nos últimos anos isto tem sido um assunto muito debatido e muitos especialistas concordam que para a raça humana sobreviver ela terá que colonizar outros mundos no cosmos.

Além das declarações de Stephen Hawking e Elon Musk, entre outros, um especialistas espacial do pentágono diz que precisamos colonizar outros planetas no futuro próximo.

Falando numa reunião de cúpula em Washington D.C., promovida pela Defense One, Winston Beauchamp, subsecretário da Força Aérea para o espaço, declarou que as nações na Terra devem trabalhar juntas para enviar a humanidade para fora deste planeta.

Beauchamp disse:

“Há uma erosão de alguns dos padrões e normas comumente aceitos, e há uma preocupação de que à medida que as pessoas ao redor do mundo tentam encontrar vantagens, elas encontram emendas. Isso é parte da razão porque queremos codificar nossas normas e comportamentos no espaço, porque é um domínio de importância, não somente para nós, mas para a humanidade.”

Como muitos especialistas no passado, Beauchamp também alertou que a raça humana deve ficar de olho nas colisões com o lixo em órbita, que podem causar eventos catastróficos.

Ele disse:

“Precisamos ser capazes de operar no espaço para avançar o estado da nossa tecnologia e finalmente colocar a raça humana fora deste planeta. Não podemos fazer isso se temos que voar através de uma concha de lixo [espacial]”.

O Contra-Almirante Brian Brown, diretor do Navy Space Cadre, que também participou da reunião, disse que os Estados Unidos estão liderando no desenvolvimento de novas normas para o futuro.

Brown disse:

“Bem como nas leis marítimas que temos, elas são estabelecidas ao longo do tempo para comportamentos seguros e responsáveis e padrões de vida. Isto é algo que estamos fazendo em muitas áreas diferentes, assim não teremos erros de cálculo no espaço.”

À medida que a exploração espacial avança, Beauchamp alertou que se outra nação atacar os satélites dos EUA em órbita, o Pentágono não responderá automaticamente da mesma forma.

“É importante notar que se algo acontecesse no espaço, nossa reação não seria necessariamente no espaço. Se alguém fizesse algo, reagiríamos no tempo e no local de nossa escolha, primariamente porque não esperamos que algo ocorra no espaço em isolamento. Seria uma extensão de algum conflito que estaria ocorrendo na Terra.”

Curiosamente, tudo isso ocorre após o Professor Stephen Hawking e Elon Musk terem dito o quão importante seria para a humanidade colonizar outros mundos.

Há pouco tempo, Stephen Hawking alertou que a humanidade não viveria mais 1.000 anos na Terra, dizendo que não sobreviveremos “outros 1.000 anos sem escaparmos para longe do nosso frágil planeta.”

É imperativo – de acordo com o Professor Hawking – que a raça humana colonize outros mundos no cosmos.
Misteriosa nuvem aparece sobre pequena cidade na Inglaterra
No início de novembro, uma formação peculiar de nuvens apareceu sobre uma pequena cidade da Inglaterra. A nuvem lembra um circulo adornado e foi comparada aos crop-circles, que vez por outra aparecem nas plantações em todo o mundo.

Imagem de James Tromans, publicada no site “Cloud Appreciation Society”. Crédito: cloudappreciationsociety.org
A cena foi registrada no céu da cidade de Hampton Lucy, em Warwickshire, Reino Unido, pelo fotógrafo James Tromans, que a publicou no site “Cloud Appreciation Society”.

O anel, na realidade uma curva em forma de “U”, parece consistir de uma série de lóbulos regulares, mantidos suspensos por uma camada de nuvem que os sustentam, logo acima.

Explicação da Nuvem


Como a região da formação é muito próxima ao aeroporto de Coventry, existe grande chance desse efeito ter sido criado de alguma forma por uma aeronave.

À medida que os aviões voam através de nuvens formadas por gotas de água “super-resfriadas”, pode acontecer delas congelarem e caírem, deixando para trás uma abertura conhecida como trilha de dissipação ou “distrail”. Essas formações são vistas normalmente em linhas retas, quando os aviões ascendem ou descem através da nuvem. Entretanto, elas também podem aparecer em formas circulares, quando uma das aeronaves está voando em um padrão à espera do pouso.

Detalhe de Lóbulos formados após a formação de contrail. Crédito: cloudappreciationsociety.org.
O formato dos lóbulos, perfeitamente visível na imagem, é causado pela interação entre os dois vórtices produzidos pelas asas.

Como estes redemoinhos giram em sentidos opostos na esteira de uma aeronave, os dois fluxos turbulentos interagem e se combinam para formar um padrão periódico de correntes descendentes turbulentas, que na condição certa aparecem como lóbulos pendurados abaixo da trilha de condensação. Exatamente como na foto.

Apolo11.com – Todos os direitos reservadosMisteriosos estrondos atingiram Dakota do Sul e Califórnia
Nas último mês, moradores dos estados de Dakota do Sul e Califórnia, nos EUA, escutaram misteriosos estrondos que chacoalharam suas casa, sacudiram suas janelas e definitivamente os deixaram nervosos.

Às 14h00, em 7 de novembro, moradores da região de Black Hills, na Dakota do Sul, escutaram um grande estrondo que estremeceu suas janelas e chacoalhou suas casas. Esse mesmo som foi escutado até os estados de Nebraska e Montana. De acordo com Lane Pilster, um fazendeiro em Alzada, Montana: “O começo foi intenso, mas então apagou com um ruído grave, como se fosse de uma avião a jato. O som provavelmente durou de 8 a 10 segundos…”

De acordo com o Black Hill Pioneer, nenhuma atividade sísmica ou eventos meteorológicos foram reportados, e nenhuma indústria assumiu responsabilidade pelo som.

No início da semana passada, às 14h30 do dia 15 de novembro, moradores de San Jose, na Califórnia, sentiram algo similar a um pequeno terremoto, com relatos de um estranho estrondo. Porém, nenhum terremoto ocorreu. Susan Garcia, uma porta-voz do Serviço Geológico dos EUA, declarou: “Nosso sismólogo de plantão fez uma pesquisa e não viu nenhuma atividade sísmica na South Bay… Assim, não é um terremoto, seja lá o que for que eles estão sentindo – pelo que podemos dizer.

Moradores reportaram que os cálices de vinho tiniram e os pratos no armário chacoalharam quando o estranho tremor durou de 5 a 6 segundos. O Departamento de Polícia de Santa Cruz recebeu telefonemas de pessoas preocupadas com o estrondo que ocorreu aproximadamente no mesmo momento do tremor desconhecido. Os militares declararam que não foi um estrondo sônico de uma aeronave, e as empresas de perfuração local estão dizendo que não são responsáveis pelo evento.

As especulações quanto a fonte desses misteriosos estrondos vão de atividade sísmica natural, aeronaves militares supersônicas secretas, fenômenos paranormais, e até mesmo a segunda vinda de Jesus Cristo. A grande questão é se estes estrondos tem uma ligação causal, ou serão fenômenos separados que têm múltiplas fontes, as quais simplesmente se manifestam num grande estrondo coincidente.

Num artigo de março de 2016, Micah Hanks forneceu algumas ligações potenciais, embora especulativas, entre as “luzes fantasma” e o mistério do fenômeno do estrondo. Em outro artigo de julho de 2015, ele escreve sobre uma onda de misteriosos estrondos na Nova Zelândia que ocorreu por várias noites. Hanks aponta que estes estrondos não são um fenômeno novo, e que mesmo os exploradores famosos Lewis e Clark reportaram ouvir uma “artilharia inexplicável” em 1805, quando cruzavam os Estados Unidos.

Se estes são eventos atmosféricos ou geológicos naturais, então eles eventualmente serão estudados e compreendidos. Porém, como qualquer coisa desconhecida, a mente começa a divagar…
Misteriosa ''porta do inferno'' aparece do nada na China e deixa religiosos apavorados
Os moradores de Urumqi na China, estão espantados e perplexos. Lá, um enorme buraco em chamas foi encontrado por várias pessoas, mas as causas reais da sua criação ainda são desconhecidas.



Um deslizamento de terra misterioso e incrível com bastante fogo e calor apareceu em uma encosta chinesa. Geólogos e os meios de comunicação têm ido para a montanha deserta nos arredores de Urumqi, na Região Autónoma Uigur de Xinjiang, no noroeste da China, uma vez que o buraco apareceu há algumas semanas.

O calor do "anel de fogo" foi medido a 792C (1457F), a 800 graus Celsius, dois metros de distância, de acordo com o jornal people. Os moradores têm garantido que o calor é tão intenso que os especialistas não conseguem chegar perto o suficiente para determinar a profundidade do buraco.

A presença do buraco foi sentida no primeiro dia após a população local perceber que o solo na área estava mais quente do que o normal.

De acordo com declarações de especialistas para meios de comunicação internacionais, a montanha não está em uma área vulcânica, de modo que os moradores sentiram uma espécie de horror.

De acordo com o Daily mail, foram registradas temperaturas de 800 graus Celsius e investigadores que trabalham para estabelecer o que é. O fenômeno, mais perto da natureza, foi chamado pelos habitantes como "A porta para o inferno."

Como era de se esperar, os evangélicos que ficaram sabendo do ocorrido ficaram totalmente desesperados e sem reação, alguns em comentários nas redes sociais alegam que o ''Diabo é rei desse mundo mas, só será liberto para ser julgado no juízo final''

Cada dia que passa, a natureza está nos dando sinais de que algo acontece na terra, para cuidarmos de nossa casa comum que é nada mais e nada menos do que o nosso planeta terra. É vital para começar a plantar árvores para garantir as nossas vidas e as vidas de nossos filhos que, depois de tudo são os que herdarão nosso planeta. decisões ambientais que fazemos hoje irão afetar muito sobre o seu futuro.

Manuscrito de 2.000 anos atesta que os Nefilins eram reais
Um manuscrito de 2000 anos – uma narrativa antediluviana – detalha a existência dos Nefilins, e seu destino no Grande Dilúvio.

Antes de continuarmos, vale mencionar que há um conhecimento extremamente limitado a respeito da autoria do Livro de Gigantes. De acordo com alguns escritores, há uma fascinante similaridade entre o Livro de Gigantes e o clássico épico mosopotâmio, Gilgamesh.

As cavernas Qumran são consideradas por muitos historiadores um tesouro da história. Há uns 60 anos, pesquisadores descobriram dentro de uma dessas cavernas um livro antigo fasciante que oferece detalhes surpreendentes sobre os nefilins e seu eventual destino. Este manuscrito antigo é chamado de Livro dos Gigantes.


[Mahway] montado no ar como fortes ventos, e voou com suas mãos como águas […ele deixou para trás] o mundo habitado e passou por sobre a Desolação, o grande deserto […] e Enoque o viu e o cumprimentou, e Mahway disse a ele […] aqui e lá uma segunda vez ao Mahway […] Os Gigantes esperam por suas palavras e todos os monstros da Terra. Se […] tem sido conduzido […] dos dias de […] suas […] e eles seriam adicionados […] saberíamos de você o significado deles […] duzentas árvores que do céu caíram…

De forma interessante, embora muitos acreditem que os nefilins eram o resultado de um mito, a referência de sua existência pode ser traçada em muitos textos antigos, entre eles o Livro do Gênesis, que faz muitas referências a eles.

Porém, a maioria dos detalhes vêm do livro apócrifo de Enoque, um documento religioso antigo atribuído ao bisavô de Noé. Enoque e Noé são dois personagens fascinantes da antiguidade. Enoque tem fascinado os escritores e pesquisadores por séculos. Por exemplo, no Livro do Gênesis, vemos que Enoque viveu na Terra por inacreditáveis 365 anos, após os quais ele foi levado por Deus: “ele caminhou com Deus: e ele não era mais; pois Deus o levou.”

Como foi isto possível? Como poderia Enoque ter vivido por 365 anos? De forma interessante, se dermos uma olhada na lista de Reis Sumérios, descobrimos que no passado distante, quando a história da civilização da Terra estava sendo composta, seres habitavam a Terra e tinham um longevidade que abrangia de um par de séculos, para até mil anos.

Durante o tempo que Enoque viveu na Terra, entendemos que o nosso planeta não era só habitado por mortais, mas também por anjos. Estes seres – referidos como anjos – teriam interagido com os humanos mortais, e eventualmente cruzado com ‘as filhas do homem’, que no final resultou em seres gigantes com poderes sobrenaturais, referidos como Nefilins.

Contudo, há algumas diferenças históricas notórias entre o Livro de Gigantes e Livro de Enoque.

De acordo com o Livro de Gigantes, os seres híbridos chamados nefilins ficaram cientes que suas maneiras depravadas estavam os levando em direção à destruição. De fato, os nefilins estavam com tanto ‘medo’, que pediram ao Enoque para intervir a seu favor e falar com o Deus Todopoderoso.

O Livro de Gigantes explica como os nefilins causaram o caos na Terra e mudaram tudo durante aquela época.

Suposto dragão é filmado na China
Embora não haja a menor chance de provar como verdadeiro, mas devido ao fato que está sendo publicado por toda a Internet, fica aqui o registro do vídeo de um alegado dragão que teria sido filmado na China.

O vídeo foi publicado em 18 de outubro de 2016 por ApexTV. A descrição do vídeo diz que o mesmo foi filmado por um homem e mostra o que seria uma criatura alada voando por sobre uma cadeia de montanhas na China, perto da fronteira com o Laos.

E já que não há como confirmar a veracidade do vídeo, vamos aprender um pouco sobre geografia da região, pois conhecimento nunca ocupa espaço.



A fronteira entre o norte do Laos e o sul da China tem somente 423 km. As províncias de Luang Namtha , Oudomxai e Phongsali no Laos estão ao lado da província de Yunnan no lado chinês. Esta fronteira é montanhosa e Luang Namtha é uma área turística muito popular. A região tem vários picos com mais de 5.000 metros de altura e é a casa da Montanha da Neve do Dragão de Jade (conveniente, não?)

 
Veja o vídeo:


A Cidade Perdida de Gigantes

Acredita-se que a descoberta da “Cidade Perdida de Gigantes” no Equador é uma das mais importantes do século XXI.  Mas esta não é somente uma incrível descoberta de grande importância, ela é uma das muitas descobertas que tem sido omitida pelos pesquisadores ‘corporativos’ ao redor do mundo.
Lendas antigas do Equador falam de um tempo em que existiam gigantes caminhando na Terra, e que estes seres criaram grandes cidades megalíticas, as quais agora foram consumidas pela natureza.
Aqui, olhamos mais de perto a esta incrível descoberta, passando pelos detalhes mais importantes sobre esta enigmática megalítica cidade:
Uma lenda que se tornou realidade.  Mesmo antes da descoberta da antiga cidade megalítica, muitas lendas locais falavam de uma época quando incríveis seres gigantes habitavam uma remota região do Equador.  Estes gigantes criaram locais megalíticos, e esta cidade da antiguidade é somente uma das muitas que estão localizadas naquela região.
Para encontrar a cidade perdida de gigantes, um grupo de exploradores se uniu ao moradores locais, os quais estavam bem cientes e sabiam que esta cidade antiga era, de fato, real.
Formação natural?
Os aborígenes lideraram o grupo de exploradores até o local que eles consideravam sagrado, e as tribos locais se uniram na cidade de gigantes para celebrar os poderosos espíritos que, de acordo com a lenda, ainda habitam o local.
Segundo relatos, quando o grupo de pesquisadores chegou até lá, foi descoberto um conjunto de estruturas megalíticas, a maior delas sendo uma pirâmide de 80 metros de altura por 80 metros de largura, com um ângulo irregular.
Acredita-se que a enorme estrutura em forma de pirâmide tenha sido feita de grandes pedaços de rocha, pesando não menos que duas toneladas cada.
Localizada no topo da pirâmide está um rocha polida e achatada, a qual acredita-se ter sido usada como um altar cerimonial.  Ela se parece como uma parede pavimentada, uma rua antiga com 60 graus de inclinação, talvez o teto de uma grande estrutura, disse o arqueólogo franco-americano Benoit Duverneuil.  Muitas das rochas estavam perfeitamente alinhadas, tendo arestas aguçadas, parecendo terem sido esculpidas por mãos humanas.
De acordo com o grupo de pesquisadores que descobriu a enigmática pirâmide gigante, o corpo das estruturas estava aparentemente coberto por líquens, embora a parte das rochas que permanecia visível revelava uma camada de material ‘impenetrável’ que unia as rochas.
Muitos acreditam que este material misterioso seja evidência do primeiro material similar ao ‘concreto’, usado na Mesoamérica.
Porém, as estruturas encontradas na cidade de gigantes não foram as descobertas mais impressionantes.  De acordo com os arqueólogos, as descobertas mais importantes feitas no local foram  ‘ferramentas manufaturadas’ e enormes, as quais, após ficarem no local por um tempo incalculável, se misturaram à natureza.  O tamanho das ferramentas as fazem impossíveis de serem utilizadas por humanos.
Segundo Bruce Fentom, escritor, pesquisador e membro da equipe que encontrou a dita cidade, esta é a evidência cabal que prova o fato de gigantes terem habitado a Terra num passado distante, e construído incríveis cidades e estruturas: “O que realmente aponta fortemente quanto a esta habitação ter abrigado a mesma raça de gigantes, é a presença de martelos de grande tamanho, ou pelo menos cabeças de martelos feitos de pedra. Presumindo-se que havia cabos de madeira conectados a eles, seriam de tamanhos e pesos incríveis, tornando-os impraticáveis para um típico índio Inca, pois estes tinham geralmente por volta de 1,50 metros de altura.“.
Estudiosos em geral não acreditam que a cidade exista, embora, de forma interessante, numerosas descobertas foram feitas em 2013, quando o Ministério da Cultura do Equador enviou seus representantes para investigarem a cidade perdida de gigantes. Eles concluíram que o prédio em forma de pirâmide não era nada mais do que uma formação natural.
Todavia, Fenton e sua equipe acredita que as rochas, o padrão complexo, bem como sua precisa montagem, são claras indicações de que a enigmática cidade de gigantes não seja uma formação natural, mas uma das melhores evidência que apoia a teoria de que, num passado distante, gigantes caminhavam na Terra.Mistérios abaixo do gelo da Antártida
O continente da Antártida, que se expande por 14 milhões de quilômetros quadrados cobertos de gelo no Pólo Sul, ainda esconde mistérios fascinantes. Na história, poucos achados intrigaram tanto os geógrafos quanto a Cordilheira subglacial de Gamburtsev, situada abaixo da superfície de gelo.
Descoberta por exploradores soviéticos nos anos 1950, a Cordilheira de Gamburtsev é exatamente isso: uma cadeia de gigantescas montanhas que se estende por um comprimento de 800 quilômetros, o que a torna comparável aos Alpes, na Europa. Não se pode vê-la, na Antártida, porque está soterrada por uma camada de 4 mil metros de neve.
Ao observar todo o gelo que há na superfície, nem todo mundo lembra-se disso, mas a Antártida é uma área primariamente feita de terra firme. E a riqueza geológica desse continente chamou a atenção de um grupo internacional de pesquisadores, que decidiram mapear exatamente o relevo que há por baixo de tanta neve.
Munidos de potentes radares cujo sinal penetra no gelo, os cientistas puderam mapear exatamente qual o desenho geográfico do chamado “continente branco”. O resultado, que aparece ilustrado por computação gráfica, é uma maciça sequência de montanhas, lagos e geleiras, muito mais complexas do que se imaginava.
Essa complexidade, segundo os cientistas, tem muito a contar sobre a história geológica da Terra. Essa narrativa começa há cerca de 1,1 bilhão de anos, quando grandes porções de terra do planeta se uniram para formar um ex-supercontinente, chamado Rodínia. O que aconteceu a seguir foi uma série de dobramentos geológicos, nos quais o pico das montanhas erodia, mas a base das cordilheiras permanecia firme.
Esse processo se repetiu ainda algumas vezes. A cada novo dobramento, o ponto mais alto da Antártida (que hoje é a Cordilheira de Gamburtsev) ia ficando um pouco mais elevado. A configuração atual, que teria sido originada há cerca de apenas 35 milhões de anos, surgiu com a criação de geleiras, que soterraram paulatinamente a cadeia de montanhas nascida ali.
Esse foi o grande mistério solucionado: até antes dessa pesquisa, não se sabia o motivo de haver montanhas “jovens” instaladas no coração da Antártida. Isso ainda está apenas no campo da teoria, mas as providências para comprová-la já foram tomadas: os cientistas planejam um projeto para retirar amostras de rocha de Gamburtsev.
Além do Egito: Pirâmides ao redor do mundo.
Associamos pirâmides sempre com múmias, faraós e todos os mistérios que envolvem o Egito. As pirâmides não são apenas superfícies triangulares que convergem para um ponto, são história!
Esse tipo de construção encontra-se além mar e em muitos outros lugares, mas não pense que falo apenas do México, com suas pirâmides maias e astecas.
A Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, é considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo e possivelmente a pirâmide mais famosa. É única maravilha do mundo antigo que ainda existe e foi construída há cerca de 2.500 a.C.
1. Zigurates da Mespotâmia (Iraque)
Os mesopotâmicos construíram as primeiras pirâmides, no entanto, essas construções são chamadas de Zigurates.
Abaixo temos o Zigurate de Ur, datado de 2.100 a. C. Sua escavação ocorreu na década de 1920 e é um dos maiores e mais preservados Zigurates que temos. Fica localizado no Iraque.
2. Pirâmides Núbias (Sudão)
O negócio de pirâmides estava parado na região do Egito, mas 500 anos depois, na região do Sudão, novas pirâmides surgiram. Brincadeiras a parte, três diferentes grupos viveram naquelas região, dois deles – Napata e Maroé, que eram bastante influenciados pelos egípcios, enquanto, o primeiro (Kerma) tinha seu próprio costume e cultura.
Essas construções datam por volta de 2.000 a.C. , servindo de tumba para os diferentes reinos.
3. Pirâmide Nsude (Nigéria)
É uma da únicas estruturas construídas pela cultura Igbo, sobre a qual possuímos poucas informações. Como as pirâmides são feitas de barro, ao longo dos anos, precisam ser reconstruídas. Essas fotos foram tiradas na década de 1930 pelo antropólogo G. I. Jones.
4. Pirâmides da Grécia
Conhecidas também como Pirâmides de Argolis, essas pirâmides gregas foram construídas há mais de 5 mil anos e foram usadas como tumbas.  A mais conhecida é a Pirâmide Hellenikon e sua história, como toda história grega, permeia um drama. As pirâmides teriam sido um memorial aos irmãos, Proteus e Akrissios, netos do rei de Argos que lutaram até a morte para a sucessão do trono.
5. Pirâmides de Güímar (Espanha)
Estão localizadas em Tenerife, nas Ilhas Canárias. Datam do século XIX e foram feitas por conta de técnicas agrícolas.
6. Pirâmides Chinesas
Assim como muitas outras, essas pirâmides também serviam de câmara mortuária.  A mais famosa é a do primeiro Imperador Qin Shi Huang, na cidade de Xi’an. Essa pirâmide seria de mais ou menos 200 a. C. Hoje, essa pirâmide encontra-se coberta por vegetação, assim como muitas outras na China.
7. Mounds (Estados Unidos)
No estado de Illinois, nos Estados Unidos, encontra-se as Mounds, pirâmides similares a montes que foram criadas pelos povos nativos dessa região.
A Monks Mound é considerada a pirâmide mais larga do mundo. Sua localização era vital ao comércio, pois fica próxima a cofluência de vários rios. Essa pirâmide data de 900-950 d. C.
Existe uma teoria de que seria uma pirâmide invertida, mas isso não tem como ser confirmado, pois não há técnicas que permitam sua escavação sem que haja a destruição da construção atual.
E isso não é tudo, há muitos outros exemplos de pirâmides interessantes pelo mundo, mas seria impossível colocar tudo aqui!O Egito: Akhenaton, o Faraó monoteísta
Muito antes da vinda de Jesus Cristo, precisamente no Antigo Egito, XVIII Dinastia, um personagem maravilhoso deixou as suas profundas marcas no caminhar evolutivo e espiritual do nosso planeta.

Akhenaton ou também chamado de Aquenáton (seu nome inicial era de Amenotep IV ou, na versão helenizada, Amenófis IV) foi um grande faraó da XVIII Dinastia egípcia, que governou por 16 anos, de 1352 a 1336 a.C. Foi muito importante para a história do Egito, pois durante seu reinado tentou realizar diversas mudanças na cultura egípcia.

Akhenaton era sempre representado com o disco solar de Aton e os seus braços que o protegiam. Akhenaton tentou representar o faraó não como um simples mortal, mas a de um verdadeiro profeta de Aton e o intermediário entre o seu deus e os homens.


Akhenaton tornou-se rei aos quinze anos por volta de 1364 a.C., e como um grande faraó da XVIII Dinastia Egípcia, criou pela primeira vez na história da humanidade a noção de um Deus único – Aton, representado pelo disco solar.

Demonstrou também coragem para romper com algumas tradições impostas ao faraó, dentre elas, a de se casar com uma mulher sem origem na realeza, mas sim de origem modesta. O faraó idealizava a formação de uma religião universalista, privilegiando em seu reinado o culto de Aton, apesar da forte influência de Tebas e seu deus Amon, o que certamente influenciou em muito a formação do pensamento de Akhenaton. Mais tarde, ainda vivo e durante o reinado de seu filho, Amenófis III apoiou as mudanças profundas promovidas por ele.

Muito antes dos faraós, a história egípcia conta que deuses desceram dos céus em suas esferas voadoras. Esses deuses Neteru, Iris e Ísis vieram da constelação de Órion, da estrela de Sírius. Todos eles possuíam algo em comum: a cabeça alongada.

O curto mais importantíssimo reinado de Akhenaton, foi sempre envolto em muitos mistérios, muito por conta das grandes transformações propostas por ele na cultura egípcia.


Assim como em diversas culturas antigas, na cultura egípcia também foram encontrados crânios deformados/alongados. Akhenaton, teria uma cabeça estranhamente alongada. Os antigos faraós diziam proceder da linhagem direta dos deuses, e essa seria uma das evidências físicas dessa descendência divina, no caso de Akhenaton.

A característica do crânio alongado continuou pelas Dinastias. Na décima oitava do Império Novo surge Akhenaton, um faraó que iria mudar para sempre Egito, as escrituras narram que este era um faraó que também havia descido das estrelas.

Da mesma forma que nas regiões das culturas pre-colombinas foram encontrados crânios anômalos, na antiga cultura egípcia um dos maiores faraós Akhenaton, que reinou de c. 1353 a 1338 a. C, é representado com uma cabeça estranhamente alongada. Os antigos faraós do Egito, diziam proceder da linhagem direta dos Deuses. Pode manifestar-se neste faraó a genética dos Deuses, o DNA dos Elohim?


À direita imagem de Akhenaton e à esquerda imagem de Nefertiti. Os “cientistas” não podem explicar estas características físicas, então tentam encaixar Akhenaton numa síndrome denominada de “Marfan”. Esta síndrome produz alargamento das feições e do crânio, rasgos femininos e uma clara infertilidade. Mas é bem sabido, que o faraó teve pelo menos meia dúzia de filhas e aqui é onde não encaixa a história oficial.



Representação da família real, Akhenaton e Nefertiti com 3 de suas filhas, que também apresentaram a anomalia de alargamento do crânio. Uma vez mais a ciência oficial, em pleno século XXI, é incapaz de explicar as causas de ditos fenômenos.



Isto é o que acontece quando comparamos um dos crânios da região pre-colombina e uma estátua do crânio de Nefertiti, mãe da estirpe real faraônica, descendente direta dos Elohim. As formas encaixam e as evidências também.

Da mesma forma que Akhenaton, sua esposa Nefertiti tinha um crânio estranhamente alongado (Nefertiti seria na verdade prima de Akhenaton, e o casamento de ambos teria sido realizado cumprindo o desejo da mãe de Akhenaton), fruto de sua herança genética. O faraó possuía outras características físicas estranhas, tinha um corpo afeminado. Ele é considerado um ser andrógeno por aqueles que defendem a teoria de que Akhenaton seria um descente direto do Deuses.

Akhenaton mudou a capital do Egito, que antes do seu reinado era Tebas, para uma nova cidade que mandou erguer à qual nomeou de Akhetaton (ou Amarna).

Porém a mudança mais marcante realizada por Akhenaton foi na parte cultural/religiosa, quando destituiu o culto ao deus Amon e privilegiou o culto ao deus Aton, assim também tentando empregar uma cultura religioso monoteísta.



Akhenaton também mudou a arte egípcia. O seu reinado assistiu à emergência da chamada "arte amarniana", que se caracteriza por um lado pelo naturalismo (abundância de plantas, flores e pássaros) e pela convivência familiar do faraó e por outro lado, por uma representação mais realista das personagens (até então os faraós eram sempre representados como figuras esbeltas e de ombros largos, verdadeiras divindades entre os humanos, mas na arte amarniana o faraó era representado com formas mais realistas), por vezes as representações atingiam o ponto da caricatura. A arte oficial apresenta o rei com uma fisionomia andrógina, com um crânio alongado, lábios grossos, ancas largas e ventre proeminente.

Akhenaton, o Faraó que foi um verdadeiro Príncipe da Paz, deixou-nos um importante legado espiritual, plenamente válido e precioso para a Humanidade no século XXI, que já enfrenta sérios problemas de ordem planetária. Talvez os seus ensinamentos possibilitem aos seres humanos o resgate das suas Raízes Solares, espirituais e físicas, auxiliando cada um de nós a encontrar o seu verdadeiro lugar no Universo, objetivo principal de nossa existência neste planeta.

O único Sacerdote

Akhenaton declarou-se o seu único sacerdote e profeta, escrevendo um hino no qual proclamava a grandeza do SOL como criador de todas as coisas, e a igualdade entre todos os homens. A semelhança desse hino (como poderemos ver mais abaixo) com o Salmo 104, do Antigo Testamento, faz pensar que ambas as religiões compartilharam as suas ideias sobre o monoteísmo em um momento de sincretismo.

De Amenófis a Akhenaton

No ano 5 do seu reinado o jovem rei decide mudar de nome. De Amen-hotep, nome que significa "Amon está satisfeito" muda para Akhenaton que por sua vez significa "o espírito atuante de Aton", o que representou o seu repúdio ao deus Amon. O rei declarou-se também filho e profeta de Aton, uma divindade representada como um disco solar. Akhenaton instituiu o deus Aton como a única divindade que deveria ser cultuada, sendo o próprio faraó o único representante dessa divindade.

No entanto, o deus Aton não era um deus novo no panteão egípcio. Aton era considerado pelos egípcios como uma manifestação visível do deus Rá-Harakhti e já era mencionado nos Textos das Pirâmides, que são os textos de carácter religioso mais antigos encontrados no Egito.

O que há de novo na religião introduzida por Akhenaton é o lugar central de Aton, remetendo outros deuses ao desaparecimento ou a uma posição secundária. Dessa forma, Akhenaton pode ser considerado o criador da ideia do Monoteísmo.

Tão profunda era a influência da esfera espiritual sobre a vida cotidiana do povo egípcio que, segundo muitos especialistas, é difícil a distinção entre os acontecimentos políticos e a evolução das suas crenças.

No Egito adoravam-se centenas de deuses para os quais se edificaram magníficos templos. Até o século XIV a.C., o politeísmo sempre predominara no país, dando-se maior relevo ora a um, ora a outro deus, dependendo da dinastia reinante. Destoando das ideias em vigor, o novo faraó Akhenaton promoveu profunda revolução técnica, artística e, sobretudo, religiosa, abalando o império até seus alicerces.

Do ponto de vista religioso, foi introduzida uma novidade existente na época apenas entre os hebreus: o monoteísmo. Contrariando frontalmente o próprio cerne da religião politeísta egípcia, Akhenaton propôs o culto apenas a Aton (o disco solar) e o proclamou como único deus.

É verdade que ele não era o primeiro adepto da religião de Aton. Há traços da existência desse culto algum tempo antes do nascimento do inovador faraó. Entretanto, ao declará-lo oficialmente como único deus, o novo soberano direcionava as crenças do país para o monoteísmo. E essa é uma das principais razões pelas quais ele ficou conhecido como "o faraó revolucionário", sendo aclamado como visionário por uns, e considerado herege e até criminoso por outros.

Profeta ou revolucionário - o que foi ele na realidade? Tratemos de desvendar a questão conhecendo melhor sua história.


As teorias relacionadas ao faraó Akhenaton

Para alguns teóricos, as mudanças religiosas propostas pelo faraó estavam motivadas numa possível origem extraterrestre de Akhenaton. O fato dele mudar toda a estrutura religiosa e comprar uma grande briga com o poderoso clero, gerou revolta desse setor da sociedade egípcia. Mesmo o faraó precisaria do apoio desses "nobres", então por que comprar essa briga? Que benefícios essa mudança traria?

Os teóricos dos antigos deuses acreditam que não haveriam benefícios para o faraó nessa "briga" comprada por Akhenaton, eles afirmam que ele fez isso por de fato ser um ser de outro mundo, e tal ato seria importante para ele espalhar a sua mensagem. Akhenaton foi um faraó que reinou em um período de grande paz, e ele teve uma grande contribuição nesse aspecto. A paz seria o tema do faraó supostamente "de outro mundo".

Para os 
Rosacruzes, Akhenaton seria o Arauto do Cristo Cósmico no Egito. Ele seria um mensageiro enviado pela Hierarquia Invisível para desobstruir o caminho. Segundo suas crenças, tal era a condição que prevalecia no Egito naquele período, vindo Akhenaton promover uma nova era de pensamento espiritual.

Foi no meio deste cenário decadente que, Akhenaton, um dos Irmãos Maiores foi enviado para reacender a tocha espiritual que havia sido apagada pela idolatria, pelo luxo e pelo abuso de poder tanto da Igreja quanto do Estado. Akhenaton protagonizou como Cristo, uma vida como portador de Luz, recebendo como troca traições e perseguições.

Alguns estudiosos sugerem que Akhenaton tinha ascendência alienígena. O formato de seu crânio demasiadamente alongado (comprovada por estudos arqueológicos) teria posteriormente influenciado diversas culturas ao redor do mundo.

Início do Reinado

Amenófis IV - que mais tarde ficou conhecido como Akhenaton - foi coroado faraó aos 15 anos de idade, assumindo o poder e co-regência com seu pai, numa época em que Egito vivia uma situação interna tranquila e de grande prosperidade. Seu reinado durou 16 anos (de 1352 a 1336 a.C). Amenófis III morreu no 12º ano do reinado de Akhenaton.

Durante os oito anos do período de co-regência, Amenófis III pode passar ao filho toda sua experiência e também servir de apoio para as grandes mudanças promovidas por ele. É o pai também quem controla a impetuosidade do filho, evitando um confronto com o clero de Tebas antes que tivessem sido lançadas as bases da "revolução amarniana".

O jovem Amenófis IV acredita que um ideal justo sempre triunfa, mas aprende com o pai a ser paciente.
Sua mãe, que viveu durante os seis primeiros anos de seu reinado, foi responsável pela estruturação das tendências místicas de Amenófis IV, fazendo com que ele se aproximasse da parte do clero que estava ligada aos antigos cultos do Egito, onde Aton era o deus maior.

Assim, durante os quatro primeiros anos de seu reinado, Amenófis IV (Akhenaton) vai, lentamente, se afastando de Tebas e amadurecendo a idéia de um Deus universal. Ao final deste período, ele inicia a grande revolução. Proclama sua intenção de realizar a cerimônia religiosa de regeneração - denominada "festa-sed" na qual o faraó "se recarrega".

Segundo ele, “o Universo só poderia ter sido criado por uma única mente superior, digna de todos as homenagens, ao contrário da sociedade viciada em deuses de pedra que em realidade os utilizam como elemento de barganha em seus desejos pessoais e mesquinharias do cotidiano”.

Seu ideal na implantação da nova ideologia baniu em toda terra de Khemi, os ídolos de pedra dos templos, exigindo que fossem removidas as representações pictográficas das obras e salões do Estado. Ficou somente a nova representação do deus único “Aton”, criador do Universo, designado graficamente apenas com um círculo perfeito, o círculo solar.

Visando ampliar os estudos da energia irradiante de Aton, o faraó construiu o templo de Aton, na cidade de Amarna, local exclusivo para a meditação e celebração das honras em homenagem ao deus único e onde ficaria hospedado um possível enviado de seu reino. O templo foi desenhado seguindo orientações espirituais e geometria sagrada.

Templo de Aton em Amarna, onde seriam estudadas as ciências provindas do Deus único
e local sagrado onde viveria o “Seu enviado”. Reconstituição 3D de Paul Docherty.
Para este ritual mágico, manda construir um templo para Aton e adota o nome de Akhenaton, o filho do sol. O significado destes atos é profundo dentro da cultura egípcia. O faraó indicava claramente que Aton passava à condição de deus do Egito, rompendo com os sacerdotes de Tebas.

No templo de Aton, pela primeira vez, o deus não tinha rosto, sendo representado pelo Disco Solar. Aton era o sol que iluminava a vida de todos. Imediatamente passa a ser conhecido como o faraó herético.

Nefertiti
Não se pode entender a obra de Akhenaton sem se conhecer a figura de sua esposa, Nefertiti, a bela que chegou, bem como a figura de seus pais e Amenhotep. Segundo os historiadores, era uma mulher de rara beleza. Nefertiti, egípcia, pertencia a uma grande família nobre.

Não seria ela, no entanto, quem o futuro faraó deveria desposar, o que novamente indica a independência da família real em relação aos usos e costumes impostos à corte.

Nascida no ano de 1380 a.C., Nefertiti, cujo nome significa ‘a mais bela chegou’, foi uma rainha egípcia da XVIII dinastia que se tornou notável por ser a esposa do faraó Akhenaton, responsável por substituir o culto politeísta pela reverência a um deus único, o rei-sol Aton.

O casamento, porém, se deu quando Amenófis IV tinha, aproximadamente 12 anos, sendo que Nefertiti era ainda mais jovem que ele. Akhenaton e Nefertiti acabaram por transformar seu casamento estatal em um casamento de amor.


São muitas as cenas de arte que retratam o relacionamento carinhoso entre eles, o que, por si só, mostra a intensidade deste relacionamento, uma vez que não era comum na arte egípcia a expressão destes sentimentos. Com efeito, Akhenaton e Nefertiti são, até hoje, citados como exemplo de um dos casais românticos mais famosos da história.

Com Akhenaton, Nefertiti teve seis filhas entre os nove anos de reinado do marido. São elas: Meritaton, Meketaton, Ankhesenpaaton, Neferneferuaton, Neferneferuré e Setepenré.

Apesar de ser um símbolo de beleza fascinante mesmo na atualidade, pouco se sabe sobre a vida de Nefertiti. A rainha teve grande importância na disseminação do culto monoteísta junto ao seu marido, pois era uma das únicas que podia reverenciar e interceder diretamente com o rei-sol Athon.


No reinado de Akhenaton, o faraó e a rainha eram responsáveis pela realização dos cultos e eram figuras representativas dessa divindade, fortalecendo os laços com a população.

Grã-sacerdotiza do culto de Aton, Nefertiti dirigia o clero feminino e nesta função conquistou o carinho e a admiração do povo.
Soube canalizar este sentimento popular de modo a fortalecer o carisma de seu marido diante do Egito. Viveu com o mesmo ardor de Akhenaton a nova espiritualidade.

Por sua grande popularidade, alguns historiadores defendem a tese de que Nefertiti tenha sido alvo de assassinato de alguns sacerdotes que defendiam o politeísmo. Outros especialistas, ainda, acreditam que ela tenha se tornado co-regente de Akhenaton, acumulando mais poder. Essa última tese é levantada graças a uma imagem em bloco de pedra onde a rainha aparece golpeando um inimigo com uma maça, remetendo à ideia de força.

Segundo os historiadores, foi ela quem preparou o jovem Tut-ankh-Aton para ocupar o trono, que mais tarde reinou sob o nome de Tut-ankh-Amon. No espírito de Nefertiti, este era o único meio de preservar a continuidade monárquica e de garantir um necessário retorno à ordem.

Entretanto, sabe-se que após o término do reinado de seu marido, Nefertiti sumiu misteriosamente, pois poucas escrituras e imagens retratam esse período de sua vida. Alguns arqueólogos estimam que ela tenha morrido no ano de 1345 a.C.

Akhenaton - o Edificador

A idéia do deus único e universal foi se tornando cada vez mais consistente para Akhenaton. Com sabedoria e coragem, ele foi dando passos firmes para a construção de seu propósito. Era preciso materializar a idéia. Durante o quarto ano de seu reinado, Akhenaton definiu o local onde seria erguida a nova cidade. Sua escolha não se deu ao acaso, mas dentro de todo um simbolismo coerente com a nova doutrina.

A cidade se chamaria Tell el Amarna que significa O Horizonte de Aton, portanto, A Cidade do Sol. Estava localizada perto do Nilo, portanto, perto da linha da vida do Egito e a meio caminho entre Mênfis e Tebas, ou seja, simbolicamente seria o ponto de equilíbrio entre o mundo material e o mundo espiritual.

Ao todo foram quatro anos para a construção de Amarna com 8 km de comprimento e largura máxima de 1,5 km, com ruas grandes e largas, paralelas ao Nilo. Apenas no sexto ano é que ele anuncia oficialmente a fundação da cidade de Amarna.

A proclamação recebeu integral apoio do clero de Heliópolis. Amarna passava a ser a nova cidade teológica onde seria adorado um deus solar, único. Com a construção de Amarna, num local em que o homem jamais havia trabalhado, Akhenaton prova que não é um místico sonhador, mas alguém compromissado em construir seus ideais, disposto a fazer uma nova era de consciência de Deus.

Amarna não é uma cidade comum, mas o símbolo de uma nova forma de civilização, onde as relações humanas, desde a religião até a economia, achavam-se modificadas. Foi uma maneira de dar uma forma inteligível de suas idéias para os homens. Foi o teatro de uma tentativa fantástica de implantação do monoteísmo.

Ali havia gente de todas as nações que se transformaram de súditos em discípulos de Akhenaton. Viver em Amarna, era tentar desafiar o desconhecido e mergulhar na aventura do novo conhecimento, acreditando que o sol da justiça e do amor jamais se deitaria.

A Vida em Amarna

Capital do Egito, cidade protegida, Amarna é antes de tudo uma cidade mística em virtude da própria personalidade do rei. Viver em Amarna era compartilhar da vida do casal real, suas alegrias e suas dores. Era descobrir, no rei, um mestre espiritual que ensinava as leis da evolução interior.


Akhenaton e Nefertiti constantemente passeavam pela cidade, a bordo da carruagem do sol, buscando um contato com seus súditos. Diariamente, cabia a Akhenaton comandar a cerimônia de homenagem ao nascer do sol e a Nefertiti, a cerimônia do pôr do sol.

Para administrar a cidade, tendo como conselheiros políticos o pai, a mãe e um tio de nome Aí, Akhenaton herdou grande parte dos auxiliares de seu pai, que adotaram com entusiasmo a nova orientação religiosa do faraó. Akhenaton cuidou de ensinar a nova espiritualidade a todos seus auxiliares diretos.

Esta espiritualidade se baseia numa religião interior e na certeza de que existe um mesmo Deus para todos os homens.

Akhenaton favoreceu a ascensão social de numerosos estrangeiros abrindo ainda mais o Egito para a influência de culturas de outros povos. Assim, rapidamente o perfil social do Egito sofreu uma alteração de grande vulto. É fácil imaginar que muitos foram aqueles que ficaram descontentes com a nova situação, mas a grandiosidade do faraó fazia com que se mantivesse um equilíbrio na sociedade, e de sua sabedoria emanava uma energia que influenciava positivamente todos os aspectos da vida no Egito.

A arte egípcia foi particularmente influenciada durante o reinado de Akhenaton, sendo historicamente classificada como a Arte Amarniana. De forma extremamente inovadora para a época, ela registra a visão que o faraó tinha do homem e do universo. Pela primeira vez surgem obras mostrando a vida familiar, o que vem ao encontro da concepção de Akhenaton de que o fluxo divino passa obrigatoriamente pelo organismo familiar. Em algumas obras, aparecem também membros da família real nus, como indicação da necessidade da transparência interior. Este tema da transparência do ser está presente na mística universal.



Na poesia, a contribuição da civilização de Akhenaton é muito rica, especialmente nos escritos religiosos em homenagem ao deus Aton. É através dela que o faraó mostra a unicidade de Deus - o Princípio Solar - que criou o Universo, deu origem à vida em todas as suas manifestações. O Princípio Solar rege a harmonia do mundo, tudo cria e permanece na unidade.


Amarna: ruínas de um sonho destruído há mais de 3000 anos.

Akhenaton e a Religião da Luz

Devemos observar que mesmo durante o período em que Tebas exerce a maior influência na religião egípcia, Mênfis e Heliópolis continuavam a alimentar a espiritualidade do reino.

Os sacerdotes destas cidades, sem o poder material de Tebas, consagravam-se ao estudo das tradições sagradas que cada faraó devia conhecer. Foi com estes sacerdotes que Akhenaton foi buscar as bases na nova ordem religiosa. Apesar dos séculos que nos separam da aventura espiritual de Akhenaton, podemos perceber seu ideal e sua razão de ser e nos aproximarmos, passo a passo, de Aton, centro misterioso da fé do faraó.

Para ele (Akhenaton), Aton é um princípio divino invisível, intangível e onipresente, porque nada pode existir sem ele. Aton tem a possibilidade de revelar o que está oculto, sendo o núcleo da força criadora que se manifesta sob inúmeras formas, iluminando ao mesmo tempo o mundo dos vivos e dos mortos e, portanto, iluminando o espírito humano sendo, por isso, a sua representação o disco solar, sem rosto, mas que a todos ilumina.

Aton é também o faráo do amor, que faz com que os seres vivos coexistam sem se destruir e procurem viver em harmonia.

Para Akhenaton, é essencial preservar uma "circulação de energia" entre a alma e o mundo dos vivos. Na realidade, não existe nenhuma ruptura entre o aparente e o oculto. Na religião do Egito não existe a morte, apenas uma série de transformações cujas leis são eternas. Em Amarna, os templos passam a ser visitados integralmente por todos, não mais existindo salas secretas em cujo interior somente os sacerdotes e o faraó podem entrar.



Para Akhenaton todos os homens são iguais diante de Aton. A experiência espiritual de Akhenaton e os textos da época amarniana deslumbraram mais de uma vez os sábios cristãos. Numa certa medida, pode-se dizer que ele é uma prefiguração do cristianismo que viria, com uma visão profunda da unicidade divina, traduzida pelo monoteísmo. É espantosa a semelhança existente entre o Hino a Aton e os textos do Livro dos Salmos da Bíblia, em especial o Salmo 104.

A religião de Amarna continha uma magia maravilhosa, uma magia que aproxima o homem de sua fonte divina.

Apesar da predominância do politeísmo na antiguidade, e do empenho dos sucessores de Akhenaton em apagar qualquer rastro de religião monoteísta, a concepção de cultuar um único deus prevaleceu no espírito dos homens e permanece até hoje. Porque é conatural à mente humana a ideia de que, por detrás do universo criado, existe um único Ser, incriado e necessário, que é a causa de tudo.


O fim de Akhenaton

A implantação da nova ordem religiosa tornou-se quase que a única tarefa merecedora da atenção do faraó. Com isso não combateu os movimentos internos daqueles que se sentiram prejudicados pela nova ordem e também pelo crescimento bélico dos hititas. Por volta do 12º ano de seu reinado, com a morte de Amenófis III, estes movimentos internos tomavam vulto e as hostilidades externas se agravavam.

Akhenaton, porém, fiel a seus princípios religiosos, se recusava a tomar atitudes de guerra, acreditando poder conquistar seus inimigos com o poder do amor de Aton.

Nesta altura, a saúde de Akhenaton dá sinais de fraqueza, e ele resolve iniciar um novo faraó. Em Amarna, Nefertiti iniciara a preparação de Tut-ankh-Aton, segundo genro do faraó, para a linha de sucessão, uma vez que o casal não possuía filho homem. Akhenaton no entanto, escolhe Semenkhkare, iniciando com ele uma co-regência do trono.

Embora não existam registros claros sobre este período, tudo indica que durante a co-regência, que durou 5 ou 6 anos, morre Nefertiti, e sua perda é um golpe demasiado forte para Akhenaton, que vem a falecer pouco depois com aproximadamente 33 anos. Seu reinado, no total, durou cerca de 16 anos.

Semenkhkare também faleceu praticamente na mesma época, deixando vazio o trono do Egito e permitindo aos sacerdotes de Tebas a indicação de Tut-ankh-Aton, que imediatamente mudou seu nome para Tut-ankh-Amon, indicando que Amon voltava a ser o deus supremo do Egito.

Por ser muito jovem e não possuir a estrutura de seus antecessores, Tut-ankh-Amon permitiu a volta da influência de Tebas que, por sua vez, não mediu esforços para destruir todo o legado de Akhenaton, incluindo-se a cidade de Amarna.

Diante de tal reforma religiosa, apesar de serem considerados espiritualizados, os egípcios não se viram prontos para aceitar tamanho conceito inovador. Bastou a morte do Faraó, para que os ídolos de pedra voltassem para dentro das casas e a cidade de Amarna fosse rapidamente destruída.


Akhenaton - Um Marco na História da Humanidade

O fim dramático da aventura amarniana é devido a circunstâncias políticas e históricas que não diminuem em nada o valor do ensinamento de Akhenaton. Se é inegável que o fundador da cidade do sol, a cidade da energia criadora, entrou em conflito com os homens que ele queria unir pelo amor de Deus, não é menos verdade que ele abriu uma nova concepção sobre esta luz que a cada instante se oferece aos homens de boa vontade.

Sua experiência foi uma tentativa sincera de perceber a Eterna Sabedoria e de torná-la perceptível a todos. A coragem que demonstrou na luta constante por seus ideais, sem dúvida, fez dele um marco eterno na história da humanidade.

A história de Akhenaton mostra, mais uma vez, que um homem melhor faz um meio melhor, e que a força de sua convicção em seu objetivo altera a vida do meio, seja ele uma rua, um bairro, uma cidade, um país.... o Universo.

Akhenaton seria a primeira encarnação de Jesus?

Alguns estudiosos teorizam dizendo que Akhenaton foi na verdade a primeira encarnação de Jesus Cristo. Essas teorias se baseiam no fato de a mensagem que ambos disseminaram ser mais ou menos a mesma; o amor ao próximo e a paz, sem contar alguns indícios em comum entre o cristianismo e a religião imposta por Akhenaton, como poderão ver mais abaixo no hino de Aton. Esse hino é tido como muito parecido com o Salmo 104, do Antigo Testamento.

O Hino a Aton:

Tu és belíssimo sobre o horizonte, Ó radioso Aton, fonte de Vida!
Quando te ergues no oriente do céu, teu esplendor abraça todas as terras.
Tu és belo, tu és grande, radiante és tu.
Teus raios envolvem todas as terras que criaste,
Todas as terras se unem pelos raios de teu amor.
Tão longe estás, mas seus raios tocam o chão;
Tão alto estás, mas teus pés se movem sobre o pó.
Tu és vida, por ti é que vivemos,
Os olhos voltados para tua glória, até a hora em que, imenso, te recolhes…
Criaste as estações para renascer todas as tuas obras.
Criaste o distante céu, para nele ascender.
A Terra está nas tuas mãos, como aos homens criaste.
Se tu nasceres eles vivem, se te pões eles morrem.
Tu és propriamente a duração da vida, e vive-se unicamente através de ti!

Akhenaton e Nefertiti: uma visão mais romântica do "casal solar"
Para o arqueólogo e historiador norte-americano James Henry Breasted (1865–1935), educado no Seminário Teológico de Chicago, Akhenaton foi «o primeiro indivíduo da História»:

Era um homem inebriado de divindade, cujo espírito correspondia com uma sensibilidade e uma inteligência excecional às manifestações de Deus em si próprio, um espírito que teve força para disseminar ideias que ultrapassaram o quadro de compreensão da sua época e dos tempos futuros.

Arthur Weigall (1880-1934), egiptólogo inglês, jornalista e autor de livros sobre o Antigo Egito, biografias históricas, poesias e peças de teatro, refere a um rei quase divino:

O primeiro homem a quem Deus se revelou como fonte de amor universal, isento de paixões, e com uma bondade que não conhecia restrições. Deu-nos, há três mil anos, o exemplo do que deve ser um esposo, um pai, um homem honesto, do que um poeta deveria sentir, um pregador ensinar, um artista seguir, um sábio crer e um filósofo pensar.
Como outros grandes mestres, sacrificou tudo aos seus princípios; a sua vida, contudo, mostrou até que ponto estes princípios eram impraticáveis.


De fato, a religião Cósmica do Deus Universal, assim como preconizada por Akhenaton, era por demais adiantada para o seu tempo, como ainda hoje estaria milhares de anos à nossa própria frente. Lamentavelmente temos visto que as armas e os interesses escusos sempre tiveram a força suficiente para fazer um povo aceitar qualquer fé e qualquer governo, por mais absurdos e temerários que possam ser. No seu tempo, o imortal faraó detinha o poder temporal do império mais rico e também dos exércitos mais fortes e temidos da antigüidade. Em nenhum momento, porém, deles se utilizou para propagar ou mesmo impor a sua doutrina.

Trilha Sonora original do Filme "O Egipcio"
Poderia, através de um simples gesto e da sua vontade real, ter se utilizado também do sangue e da violência para castigar e reprimir os seus opositores, ou mesmo aqueles que recusavam os seus ensinamentos. Mas não foi assim!
Ao contrário, deixou-nos a sua última mensagem:
“O Reino do Eterno não pode ser colocado dentro dos limites terrestres., O medo, o ódio e a injustiça voltarão a reinar e os homens sofrerão realmente. Seria melhor não ter vindo para que visse todo o mal que há sobre a Terra. Os exércitos podem destruir os Templos de Deus, pedra por pedra. Os sacerdotes podem apagar o Nome Dele de todos os monumentos. Mas para destruir Deus, terão que arrancar todas as estrelas do céu e até mesmo o próprio céu para destruir seu Verbo."
Descobrir Akhenaton é o mesmo que trazer à evidência um tipo de homem que busca ter uma visão do universo, colocando seus ideais acima das circunstâncias materiais e políticas. Sua vida apresenta aspectos de uma procura que podemos qualificar como iniciática. Ela abre nosso coração para uma luz maior e enriquece-nos com uma experiência de grande coragem de alguém que acreditou em seu sentir.

Todo aquele que conseguir despertar o seu “Sol Interior” terá o dever de mostrar aos seus irmãos de jornada o caminho para essa descoberta. E que os “Filhos do Sol” despertem e encontrem-se nesta vida!



  

O Egito: História

O Egito Antigo foi uma das maiores civilizações da Antiguidade, que surgiu a partir de aldeamentos agrícolas no vale do rio Nilo, na África, em cerca de 4000 a.C. Os antigos chamavam seu país de Kemet, que significa negro (por causa da terra).

Muitos dos ideais e crenças modernos, assim como grande parte do conhecimento sobre o homem, tiveram origem no Egito. Lá se desenvolveu o primeiro tipo de governo nacional do mundo. A religião foi uma das primeiras a enfatizar a existência da vida após a morte. Os egípcios produziram uma arte e uma literatura expressivas, introduziram a arquitetura de pedra e fabricaram o primeiro material adequado para a escrita, o papiro.

A TERRA E SUAS RIQUEZAS

Localização e Tamanho. As fronteiras do Egito antigo mudaram no decorrer da história. Quando formado, por volta de 3100 a.C., o reino do Egito ocupava apenas o fértil vale do rio Nilo no nordeste da África, numa faixa estreita que ia do Mediterrâneo à primeira catarata do rio, cobrindo uma área de cerca de 21 mil km2 - um pouco menor que o estado de Sergipe. No auge de seu poder, por volta de 1450 a.C., o Egito dominava um império que se estendia para o sul até a quarta catarata, situada na Núbia (atual Sudão), e para o nordeste até o rio Eufrates, na Ásia Ocidental.

Riquezas Naturais. O solo negro que as enchentes do Nilo deixavam a cada ano dava aos egípcios uma terra fértil. Por isso, o historiador grego Heródoto chamou o Egito de dádiva do Nilo. Os egípcios dispunham de sal, granito, arenito, cobre, manganês, turquesa, berilo, ouro, gipsita e fosfato. Não tinham florestas.

Clima. Em toda a longa história do Egito, seu clima seco pouco se modificou. Quase não havia chuvas. A irrigação da terra árida dependia das enchentes anuais de verão do rio Nilo.

POPULAÇÃO

Os historiadores acreditam que a população do Egito variou entre 1 e 8 milhões de habitantes. Na época romana, seriam cerca de 6 milhões.


Dividiam-se em quatro classes sociais: realeza e nobres; artesãos, artífices e mercadores; trabalhadores; e escravos. O exército profissional tornou-se aos poucos uma classe separada. A estrutura social não era de castas: uma pessoa pertencente à classe mais pobre podia ascender aos mais altos cargos do país.

Língua. Os antigos egípcios falavam uma língua que continha palavras do grupo de idiomas semíticos do sudoeste da Ásia e também dos idiomas cuxita e berbere do norte da África.

A escrita egípcia era composta de hieróglifos. Ela começou a ser decifrada por Jean-François Champollion, que estudou um fragmento de basalto chamado Pedra de Roseta, com inscrições em grego, demótico e hieróglifos.

Vida Familiar. Os egípcios eram um povo ligado à família. Nos primeiros tempos, o marido governava a família, mas depois a mulher conquistou posição igual.

Moradia. Os mais pobres viviam provavelmente em cabanas de barro ou de tijolos secos ao sol, cobertas com folhas de palmeira ou palha. Os ricos construíram espaçosas casas de tijolo e madeira, decoradas com mobílias luxuosas, como tapetes, arcas de ébano e vasos de cobre e de ouro.

Alimentação. A dieta comum da maioria dos egípcios consistia de pão de cevada, peixe, verduras e cerveja. Em dias de festa, saboreavam-se frutas, carne (boi, vitela, antílope e gazela) e vinho.

Vestuário. De início, os homens vestiam apenas um daiu - tanga branca de algodão ou linho. Mais tarde, passaram a usar tangas maiores, saias ou aventais. Os egípcios mais ricos acrescentavam a esse traje uma camisa transparente ou um casaco.

As mulheres egípcias usavam vestidos de alça retos e justos, que iam do peito aos tornozelos. Mais tarde, acrescentaram mantos coloridos com bainhas bordadas. Enegreciam as sobrancelhas e contornavam os olhos com um pigmento verde. Pintavam os lábios de vermelho e usavam uma tintura extraída da planta hena para colorir as unhas de amarelo ou laranja.

Vida na Cidade. Os antigos egípcios edificaram a maioria das aldeias e cidades às margens do Nilo. Mênfis, que ficava a 19 km ao sul do Cairo, foi o primeiro centro de governo egípcio. Por volta de 2100 a.C., a capital foi mudada para Tebas, a 640 km ao sul do Cairo, aí permanecendo até 1300 a.C.

Os soberanos do Egito antigo construíram imensos templos e sofisticados palácios no centro das cidades.

TRABALHO

A maioria dos antigos egípcios vivia da agricultura. Alguns trabalhavam nas minas e nas pedreiras, outros eram artífices, comerciantes ou soldados. Os agricultores egípcios aravam e semeavam os campos férteis assim que passavam as cheias do Nilo. Conseguiam duas ou três colheitas por ano. Plantavam cevada, linho e trigo. Cultivavam hortaliças, como feijão, repolho, pepino, alface e rabanete; colhiam também melões e outras frutas.

Comércio e Transporte. Os navios egípcios cruzavam todo o Mediterrâneo para fazer comércio e conquistar terras. Viajavam aos portos do Mar Egeu, à Palestina, à Fenícia, à Síria e à terra dos hititas, na Ásia. Ao sul, negociavam com os povos da costa oriental da África. Por terra, as caravanas egípcias faziam expedições ao Sudão.

Os negócios eram feitos à base de troca de mercadorias: cobre, cereais, linho, papiro e pedras de grão fino por madeiras, como o cedro, o cipreste, o abeto e o pinho do Líbano.



CULTURA E RELIGIÃO

Educação. A maioria dos meninos egípcios aprendia seu ofício com os pais ou como aprendiz nas várias profissões. Os meninos de família rica ou real eram instruídos para que se tornassem sacerdotes ou funcionários do governo.

A Religião estava sempre presente na vida do Egito antigo. Os egípcios acreditavam que deuses e deusas participavam de todas as atividades humanas, do nascimento à morte.


À medida que evoluiu, cada cidade adotou uma divindade especial. Numa parte do delta, a população adorava Hórus, o deus do céu. Em outro local, as pessoas cultuavam Osíris, o deus da vegetação, que mais tarde se tornou deus dos mortos.


Heliópolis (cidade do sol, em grego), perto do Cairo, era o centro do culto de Rá, ou Rê, o deus do sol. Entre outros membros da família divina de Rá estavam Osíris e sua mulher, Ísis; Set, o irmão maligno de Osíris, e sua mulher, Néftis; Shu, deus do ar; Tefnut, deusa da umidade; Geb, deus da terra; e Nut, deusa do céu.

A população de Tebas adorava Amon, o deus do ar e da fertilidade. Depois que Tebas foi transformada no centro político do império, Amon tornou-se a divindade principal. O povo passou a identificar Amon com o deus do sol, Rá, e assim Amon ficou conhecido como Amon-Rá.

O povo do Egito antigo dava grande importância à preparação para a vida depois da morte. Por isso, construía túmulos de pedra e os enchia de roupas, alimentos, mobília e jóias, para que fossem usados no outro mundo. Embalsamava os mortos e envolvia seus corpos com pano. Esses corpos preservados são chamados de múmias.

As Artes alcançaram pleno desenvolvimento bem cedo na história do Egito, sempre influenciadas pela religião. A literatura egípcia abrangia uma grande variedade de assuntos, de hinos a contos de fadas.

A maior realização egípcia no campo da arquitetura foram as pirâmides (monumentos). A Grande Pirâmide de Gizé possui cerca de 2,3 milhões de blocos de pedra, que pesam aproximadamente 2.300 kg cada um.

Inicialmente, as pinturas e os relevos tinham uma aparência achatada, e as estátuas pareciam quadradas. O desenvolvimento artístico, político e religioso do final do séc. XIV a.C. deu origem a um novo tipo de arte egípcia, com obras mais vivas e naturais.

Ciências. Os egípcios empregavam um sistema decimal que não tinha o zero. Multiplicavam e dividiam números inteiros, reduziam frações simples, faziam a medição de terras e eram capazes de determinar áreas e calcular o volume dos objetos.

Eles também foram também pioneiros no campo da astronomia. Sabiam distinguir os planetas das estrelas e criaram o calendário de 365 dias.



GOVERNO

Os antigos egípcios acreditavam que seu rei, o faraó, era uma divindade, e, como tal, ele era um governante absoluto. O Egito antigo sempre foi uma teocracia (forma de governo na qual pessoas que se intitulam representantes de divindades exercem o poder). O governo arrecadava um imposto pago em mercadorias e outro sob a forma de trabalho, a corvéia, que lhe fornecia soldados e mão-de-obra.

HISTÓRIA

Período Tinita (cerca de 3150 a.C. a 2700 a.C.) - I e II dinastias

A história do Egito faraônico começa com o rei Menés, responsável pela unificação entre o Alto e o Baixo Egito e pela fundação de Mênfis, a capital do Império. Interlocutor dos homens com os deuses, Menés ostenta a coroa branca do Alto Egito (hedjet) e a coroa vermelha do Baixo Egito (deshret).

Antigo Império (por volta de 2700 a.C. a 2140 a.C. ) - III e IV dinastias

Nesta época, o Estado egípcio se desenvolve consideravelmente e a sua administração centraliza-se na figura do faraó, que passa a ser venerado como verdadeiro deus. Djoser inaugura a III dinastia (cerca de 2700 a.C.). Seu conselheiro, o arquiteto Imotep, constrói a pirâmide em degraus de Saqqara, a primeira tumba real com essa forma arquitetônica.




A IV Dinastia é marcada por reinados nos quais foram construídas as três grandes pirâmides de Gizé - Queóps, Quéfren e Miquerinos. Esses complexos funerários são o símbolo de um Estado forte e de uma civilização avançada.

É na V Dinastia (aproximadamente 2480 a.C. a 2330 a.C.), originária de Heliópolis, que se verifica o culto ao Sol, o que não significa a rejeição aos outros deuses. O faraó é agora o "filho de Rá", o deus-sol.

Pepi I, representante da VI dinastia, reina por mais de 50 anos. Ele é também um grande construtor de pirâmides (Bubastis, Abydos, Dendérah). Pepi II sobe ao trono aos seis anos de idade e nele permanece por 94 anos.

Primeiro Período Intermediário (por volta de 2140 a.C. a 2040 a.C) - VII-X dinastias

Uma revolução, seguida pela invasão de povos asiáticos, põe fim à VI dinastia. Porém, nenhum nome dos reis da VII dinastia é conhecido. A VIII dinastia, a menfita, cuja capital era Mênfis, demonstra os sinais da decadência política do Egito. O país é dividido em três: o Delta, o Egito Médio - cujo centro político era Heracléopolis - e o Alto Egito, agrupado em Tebas. Inicia-se um período de anarquia e de recessão econômica (escassez de alimentos, desordem civil e violência). Uma série de conflitos ininterruptos entre as facções do sul (de Tebas) e do norte (Heracléopolis) ocorrem e cessam apenas na XI dinastia.

Médio Império
(por volta de 2040 a.C. a 1750 a.C.) - XI e XII dinastias

Mentuotep II, rei de Tebas, reunifica o Egito (aproximadamente em 2020 a.C.). Mas são os soberanos Amenemés e Sésostris (XII dinastia, por volta de 1900 a.C. a 1790 a.C.) que conduzem o Império ao seu apogeu. A expansão comercial abre-se para o mar Vermelho, mar Egeu, Fenícia, Núbia e Delta, e o país conhece a prosperidade econômica. Dessa época, há vários manuscritos literários, textos de instruções, profecias e contos.


Segundo Período Intermediário (1750 a.C. a 1560 a . C. ) - XIII-XVII dinastias

Nas XIII e XIV dinastias, o Império passa por um processo de declínio. Vulnerável e enfraquecido, sucumbe à tomada do poder por invasores estrangeiros. As XV e XVI dinastias são marcadas pelo domínio dos hicsos, chamados de reis pastores ou príncipes do deserto. O domínio estrangeiro trouxe muitas inovações técnicas para o Egito. Os hicsos introduzem a utilização do bronze, da cerâmica e dos teares, diferentes instrumentos de guerra, que incorporam o uso do cavalo e das carruagens, e estilos musicais, assim como novas raças de animais e técnicas de colheita. De certa forma, os hicsos modernizaram o Egito. Na XVII dinastia, a partir de Tebas (sul do Egito), os monarcas empreendem a reconquista do país, definitivamente concluída por Ahmose, que inaugura o Novo Império.

Novo Império (por volta de 1560 a. C. a 1070 a . C ) - XVIII-XX dinastias

Predomina na XVIII dinastia a intenção de expandir o império rumo à Ásia. O faraó Ahmose (em torno de 1560 a.C. a 1526 a.C.) organiza uma administração hierarquizada, dirigida pelo vizir, segundo homem do Estado. Sob os governos de Thutmose III (cerca de 1490 a.C. a 1436 a.C.) e Hatshepsut (1490 a.C. a 1468 a.C.), o Egito se torna uma temível potência militar. O enriquecimento do país é perceptível em todas as classes da sociedade, que aprende a gostar das artes e a ostentar o luxo. Dentre as construções da época, constam os templos funerários de Deir el-Bahari, de Luxor e de Karnak e o de Amenófis III (aproximadamente 1402 a.C. a 1364 a.C.).

O faraó Amenófis IV, ou Akhenaton, (por volta de 1364 a.C. a 1347 a.C.) transfere a capital de Tebas para Amarna. Ele impõe uma nova religião, dedicada ao culto do deus único Aton. O governante que o sucede é Tutankhamon (em torno de 1347 a.C. a 1338 a.C.), que retorna a sede do governo para Tebas, onde reincorpora o culto a Amon-Rá.

A XIX Dinastia é o período dos constantes conflitos entre egípcios e hititas. Ramsés II (em torno de 1290 a.C. a 1224 a.C.) trava, contra o rei hitita Mouwatalli, a célebre batalha de Kadesh. É a época das grandes construções, o hipostilo de Karnak, o templo de Abu-Simbel e o templo de Medinet Habu. Sob a XX dinastia (cerca de 1185 a.C. a 1070 a.C.), o país se fragmenta. O grande sacerdote de Amon, Herihor, assume o trono.

Terceiro Período Intermediário (aproximadamente de 1070 a.C. a 715 a.C.) - XXI-XXIV dinastias

Nesta época, o Egito é dividido em dinastias locais cada vez mais independentes. O único fato notável em política exterior é a conquista da Palestina por Chechanq I (945).

Período Inferior
(715-332) - XXV-XXXI dinastias

A conquista do Egito, em torno de 740 a.C., por um rei núbio, cujos sucessores instauram uma dinastia "etíope", chamada de koushita (XXV dinastia, de 715 a.C. a 664 a.C.), revela a decadência do império. Após o recuo dos etíopes para o sul, a XXVI dinastia (ou período saita, de aproximadamente 664 a.C. a 525 a.C.) é marcada pelo reinado de Psammetik I (664-610). Ele expulsa os assírios e, assim, consegue estabilizar o país. Seu sucessor, Necau, exerce a mesma política.

A XXVII Dinastia (cerca de 525 a.C. a 404 a.C.) marca o início da dinastia persa. Ela começa com a conquista do Egito por Cambises. Com a morte de Dario II, em 405 a.C., os egípcios reconquistam a sua independência. Amirteu, faraó da XXVIII dinastia, expulsa os persas. Mas a XXIX e a XXX dinastias são marcadas por brigas políticas por sucessão.

Nectânabe é o último rei nativo. Os persas realizam nova investida ao território egípcio. Tomam a capital Mênfis, após a batalha de Pelusa. É a queda do último faraó egípcio.
A segunda dominação persa (por volta de 343 a.C. a 332 a.C.), de Artaxerxes III até Dario III, parece ter sido um período difícil para os egípcios. Assim, Alexandre da Macedônia, ao derrotar Dario, é considerado um libertador do Egito. Alexandre, considerado filho de deus (e faraó), funda Alexandria no delta do Nilo (332 a.C.).

Dinastia Ptolomaica (305 a.C. a 30 a.C.)

Após a morte de Alexandre, o Grande, seus generais dividiram entre si o Império, estabelecendo o sistema de satáprias. Ao Egito coube a influência de um dos melhores generais de Alexandre, Ptolomeu, que governa entre 305 a.C. e 282 a.C. Ele constrói o farol e a biblioteca de Alexandria. A partir de Ptolomeu IV, as intrigas familiares enfraquecem a dinastia.

Em 51 a.C., o governo egípcio passa para a filha de Ptolomeu XII, Cleópatra, que é a última rainha do Egito (de 51 a.C. a 30 a. C.) Por interesses políticos, ela se casa com o imperador romano Júlio César, que coloca o Egito sob proteção de Roma. Após o assassinato de César, a rainha se casa com o general romano Marco Antonio, um dos membros do triunvirato que sucede César no poder do Império Romano, o que desperta a ira e a inveja de outras forças de Roma. Em conseqüência, Octávio se autoproclama imperador de Roma e decide invadir o Egito.

Em 30 a.C., na batalha do Ácio, os exércitos comandados por Cleópatra e Marco Antonio são derrotados pelas forças romanas. Quando Otávio, vencedor, entra em Alexandria, Cleópatra e Antonio se suicidam. O Egito torna-se província romana.


NKHESENPEPI II, A PRIMEIRA RAINHA IMORTAL DE MÊNFIS

Os Textos das Pirâmides da necrópole de Mênfis não estavam
reservados unicamente aos reis. Arqueólogos descobriram recentemente a tumba da primeira rainha que se beneficiou desse privilégio, garantia de imortalidade.

Desde 1963, sob a orientação do professor Jean Leclant, a missão arqueológica francesa de Saqqara (aldeia do Egito ao sul do Cairo, na margem oeste do Nilo), realiza pesquisas nas pirâmides sobre os textos da necrópole real de Mênfis. No fim do século passado, foram descobertos nelas, os famosos Textos das Pirâmides (Gaston Maspero), destinados a assegurar a imortalidade do rei.

Durante mais de 20 anos, de 1966 a 1988, no sul de Saqqara, a pirâmide e o templo funerário do rei Pepi I, célebre soberano da VIa dinastia (por volta de 2300 a.C.), foram escavados, estudados e restaurados.
Entrada do Grande Templo de Abu Simbel;

Os trabalhos desenrolaram-se com o seu quinhão habitual de surpresas - foram descobertos os vestígios de seis pirâmides até então totalmente desconhecidas, possibilitando a ampliação dos conhecimentos sobre a família real dos soberanos da última dinastia do Antigo Império.

Ao contrário do faraó, impedido por sua natureza divina, a rainha revelava em sua tumba os laços familiares terrestres. Por ordem de importância, ela afirma em primeiro lugar seus elos de descendência ("a mãe do rei"), em seguida seu elo matrimonial ("a esposa do rei") e, por fim, afirma eventualmente sua ascendência ("a filha do rei, de seu corpo"). Esses marcadores sociais são indispensáveis para entender a continuidade monárquica. O menor fragmento de texto relativo a uma rainha é essencial para tentar discernir melhor um encadeamento histórico.

Até a descoberta de suas pirâmides, nada se sabia sobre as tumbas das esposas de Pepi I. Os únicos elementos atribuíveis a uma rainha provinham de elementos reempregados no templo funerário do rei e referiam-se à rainha Sechséchet, mãe de Teti. Em dez campanhas de escavações, quatro esposas de Pepi I foram reveladas com as pirâmides de Inenek e Noubounet e com menções à rainha Méhaa, mãe do príncipe Horneterikhet, e a uma "filha primogênita do rei". Há também as pirâmides de duas outras rainhas de gerações posteriores, Ankhesenpepi III, uma esposa de Pepi II, e Meretités II, esposa de um rei Néferkarê. Por fim, há a menção a uma rainha Nedjefet em blocos esparsos. Resta ainda descobrir seis tumbas de rainhas.

A última campanha de escavações da missão francesa, realizada no início do ano 2000, coroou de maneira extraordinária os resultados já obtidos, com a descoberta crucial de Textos das Pirâmides na tumba da rainha-mãe Ankhesenpepi II. Esse privilégio de imortalidade, aparentemente reservado até aqui ao rei, surge pela primeira vez vinculado a uma esposa real. A personalidade da rainha Ankhesenpepi II, esposa de dois reis, mãe de um terceiro e regente do reino, uma mulher de inegável destaque nessa época, pode ter contribuído largamente para o fato.

Os Textos das Pirâmides

Descobertos em 1880 pelo egiptólogo francês Gaston Maspero, eles constituem a mais antiga compilação de preceitos religiosos da humanidade. Os textos são uma série de fórmulas mágicas destinadas a assegurar a ressurreição do soberano: o rei pode transformar-se em pássaro, estrela etc. Muitas inscrições permanecem inéditas.

Uma nova tecnologia nas escavações

A busca de um monumento mal localizado pode acarretar pesados fardos. Todo canteiro de escavações envolve consideráveis remoções de terra: na ausência de investigações prévias, muito tempo e recursos correm o risco de ser desperdiçados. Foi preciso recorrer a novos métodos geofísicos, que foram aplicados pela primeira vez na egiptologia: em 1987 a equipe do Mecenato Tecnológico de Eletricidade da França ofereceu ajuda à pesquisa, assim como o grupo da Companhia de Prospecção Geofísica Francesa. Essas equipes puderam fornecer à missão uma ajuda tecnológica a partir de importantes resultados obtidos com as várias sondagens do subsolo realizadas na época da construção de barragens. Para isso, engenheiros e arqueólogos trabalharam em conjunto, utilizando os resultados de várias tecnologias simultaneamente - eletromagnetismo, sondagens elétricas em ondas curtas, baixa freqüência e análise pelo magnetômetro de prótons das variações do campo magnético terrestre. Após uma semana de medições efetuadas no deserto, cinco locais que podiam conter estruturas de pedra, correspondendo a esquemas prováveis, foram indicados aos egiptólogos. Pouco depois, uma sondagem revelou o ângulo de uma pequena pirâmide conservada em uma altura de três andares.


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